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	<title>Libellus &#187; jornalistas</title>
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	<description>by Ana Brambilla</description>
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		<title>Facebook: a maior empresa jornalística da história?</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 03:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
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		<description><![CDATA[De carona com o lançamento recente de uma fanpage dedicada a divulgar boas práticas aos jornalistas na rede, o Facebook aparece no centro de uma polêmica interessante. O momento mostra que hiperlocal é hype. E qual outro ambiente consegue se &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2011/04/08/facebook-a-maior-empresa-jornalistica-da-historia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/04/facebook.jpg"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/04/facebook.jpg" alt="" title="facebook" width="485" height="563" class="" /></a></p>
<p>De carona com o lançamento recente de uma <a href="http://www.facebook.com/journalist?sk=wall" target="blank">fanpage</a> dedicada a divulgar boas práticas aos jornalistas na rede, o Facebook aparece no centro de uma polêmica interessante.</p>
<p>O momento mostra que hiperlocal é hype. E qual outro ambiente consegue se tornar tão segmentado em medidas ajustáveis do que as mídias sociais? Não por acaso, são espaços por onde circula, acontece e se busca muita notícia. Uma lógica possível pode ser essa: <strong>jornalismo + hiperlocal = rede social</strong>. Mas daí ao Facebook ser a maior empresa jornalística de todos os tempos faz sentido?</p>
<p>Joshua Gans, professor de economia da Melbourne Business School, não só acredita que sim como justifica com a noção do <strong>hiperlocal social</strong>, ou seja, a vizinhança não geográfica, mas agrupada em torno de interesses comuns &#8211; o que sempre estudamos como a base de qualquer comunidade online. O que muda, talvez, seja a escala do Facebook e outro aspecto curiosíssimo que, assim como este, é abordado pelo <a href="http://www.editorsweblog.org/newsrooms_and_journalism/2011/04/journalists_on_facebook_how_to_make_the.php" target="blank">EditorWeblogs.org</a>.</p>
<p><strong>Fun and News</strong></p>
<p>Um dos diferenciais mais significativos do Facebook enquanto ferramenta jornalística é a combinação de práticas sociais em um mesmo espaço. Mathew Ingram reduz o Twitter a sinônimo de jornalismo, como se o único propósito dos tuiteiros fosse buscar notícias por lá. Enquanto isto, no Facebook, o jornalismo se espalha num emaranhado de fotos divertidas, jogos em rede, conversa de amigos, aplicativos <em>cute</em>&#8230; ou seja, não é um espaço <strong>somente</strong> jornalístico. Mas cá entre nós: vocês vêem o Twitter como sinônimo integral de jornalismo? Eu confesso que não.</p>
<p>Ainda assim, a perspectiva destes caras parece fazer sentido, ainda que um tanto exagerada. Talvez caminhemos para esta configuração do jornalismo em mídias sociais. Talvez tenhamos que buscar fazer um jornalismo mais divertido &#8211; o que não é novo, vide os newsgames! &#8211; para manter a relevância no convívio social do público.</p>
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		<title>70% dos jornalistas usam mídias sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 21:38:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
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		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita com 317 jornalistas de Nova York pela agência Middleberg (SNCR) apontou que 70% dos jornalistas admitem usar mídias sociais no auxílio da prática da reportagem. O número sobe para 92% quando jornalistas reconhecem que as mídias sociais &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/09/24/70-dos-jornalistas-usam-midias-sociais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa feita com 317 jornalistas de Nova York pela agência <a href="http://www.middlebergcommunications.com/index.html" target="blank">Middleberg (SNCR)</a> apontou que 70% dos jornalistas admitem usar mídias sociais no auxílio da prática da reportagem. O número sobe para 92% quando jornalistas reconhecem que as mídias sociais agilizam a rotina da redação.</p>
<p>Apesar da amostragem pequena, o índice é otimista, ainda mais se comparado ao do ano anterior, quando apenas 41% usavam estas plataformas</p>
<p><img src="http://farm4.static.flickr.com/3285/2945559128_53078d246b.jpg" alt="social media" /></p>
<p>Veiculada na <a href="http://www.prweekus.com/pages/Login.aspx?retUrl=/Number-of-journalists-sourcing-stories-via-social-media-on-rise/article/149438/&#038;PageTypeId=28&#038;ArticleId=149438&#038;accessLevel=2" target="blank">PRWeek</a>, a pesquisa também mostrou que:<br />
- 66% destes jornalistas usam blog<br />
- 51% usam a Wikipedia<br />
- 48% recorrem a vídeos online<br />
- 47% usam Twitter ou outros serviços de microblogging<br />
- 57% percebem que o Twitter ajudou a aumentar sua credibilidade perante os leitores</p>
<p>Boa parte do uso destas mídias é para entrevistas, crowdsourcing e buscando dicas de pauta.</p>
<p><a href="http://blog.journalistics.com/2009/70-percent-of-journalists-use-social-networks-to-assist-in-reporting/" target="blank">Jeremy Poter</a> analisa os resultados em seu sites e entende que uma das razões destes índices elevados do uso de mídias sociais é decorrência do acúmulo de trabalho e da rapidez com que as reportagens devem ser produzidas.</p>
<p>Mas a pesquisa não acabou e o resultado final chega em Novembro.</p>
<p>***<br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/matthamm/2945559128/sizes/s/" target="blank">Imagem de Matt Hamm</a></p>
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