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	<title>Libellus &#187; jornalismo</title>
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	<description>by Ana Brambilla</description>
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		<title>Mídia espontânea e jornalismo colaborativo</title>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2011 18:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 2005, quando estive no OhmyNews, lá em Seul, vi o Mr. Oh Yeon Ho falando sobre as bases de um noticiário colaborativo e sua relação com o mercado. Para além da sustentabilidade financeira garantida pelo modelo padrão de publicidade, &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2011/05/09/midia-espontanea-e-jornalismo-colaborativo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2005, quando estive no <a href="http://www.ohmynews.com" target="blank">OhmyNews</a>, lá em Seul, vi o Mr. Oh Yeon Ho falando sobre as bases de um noticiário colaborativo e sua relação com o mercado. Para além da sustentabilidade financeira garantida pelo modelo padrão de publicidade, Mr. Oh acreditou desde cedo nos <strong>&#8220;volunteers promoters&#8221;</strong> &#8211; ou aqueles cidadãos repórteres que se incumbiam de viralizar o produto a partir do próprio orgulho de ter participado dele &#8211; &#8220;<em>Vejam, amigos! Leiam a reportagem que acabei de publicar no OhmyNews!</em>&#8220;.</p>
<p>Sim, é uma mistura de uma franca moeda em capital social paga ao colaborador que, através dela, se sente tão parte daquele produto que dissemina aquela marca de modo voluntário, natural, entusiasmado e saturado de credibilidade, já que não recebeu um tostão pra fazer isso.</p>
<p>No último sábado encontrei o Jaime Batista da Silva, colaborador assíduo do <a href="http://noticias.terra.com.br/vcreporter" target="blank">VC Repórter</a>, do Terra, divulgando pelo Twitter uma <a href="http://t.co/WXJlweE">exposição</a> que fará na Câmara dos Vereadores de sua cidade, Blumenau, reunindo fotos que ele publicou no canal de jornalismo colaborativo do portal brasileiro.</p>
<p>A proposta vai além da mídia espontânea. É um caso evidente de enlace social. Não resta dúvidas de que Jaime se orgulha em ser colaborador do VC Repórter. Ele chega a colar sobre sua foto o avatar que o canal mantém no Twitter, como uma espécie de crachá.</p>
<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/05/fotoreporter_blumenau.jpg"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/05/fotoreporter_blumenau.jpg" alt="" title="fotoreporter_blumenau" width="400" height="521" class="alignleft size-full wp-image-1111" /></a></p>
<p>O título da exposição também traz o nome do Terra, do VC Repórter. E com isso a mídia gerada por Jaime se prolonga para o ambiente físico, chancelando a força de uma fusão cada vez maior entre ações materiais e digitais.</p>
<p>Certamente, a troca também é benéfica para Jaime, que se projeta nas asas de uma grande marca, porém com um trabalho de própria autoria. Além disso, os interesses em divulgar problemas da cidade e reivindicar soluções pela comunidade de Blumenau também movem a espontaneidade de Jaime. Mas ele só faz isso porque existe uma identificação com o canal. Caso contrário, se não simpatizasse ou não confiasse no espaço, certamente escolheria outro.</p>
<p>Se o uso da marca foi indevido ou não sob o ponto de vista jurídico/corporativo, isso deve ficar em segundo plano quando a maior moeda envolvida possui um valor social inestimável, digna de ser aplaudida por ambas esferas envolvidas: Terra e Jaime.</p>
<p>É a segunda vez que Jaime promove uma exposição assim. A <a href="http://diversao.terra.com.br/arteecultura/noticias/0,,OI4569527-EI3615,00-vc+reporter+Blumenau+tem+exposicao+sobre+jornalismo+cidadao.html">primeira</a> foi no ano passado.</p>
<p>Essa parece a hora certa para criar um time de elite de colaboradores e &#8220;pescar&#8221; figuras assim para perto do produto.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Isso é jornalismo? Who cares?</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 19:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
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		<description><![CDATA[Outro dia uma amiga me contou, afobada: ELA: Viu que o câncer da Dilma voltou? EU: Não! Onde tu viu? ELA: No Twitter! EU: Sim, mas no Twitter de quem? ELA: Ah, não lembro. No Twitter&#8230; Quando comecei a estudar &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2011/02/05/isso-e-jornalismo-who-cares/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1050" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a href="http://www.flickr.com/photos/toastforbrekkie/603656816/"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/02/whocares.jpg" alt="" title="whocares" width="450" height="287" class="size-full wp-image-1050" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem de George, licenciada por Creative Commons</p></div>
<p>Outro dia uma amiga me contou, afobada:</p>
<p>ELA: <em>Viu que o câncer da Dilma voltou?</em><br />
EU: <em>Não! Onde tu viu?</em><br />
ELA: <em>No Twitter!</em><br />
EU: <em>Sim, mas no Twitter de quem?</em><br />
ELA: <em>Ah, não lembro. No Twitter&#8230;</em></p>
<p>Quando comecei a estudar jornalismo colaborativo, em 2003, um conteúdo ser ou não ser jornalismo era uma grande questão. Talvez a imposição dos veículos perante o público ainda mantivesse aberto esse abismo entre conteúdo e notícia. Sempre sublinhei a diferença entre <em>conteúdo</em> colaborativo (YouTube, Flickr, blogs) e <em>jornalismo</em> colaborativo nas aulas e conversas com estudantes.</p>
<p>Lembro que fiquei fula da vida quando perguntei ao Dr. Roberto Civita, durante uma palestra lá na Abril, em 2006, alguma coisa sobre jornalismo cidadão em relação à então recém-lançada Sou+Eu. Ele me respondeu indicando que a revista não era jornalística. Hoje tenho que dar risada da minha brabeza.</p>
<p>O jornalismo não morreu e nem morrerá (sorry, <a href="http://ojornalismorreu.posterous.com/" target="blank">JR</a>). O que a Sou+Eu faz ainda é jornalismo, aos meus olhos, assim como qualquer veículo de imprensa que assim se propõe e leva a cabo a rotina editorial. Mas&#8230; quem se importa com isso?</p>
<p>Informação virou commodity. Twitter virou imprensa.<br />
(Demorei pra perceber?)</p>
<p>Assim como o público nunca questionou o que a Fátima Bernardes ou o Faustão dizem pela TV, quem se preocupará em questionar uma informação tuitada?</p>
<p>No <a href="http://tecnologia.terra.com.br/campus-party/noticias/0,,OI4898741-EI17279,00-Campus+Party+Brasil+debate+a+confiabilidade+de+redes+sociais.html" target="blank">debate</a> em que participei na Campus Party desse ano, ao lado do <a href="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/" target="blank">Alexandre Matias</a>, do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Demi_Getschko" target="blank">Demi Getschko</a> e do <a href="http://noticias.r7.com/blogs/andre-forastieri/" target="blank">André Forastieri</a>, nosso moderador, o <a href="http://www.gilgiardelli.com.br/2010/" target="blank">Gil Giardelli</a>, perguntou se entendíamos o Wikileaks como jornalismo. Fui a única do grupo que discordou. &#8220;Mas, afinal, quem se importa se algo é jornalismo ou não?&#8221; Pelo jeito, só nós, jornalistas <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O público consome informação já sem fazer distinção entre o que esperar de cada mídia, tampouco saber quem a faz, que processo está por trás. Não se trata de uma visão pessimista. É apenas uma crise. E crises costumam ser oportunidades férteis para reinvenções.</p>
<p>E aí, jornalismo? Vai ficar aí parado ou fazer alguma coisa para recuperar o diferencial e a relevância? Talvez se &#8220;impor&#8221; já não seja exatamente a melhor coisa a fazer&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Editor de Social Media da BBC inicia em janeiro/10</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 13:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
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		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[O nome do moço é Alex Gubbay e foi anunciado ontem como primeiro editor de mídias sociais da empresa britânica. Vale lembrar que o Estadão também nomeou seu editor de Social Media &#8211; é o Rodrigo Martins. Ponto para o &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/11/17/editor-de-social-media-da-bbc-inicia-em-janeiro10/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm4.static.flickr.com/3350/3582297307_7cde5a6f27.jpg" alt="" /></p>
<p>O nome do moço é Alex Gubbay e foi <a href="http://www.bbc.co.uk/pressoffice/pressreleases/stories/2009/11_november/16/gubbay.shtml" target="blank">anunciado ontem</a> como primeiro editor de mídias sociais da empresa britânica.</p>
<p>Vale lembrar que o Estadão também <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/08/estadao-cria-cargo-de-editor-de-midias-sociais-e-lista-no-twitter/">nomeou seu editor de Social Media</a> &#8211; é o Rodrigo Martins. Ponto para o Pedro Dória.</p>
<p>Na BBC, Gubbay vai ancorar um projeto de desenvolvimento de projetos em UGC e disseminar boas práticas do uso das mídias sociais pela redação, além dos correspondentes internacionais.</p>
<p>Entre as tarefas de Gubbay estará a captação de pautas nas mídias sociais, gerenciamento de comentários nos ambientes amparados pela BBC, recepção de material breaking news (fotos, vídeos, testemunhos) que a empresa já recebe atualmente, além do desenvolvimento das ferramentas necessárias para o marca tirar proveito deste ambiente.</p>
<p>Gubbay conquistou o cargo por ser um dos editores com maior dedicação à mensagem que vem do público, além de ser reconhecido pela redação como um profissional que já tem por hábito usar plataformas de mídias sociais. It means: não basta usar, tem que acreditar no que faz.</p>
<p>Bacana o espírito com que a BBC encara a estratégia: &#8220;&#8230; a BBC quer assegurar que isto é tão simples quanto possível às nossas audiências&#8221; &#8211; ou seja, há uma preocupação em disseminar a cultura da colaboração; mostrar que isto pode não ser fácil, mas sem mil artifícios.</p>
<p>Social media, no meu olhar, é um trabalho intenso do ponto de vista humano. Exige tempo e dedicação plenos. Mas os custos operacionais são baixíssimos, uma vez que o público produz conteúdo espontaneamente (resta a nós vermos o que nos serve) e que os ambientes são gratuitos por default (resta a nós elegermos os mais adequados à nossa proposta).</p>
<p>Boa sorte a Gubbay e à BBC. Acompanhemos!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jornalismo + Mídias sociais: cases e tendências</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/11/06/jornalismo-midias-sociais-cases-e-tendencias/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 15:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Observem estes dados: * 19% dos usuários de Twitter, Facebook ou equivalentes usam-nos para RECEBER e COMPARTILHAR INFORMAÇÕES (Princeton Survey Research International, nov/2009) * 18% dos usuários usam as mídias sociais (Wikipedia, Blogs Facebook, Twitter etc) para buscar informações novas &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/11/06/jornalismo-midias-sociais-cases-e-tendencias/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Observem estes dados:</p>
<p><strong>* 19% dos usuários de Twitter, Facebook ou equivalentes usam-nos para RECEBER e COMPARTILHAR INFORMAÇÕES (Princeton Survey Research International, nov/2009)</p>
<p>* 18% dos usuários usam as mídias sociais (Wikipedia, Blogs Facebook, Twitter etc) para buscar informações novas (The Nielsen Company, out/2009)</p>
<p>O internauta brasileiro passa mais tempo em:<br />
* mensagens instantâneas (7h49)<br />
* comunidades &#8211; redes sociais (4h57)<br />
</strong>(<a href="http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&#038;proj=PortalIBOPE&#038;pub=T&#038;db=caldb&#038;comp=pesquisa_leitura&#038;nivel=null&#038;docid=0C603C3C20140371832575F3004B038C">Ibope Nielsen Online</a>)</p>
<p>Daí vem a história&#8230;<br />
<strong><br />
Se o público não vai ao site jornalístico, é o veículo que encontra o público.</strong> Esteja ele onde estiver. E ele está nas mídias sociais. Facinho, né?</p>
<p>Nem tanto. Não é à toa que muitos veículos se desdobram em experiências de habitar estes espaços com objetivos de gerar tráfego em seus próprios sites, ter relevância editorial, fortalecer marca, aproximar-se do público e renovar suas audiências.</p>
<p>Em busca de algumas maneiras de fazer jornalismo aproveitando o que as mídias sociais têm a oferecer, montei este trabalho que apresentei ontem no Seminário Internacional de Comunicação da PUCRS.</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_2431304"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/ambrambilla/mdias-sociais-aplicadas-ao-jornalismo-2431304" title="Mídias Sociais aplicadas ao Jornalismo">Mídias Sociais aplicadas ao Jornalismo</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=keynotesemint-091105113926-phpapp02&#038;stripped_title=mdias-sociais-aplicadas-ao-jornalismo-2431304" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=keynotesemint-091105113926-phpapp02&#038;stripped_title=mdias-sociais-aplicadas-ao-jornalismo-2431304" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/ambrambilla">Ana Brambilla</a>.</div>
</div>
<p>Foi um levantamento de dados e não uma pesquisa conclusiva (nenhuma é). Mas serviu para me mostrar o quão amplo é este assunto, quantas coisas dá para fazer e para onde caminhamos.</p>
<p><strong>Tônica</strong>: em 2005 Steve Outing sugeriu 8 maneiras para incentivar a colaboração no jornalismo. Mas todas eram no <strong>próprio site</strong> do veículo (inclusive o jornalismo colaborativo &#8211; ai!). Seguindo um movimento natural, percebemos que aproximar um veículo das pessoas (nas mídias sociais) é mais prático, leve e promissor do que tentar puxar as massas para dentro do veículo.</p>
<p>Ele &#8211; o público &#8211; já elegeu os SEUS espaços. E como dar murro em ponta de faca costuma só machucar, cabe à mídia entrar nestes espaços também, sem abrir mão da sua casinha matriz.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como usar as mídias sociais no jornalismo?</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/10/10/como-usar-as-midias-sociais-no-jornalismo/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 21:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
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		<description><![CDATA[(Antes tarde&#8230; ) Essa semana publiquei um artigo no Webinsider sobre a apropriação de orkuts, youtubes, twitters, flickrs e afins pelo editorial, sob a edição cuidadosa e gentil do Vicente Tardin. Aparece lá!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Antes tarde&#8230; )</em></p>
<p>Essa semana publiquei um <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/10/06/como-usar-as-midias-sociais-no-jornalismo/">artigo</a> no <a href="http://www.webinsider.com.br" target="blank">Webinsider</a> sobre a apropriação de orkuts, youtubes, twitters, flickrs e afins pelo editorial, sob a edição cuidadosa e gentil do Vicente Tardin.<br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/10/06/como-usar-as-midias-sociais-no-jornalismo/" target="blank"><br />
Aparece lá! <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>BBC prepara surpresa em social media</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/10/06/bbc-prepara-surpresa-em-social-media/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 12:42:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[bbc]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de fazer da customização algo extremamente fácil no jornalismo online, a BBC prepara o relançamento de seus sites para março de 2010. A informação é do Media Guardian (by JW) Nada de detalhes, por enquanto. Mas fiquemos atentos! Sonho &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/10/06/bbc-prepara-surpresa-em-social-media/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/10/bbc_custozimar.png" alt="bbc_custozimar" title="bbc_custozimar" width="450" height="201" class="alignleft size-full wp-image-963" />  Depois de fazer da customização algo extremamente fácil no jornalismo online, a <a href="http://www.bbc.co.uk">BBC</a> prepara o relançamento de seus sites para março de 2010. A informação é do Media Guardian (by <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&#038;idConteudo=4123&#038;idConteudoTipo=1">JW</a>)</p>
<p>Nada de detalhes, por enquanto. Mas fiquemos atentos! </p>
<p>Sonho com um site jornalístico que produza conteúdo PARA as mídias sociais. E depois, reúna todo este material em embeeds no próprio site da marca. É o contrário do que se tem feito hoje.</p>
<p>Será uma baita viagem minha?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>70% dos jornalistas usam mídias sociais</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/09/24/70-dos-jornalistas-usam-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 21:38:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita com 317 jornalistas de Nova York pela agência Middleberg (SNCR) apontou que 70% dos jornalistas admitem usar mídias sociais no auxílio da prática da reportagem. O número sobe para 92% quando jornalistas reconhecem que as mídias sociais &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/09/24/70-dos-jornalistas-usam-midias-sociais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa feita com 317 jornalistas de Nova York pela agência <a href="http://www.middlebergcommunications.com/index.html" target="blank">Middleberg (SNCR)</a> apontou que 70% dos jornalistas admitem usar mídias sociais no auxílio da prática da reportagem. O número sobe para 92% quando jornalistas reconhecem que as mídias sociais agilizam a rotina da redação.</p>
<p>Apesar da amostragem pequena, o índice é otimista, ainda mais se comparado ao do ano anterior, quando apenas 41% usavam estas plataformas</p>
<p><img src="http://farm4.static.flickr.com/3285/2945559128_53078d246b.jpg" alt="social media" /></p>
<p>Veiculada na <a href="http://www.prweekus.com/pages/Login.aspx?retUrl=/Number-of-journalists-sourcing-stories-via-social-media-on-rise/article/149438/&#038;PageTypeId=28&#038;ArticleId=149438&#038;accessLevel=2" target="blank">PRWeek</a>, a pesquisa também mostrou que:<br />
- 66% destes jornalistas usam blog<br />
- 51% usam a Wikipedia<br />
- 48% recorrem a vídeos online<br />
- 47% usam Twitter ou outros serviços de microblogging<br />
- 57% percebem que o Twitter ajudou a aumentar sua credibilidade perante os leitores</p>
<p>Boa parte do uso destas mídias é para entrevistas, crowdsourcing e buscando dicas de pauta.</p>
<p><a href="http://blog.journalistics.com/2009/70-percent-of-journalists-use-social-networks-to-assist-in-reporting/" target="blank">Jeremy Poter</a> analisa os resultados em seu sites e entende que uma das razões destes índices elevados do uso de mídias sociais é decorrência do acúmulo de trabalho e da rapidez com que as reportagens devem ser produzidas.</p>
<p>Mas a pesquisa não acabou e o resultado final chega em Novembro.</p>
<p>***<br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/matthamm/2945559128/sizes/s/" target="blank">Imagem de Matt Hamm</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Novas diretrizes curriculares do jornalismo</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 20:26:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[diretrizes]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos meses a Lei de Imprensa foi revogada no Brasil e o diploma para o exercício do jornalismo deixou de ser obrigatório. Paralelamente, uma comissão formada por 8 cabeças-de-chave da pesquisa em jornalismo no país discutia de maneira amplamente &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/09/20/novas-diretrizes-curriculares-do-jornalismo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos meses a Lei de Imprensa foi revogada no Brasil e o diploma para o exercício do jornalismo deixou de ser obrigatório. Paralelamente, uma comissão formada por 8 cabeças-de-chave da pesquisa em jornalismo no país discutia de maneira amplamente aberta e formulava as <a href="http://download.uol.com.br/educacao/diretrizes_cursos_jornalismo2010.pdf" target="blank"><strong>Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Jornalismo</strong> <em>(pdf)</em></a>. Quem assina o documento lançado ontem é José Marques de Melo, Alfredo Vizeu, Eduardo Meditsch, Lucia Araújo, Luiz Motta, Manuel Chaparro, Sérgio Augusto Mattos e Sonia Virgínia Moreira.</p>
<p>Abaixo, anotações com pitacos:</p>
<p><strong>Ponto 1:<br />
</strong><em>&#8220;&#8230; o conteúdo profissional do curso passou a ser caracterizado como “meramente técnico” e destituído do interesse teórico. Por outro lado, a teoria da comunicação evoluiu desvinculada do exercício da profissão, focada numa crítica geral da mídia, <strong>sem compromisso com o diálogo para uma intervenção prática na mesma</strong>. Em decorrência, os estudantes de Jornalismo desde então têm sido forçados a uma opção dramática e pouco razoável entre negar a sua profissão, em nome do “espírito crítico”, ou desprezar a teoria estudada nos cursos para se voltarem à prática, reproduzida de maneira acrítica e envergonhada.&#8221;<br />
</em><br />
Eles leram meus pensamentos. Academia e mercado deveriam cooperar ao invés de concorrer. E o modelo ideal de profissional deveria ser aquele que trabalha em empresa jornalística ao mesmo tempo em que dedica parte de seu tempo para a atividade acadêmica.</p>
<p><strong>Ponto 2</strong>: a proposta de Projeto Pedagógico contempla, além de interdisciplinaridade + teoria e prática + graduação e pós + extensão, preocupação com a empregabilidade dos egressos, devendo apresentar:<br />
<em><br />
Dar ênfase ao espírito empreendedor e ao domínio científico que gerem pesquisas ao conceber, executar e avaliar projetos inovadores capazes de dar conta das exigências contemporâneas e de ampliar a atuação profissional a novos campos, projetando a função social da profissão em contextos ainda não delineados no presente. </em></p>
<p>e&#8230;</p>
<p><em>Atentar à necessidade de preparar profissionais que possam exercer  dignamente a atividade como autônomos em um espaço cuja oferta de emprego não cresce na mesma proporção que a oferta de mão de obra;<br />
</em></p>
<p>Eis uma preocupação louvável e que amplia os horizontes da concepção do profissional jornalista em si, como o sujeito que deve preocupar-se unicamente com a adequação da linguagem, com a postura estética, o equilíbrio das fontes, a força argumentativa ou mesmo com a perfeição técnica.</p>
<p>Ser jornalista, antes de tudo, é ser profissional. E ao sermos reconhecidos pelo Código Brasileiro de Ocupações do Ministério do Trabalho &#8211; ao contrário de pro-bloggers ou pro-twitters &#8211; é nosso papel identificar demandas de mercado que possam ser atendidas pelos conhecimentos específicos garantidos pela formação superior em jornalismo. Isto é mais que sobrevivência. É honra.</p>
<p>Noutras palavras: se liguem jornalistas! Tem um baita espaço no mundo digital a ser ocupado por nós. Agilizemo-nos, pois!<br />
<strong><br />
Ponto 3:</strong><br />
<em>c) Estar focado teórica e tecnicamente na <strong>especificidade do jornalismo</strong>, com grande atenção à prática profissional, dentro de padrões internacionalmente reconhecidos, comprometidos com a liberdade de expressão, o direito à informação, a dignidade do seu exercício e o interesse público; </em> &#8211; grifo dos autores</p>
<p>Temo quando o cerco fecha. O que pode ser entendido por &#8220;especificidade&#8221; em uma área ancorada pela interdisciplinaridade, conforme exposto no Projeto Pedagógico? Qual o campo de trabalho do jornalista? Esta pergunta me parece sem resposta pronta neste momento. Afinal, estamos em transição, &#8220;em crise&#8221; como o documento aponta no início. Crise, inclusive, do nosso campo de trabalho.</p>
<p>É nosso dever traçar estratégias para atingir metas de audiência? Gerenciar redes de blogs? Moderar comentários? Mensurar o impacto de tecnologias futuras? Desenvolver formatos de conteúdo para buscar novos públicos? Atender ao mercado publicitário? Dominar linguagens de programação? Gerenciar equipes? Conversar com o público? Formar um cidadão repórter? Não sei! Estamos em trânsito! Daí que focar teórica e tecnicamente na especificidade do jornalismo ainda me parece uma incógnita.</p>
<p><strong>Ponto 4:</strong><br />
<em>&#8220;Eixo de fundamentação contextual , que tem por objetivo embasar o conhecimento das teorias da comunicação, informação e cibercultura, suas dimensões filosóficas, políticas, psicológicas e  sócio-culturais, inclusive <strong>as rotinas de produção e os processos de recepção</strong>, bem como a regulamentação dos sistemas midiáticos, em função do mercado potencial, além dos princípios que regem as áreas conexas.&#8221;<br />
</em></p>
<p>Hummm&#8230; será que em &#8220;cibercultura&#8221; a comissão acolheu a <strong>interação</strong>? Pois ao incluir em destaque as &#8220;rotinas de produção e os processos de recepção&#8221; ainda estamos separando drasticamente emissor e receptor, uma discussão já vencida na comunicação digital, embora esta cisão ainda apareça fortemente nos meios de massa.</p>
<p><strong>Ponto 5:</strong><br />
<em>O Mestrado Profissional deve ser avaliado como caminho para atender simultaneamente a dois tipos de demanda:  a) capacitar diplomados em outras áreas do conhecimento para a realização de trabalhos estratégicos, como os de consultoria, planejamento e avaliação de produtos jornalísticos, além da expressão opinativa e/ou interpretativa sobre temas peculiares a suas formações de origem, como colaboradores especializados;<br />
</em></p>
<p>Este item amplia a preocupação dos cursos de jornalismo em despertar o potencial empreendedor dos profissionais. Mais do que descobrir aberturas no mercado de trabalho, <strong>o planejamento e avaliação de produtos jornalísticos</strong> belisca onde as empresas mais precisam &#8211; visão estratégica de mercado, ou visão de publisher. Mas já que este ponto ficou só para o Mestrado Profissional, então let´s investir na ideia!</p>
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		<title>PodFamecos fala sobre open source e jornalismo</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/07/10/podfamecos-fala-sobre-open-source-e-jornalismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 22:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[AnaFamequiana]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>
		<category><![CDATA[famecos]]></category>
		<category><![CDATA[fisl]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está online o podcast que os profes Núcleo Online da Famecos gravaram (ou gravamos) hoje à tardinha. A pauta aborda a emergência dos amadores atuando em profissões regulamentadas ou não, a partir do kit do Citizen Engineer. Demos pitacos &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/07/10/podfamecos-fala-sobre-open-source-e-jornalismo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já está online o <a href="http://cyberfam.pucrs.br:16080/podcasting/Famecos_Podast/Famecos_Podcast/Entries/2009/7/10_Pod100709.html" target="blank">podcast</a> que os profes Núcleo Online da <a href="http://www.pucrs.br/famecos" target="blank">Famecos</a> gravaram (ou gravamos) hoje à tardinha. </p>
<p>A pauta aborda a emergência dos amadores atuando em profissões regulamentadas ou não, a partir do <a href="http://www.engadget.com/2009/07/10/adafruits-citizen-engineer-comic-book-sim-card-reader-kit/" target="blank">kit do Citizen Engineer</a>. </p>
<p>Demos pitacos sobre open source, relações com o jornalismo e software livre bacana para baixar.</p>
<p><a href="http://cyberfam.pucrs.br:16080/podcasting/Famecos_Podast/Famecos_Podcast/Entries/2009/7/10_Pod100709.html" target="blank">Baixa o pod lá!</a></p>
]]></content:encoded>
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