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	<title>Libellus &#187; Colaboração</title>
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	<description>by Ana Brambilla</description>
	<lastBuildDate>Mon, 09 May 2011 18:48:47 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Acomodados ou pró-ativos?</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 23:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
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		<category><![CDATA[tv digital]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Visualize uma luz branca entrando pelo alto de sua cabeça. Lentamente, esta luz se espalha pelo seu corpo. A luz relaxa cada músculo; cura cada órgão seu&#8230;&#8221; - Como são boas essas meditações de visualização, Mãe&#8230; - Isso tem impacto &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2011/03/09/acomodados-ou-pro-ativos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Visualize uma luz branca entrando pelo alto de sua cabeça.<br />
Lentamente, esta luz se espalha pelo seu corpo.<br />
A luz relaxa cada músculo; cura cada órgão seu&#8230;&#8221;</em></p>
<p>- Como são boas essas meditações de visualização, Mãe&#8230;<br />
- Isso tem impacto pra vocês de hoje porque vocês não pegaram o tempo das radionovelas.<br />
- Por quê?<br />
<strong>- Porque lá a gente tinha que imaginar cada cena e hoje em dia já vem tudo pronto!</strong></p>
<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/watching_tv.jpg"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/watching_tv.jpg" alt="" title="Imagem licenciada por Creative Commons por Robinsan, no Flickr" width="450" height="336" class="alignnone size-full wp-image-1060" /></a></p>
<p>Dona Sonia não só tem razão como me deixou com a pulga atrás da orelha&#8230; <strong>Como podemos receber tudo pronto e, ao mesmo tempo, celebrar os processos colaborativos na mídia digital?</strong></p>
<p>Somos acomodados ou pró-ativos? Suamos com Wii. O 3D nos conduz a outras realidades sensoriais sem sairmos da cadeira. Escolho o cardápio da janta acessando o site de telentregas. Se não estivermos em casa na hora da novela assistimos pelo celular mesmo. A lembrança do aniversário dos amigos chega até nós pelas redes sociais e até para cutucá-los apertamos um botão.</p>
<p>E sonhamos com TV digital <em>interativa</em>?</p>
<p>E achamos que o diferencial de um site é o que ele tem de interativo?</p>
<p>Queremos realmente fazer algo? <strong>O que</strong> queremos fazer?</p>
<p>No caso da TV ainda sou meio turrona e penso em Dominique Wolton (se bem lembro) falando sobre a espinha dorsal do ser humano. Ela muda drasticamente de ângulo entre quem assiste à TV e quem se senta à frente de um computador. No primeiro caso, a inclinação do corpo para trás, no sofá, indica aceitação, entrega, ao contrário do segundo caso, onde se vê uma curvatura para frente, insinuando imersão, ação.</p>
<p>Nem tudo deve ser colaborativo. Nem todo o conteúdo tem de precisar do dedo do público para fazer sentido, sob pena de sofrer com o abandono. Daí lembro de projetos como o <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2007/11/08/imprensa15316.shtml" target="blank">Limão</a>, em sua proposta inicial, os falecidos <a href="http://gostei.abril.com.br/" target="blank">Gostei</a> e <a href="http://blogs.abril.com.br/pinfotos" target="blank">PinFotos</a>, da Abril, o moribundo <a href="http://blogs.abril.com.br/acontece/2011/02/encerramento-blogs-abril-31-marco-2001.html" target="blank">Abril Blogs</a>, a TBox, do Terra além de homes e streamings customizáveis à lá <a href="http://www.netvibes.com/pt-br" target="blank">NetVibes</a> da vida.</p>
<p>Isso não quer dizer que o público seja preguiçoso, mas que ele tem foco e já selecionou onde quer interagir e qual conteúdo vai produzir. Noutras palavras, ele vai fazer o que ELE quiser, onde ELE quiser, não exatamente no NOSSO site o conteúdo que NÓS quisermos.</p>
<p>As redes sociais se firmam como os locais absolutos para interação e definem, dia após dia, qual o tipo de UGC o usuário está a fim de produzir. É do nosso agrado? Pouco importa. O jornalismo até vai bem ao se infiltrar nestes ambientes próprios do usuário e inventar maneiras de integrar a interação das redes com o conteúdo dos veículos. </p>
<p>Eu arriscaria dizer, inclusive, que as mídias sociais incentivaram o público a produzir ainda mais conteúdo, um acontecimento que tem sido cada vez melhor explorado pelos veículos. Mas vale lembrar que rede social e veículo online ainda estão na mesma mídia.</p>
<p>Como será que a TV vai se sair em redes sociais? Terá ela algum outro apoio para mudar a postura cervical do espectador e estimulá-lo a interagir, <strong>a criar</strong>?</p>
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		<title>Isso é jornalismo? Who cares?</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2011/02/05/isso-e-jornalismo-who-cares/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 19:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
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		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia uma amiga me contou, afobada: ELA: Viu que o câncer da Dilma voltou? EU: Não! Onde tu viu? ELA: No Twitter! EU: Sim, mas no Twitter de quem? ELA: Ah, não lembro. No Twitter&#8230; Quando comecei a estudar &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2011/02/05/isso-e-jornalismo-who-cares/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1050" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a href="http://www.flickr.com/photos/toastforbrekkie/603656816/"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/02/whocares.jpg" alt="" title="whocares" width="450" height="287" class="size-full wp-image-1050" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem de George, licenciada por Creative Commons</p></div>
<p>Outro dia uma amiga me contou, afobada:</p>
<p>ELA: <em>Viu que o câncer da Dilma voltou?</em><br />
EU: <em>Não! Onde tu viu?</em><br />
ELA: <em>No Twitter!</em><br />
EU: <em>Sim, mas no Twitter de quem?</em><br />
ELA: <em>Ah, não lembro. No Twitter&#8230;</em></p>
<p>Quando comecei a estudar jornalismo colaborativo, em 2003, um conteúdo ser ou não ser jornalismo era uma grande questão. Talvez a imposição dos veículos perante o público ainda mantivesse aberto esse abismo entre conteúdo e notícia. Sempre sublinhei a diferença entre <em>conteúdo</em> colaborativo (YouTube, Flickr, blogs) e <em>jornalismo</em> colaborativo nas aulas e conversas com estudantes.</p>
<p>Lembro que fiquei fula da vida quando perguntei ao Dr. Roberto Civita, durante uma palestra lá na Abril, em 2006, alguma coisa sobre jornalismo cidadão em relação à então recém-lançada Sou+Eu. Ele me respondeu indicando que a revista não era jornalística. Hoje tenho que dar risada da minha brabeza.</p>
<p>O jornalismo não morreu e nem morrerá (sorry, <a href="http://ojornalismorreu.posterous.com/" target="blank">JR</a>). O que a Sou+Eu faz ainda é jornalismo, aos meus olhos, assim como qualquer veículo de imprensa que assim se propõe e leva a cabo a rotina editorial. Mas&#8230; quem se importa com isso?</p>
<p>Informação virou commodity. Twitter virou imprensa.<br />
(Demorei pra perceber?)</p>
<p>Assim como o público nunca questionou o que a Fátima Bernardes ou o Faustão dizem pela TV, quem se preocupará em questionar uma informação tuitada?</p>
<p>No <a href="http://tecnologia.terra.com.br/campus-party/noticias/0,,OI4898741-EI17279,00-Campus+Party+Brasil+debate+a+confiabilidade+de+redes+sociais.html" target="blank">debate</a> em que participei na Campus Party desse ano, ao lado do <a href="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/" target="blank">Alexandre Matias</a>, do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Demi_Getschko" target="blank">Demi Getschko</a> e do <a href="http://noticias.r7.com/blogs/andre-forastieri/" target="blank">André Forastieri</a>, nosso moderador, o <a href="http://www.gilgiardelli.com.br/2010/" target="blank">Gil Giardelli</a>, perguntou se entendíamos o Wikileaks como jornalismo. Fui a única do grupo que discordou. &#8220;Mas, afinal, quem se importa se algo é jornalismo ou não?&#8221; Pelo jeito, só nós, jornalistas <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O público consome informação já sem fazer distinção entre o que esperar de cada mídia, tampouco saber quem a faz, que processo está por trás. Não se trata de uma visão pessimista. É apenas uma crise. E crises costumam ser oportunidades férteis para reinvenções.</p>
<p>E aí, jornalismo? Vai ficar aí parado ou fazer alguma coisa para recuperar o diferencial e a relevância? Talvez se &#8220;impor&#8221; já não seja exatamente a melhor coisa a fazer&#8230;</p>
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		<title>YouTube Direct e as facilidades das plataformas integradas</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/11/18/youtube-direct-e-as-facilidades-das-plataformas-integradas/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 12:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
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		<description><![CDATA[Os mais próximos já devem ter me ouvido algumas vezes dizendo: os veículos têm de ir aonde o público está, nos lugares legitimados pela massa como &#8220;seus&#8221;. E o YouTube é um lugar para chamar de meu, de seu. As &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/11/18/youtube-direct-e-as-facilidades-das-plataformas-integradas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tgGxi3hiOnY&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/tgGxi3hiOnY&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Os mais próximos já devem ter me ouvido algumas vezes dizendo: <em>os veículos têm de ir aonde o público está, nos lugares legitimados pela massa como &#8220;seus&#8221;.</em></p>
<p>E o YouTube é um lugar para chamar de meu, de seu. As mídias sociais são assim. Elas pertencem ao público e é lá, em casa, à vontade, que ele produz mais conteúdo.</p>
<p>Opa! Aí começou a interessar aos veículos! E é aí que o Google entra novamente com suas belas sacadas: um canal no YouTube para captar conteúdo noticioso produzido pelo público leigo, o <a href="http://www.youtube.com/direct" target="blank">YouTube Direct</a>.</p>
<p>A iniciativa não é nova, mas válida. Em maio de 2008 <a href="http://cabecadecuia.com/drops/2008-05-22/ja-esta-no-ar-o-canal-de-noticias-cidadas-do-you-tube-24294.html" target="blank">apareceu o Citizen News</a>, canal de seleção de conteúdo jornalístico com abordagem política produzido por usuários.</p>
<p><img src="http://www.cabecadecuia.com/imagem/materias/be42525fc64249832fdb88cab2ff0314.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>O que o YouTube Direct tem de diferente, afinal?<br />
</strong><br />
Ao que parece, é um canal mais &#8220;profissionalizado&#8221;, dedicado a empresas de comunicação (inclusive mainstream) que abrem espaço para UGC. Segundo o <a href="http://www.bluebus.com.br/show/1/93487/e_agora_o_youtube_quer_transformar_qualquer_usuario_em_potencial_reporter">BlueBus</a> e o blog <a href="http://www.welcome.com.br/blog/2009/11/youtube-lanca-canal-de-jornalismo-para-cidadaos/">Welcome</a>, o San Francisco Chronicle, o Huffington Post, dois canais da Boston TV e outros veículos já usam o material publicado no Direct.</p>
<p>Tecnicamente, trata-se de uma API disponibilizada pelo Google que oferece, aos veículos que a adotarem, a customização da interface, upload de vídeos ao YouTube através da página do próprio veículo, moderação/seleção dos vídeos produzidos pelo público e link back ao site do veículo quando os vídeos são assistidos no YouTube.</p>
<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/ytd_admin.jpg" alt="ytd_admin" title="ytd_admin" width="500" height="255" class="aligncenter size-full wp-image-1007" /></p>
<p>Noticiários que ainda não trabalham com UGC apenas porque não têm tecnologia de gerenciamento, já não têm mais desculpa <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Outra coisa bem bacana é que a agregação de plataformas evita que o usuário se sinta inibido a colaborar com um noticiário só porque tem que criar maaaais um cadastro. Aliás, esta é uma tendência, como o <a href="http://www.huffingtonpost.com/" target="blank">Huffington Post</a> usa e o <a href="http://www.terra.com.br" target="blank">Terra</a>, através da TBox, também aplica.</p>
<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/hff.jpg" alt="hff" title="hff" width="296" height="394" class="aligncenter size-full wp-image-998" /></p>
<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/tbox.jpg" alt="tbox" title="tbox" width="500" height="275" class="aligncenter size-full wp-image-999" /></p>
<p>Só não gostei disso:<br />
<em>Q: Can we require all users to sign up for an account on our site, too?<br />
A: Yes. Because YouTube Direct is an open-source platform, you may integrate your own site registration process into this sign-in flow if you choose to.<br />
</em></p>
<p>Resta acompanhar os exemplos <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>UPDATED</strong>: o Marcelo Coelho de Souza, colega aqui do Espaço Experiência, produz neste momento uma matéria sobre o YouTube Direct. Ele me fez duas questões que não soube responder. Deixo-as aqui, caso alguém possa ajudar a esclarecer:</p>
<p>1.  O veículo que usar o YouTube Direct pode pautar o público? Como isso aconteceria?<br />
2. Em caso de vídeos postados via YouTube, qual será a política adotada quanto à duplicidade do uso destes materiais? Dois veículos poderão publicar o mesmo vídeo?</p>
<p><strong>UPDATED 2:</strong> A <a href="http://www.univision.com/">Univisión</a>, maior empresa de mídia hispano-hablante nos Estados Unidos, <a href="http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=pt-br/node/5834">também adotou</a> o YouTube Direct. (via <a href="http://twitter.com/danibertocchi">@danibertocchi</a>)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Editor de Social Media da BBC inicia em janeiro/10</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 13:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
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		<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
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		<description><![CDATA[O nome do moço é Alex Gubbay e foi anunciado ontem como primeiro editor de mídias sociais da empresa britânica. Vale lembrar que o Estadão também nomeou seu editor de Social Media &#8211; é o Rodrigo Martins. Ponto para o &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/11/17/editor-de-social-media-da-bbc-inicia-em-janeiro10/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm4.static.flickr.com/3350/3582297307_7cde5a6f27.jpg" alt="" /></p>
<p>O nome do moço é Alex Gubbay e foi <a href="http://www.bbc.co.uk/pressoffice/pressreleases/stories/2009/11_november/16/gubbay.shtml" target="blank">anunciado ontem</a> como primeiro editor de mídias sociais da empresa britânica.</p>
<p>Vale lembrar que o Estadão também <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/08/estadao-cria-cargo-de-editor-de-midias-sociais-e-lista-no-twitter/">nomeou seu editor de Social Media</a> &#8211; é o Rodrigo Martins. Ponto para o Pedro Dória.</p>
<p>Na BBC, Gubbay vai ancorar um projeto de desenvolvimento de projetos em UGC e disseminar boas práticas do uso das mídias sociais pela redação, além dos correspondentes internacionais.</p>
<p>Entre as tarefas de Gubbay estará a captação de pautas nas mídias sociais, gerenciamento de comentários nos ambientes amparados pela BBC, recepção de material breaking news (fotos, vídeos, testemunhos) que a empresa já recebe atualmente, além do desenvolvimento das ferramentas necessárias para o marca tirar proveito deste ambiente.</p>
<p>Gubbay conquistou o cargo por ser um dos editores com maior dedicação à mensagem que vem do público, além de ser reconhecido pela redação como um profissional que já tem por hábito usar plataformas de mídias sociais. It means: não basta usar, tem que acreditar no que faz.</p>
<p>Bacana o espírito com que a BBC encara a estratégia: &#8220;&#8230; a BBC quer assegurar que isto é tão simples quanto possível às nossas audiências&#8221; &#8211; ou seja, há uma preocupação em disseminar a cultura da colaboração; mostrar que isto pode não ser fácil, mas sem mil artifícios.</p>
<p>Social media, no meu olhar, é um trabalho intenso do ponto de vista humano. Exige tempo e dedicação plenos. Mas os custos operacionais são baixíssimos, uma vez que o público produz conteúdo espontaneamente (resta a nós vermos o que nos serve) e que os ambientes são gratuitos por default (resta a nós elegermos os mais adequados à nossa proposta).</p>
<p>Boa sorte a Gubbay e à BBC. Acompanhemos!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>OhmyNews aposta na comunidade para sobrevivência financeira</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/07/08/ohmynewscrisis8400/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 00:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[Alec Duarte me alertou há pouco para uma nota publicada hoje pela Forbes, contando que o OhmyNews perdeu US$ 400 mil no último ano. A informação foi dada pelo próprio fundador do noticiário colaborativo sul-coreano, Oh Yeon Ho, que creditou &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/07/08/ohmynewscrisis8400/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/53/106614344_8a4d769449.jpg?v=0" alt="ohmynews" /></p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/" target="blank">Alec Duarte</a> me alertou há pouco para uma <a href="http://clipmarks.forbes.com/2009/07/08/citizen-journalism-site-asks-readers-for/" target="blank">nota</a> publicada hoje pela <a href="http://www.forbes.com" target="blank">Forbes</a>, contando que o <a href="http://www.ohmynews.com" target="blank">OhmyNews</a> perdeu US$ 400 mil no último ano.</p>
<p>A informação foi dada pelo próprio fundador do noticiário colaborativo sul-coreano, Oh Yeon Ho, que creditou a perda de receita à debandada de anunciantes em função da crise mundial.</p>
<p>Mais do que declarar o mau momento que o OhmyNews enfrenta, Yeon Ho já lançou uma possível solução:</p>
<p>Se os 100 mil leitores/colaboradores do OhmyNews contribuirem com US$ 8 ao mês, o veículo será financeiramente independente, sem contar os ganhos com a publicidade. </p>
<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/62/202199967_576de12ae6.jpg?v=0" alt="oh yeon ho ohmynews" /></p>
<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/2008/06/10/micropagamento-salva-ohmytv/">Não é a primeira vez </a>que o OhmyNews recorre ao seu fiel público para resolver questões financeiras. Em junho do ano passado a OhmyTV recebeu doações espontâneas para manter o servidor no ar. Nada menos que US$ 130 mil brotaram na conta do noticiário em questão de poucas horas. </p>
<p>Daí, não duvido nada. É bem provável que cidadãos-repórteres de várias partes do mundo mandem seus US$ 8 mensais às contas do OhmyNews. Eu mesma já topei a ideia!</p>
<p>Impossível negar a inversão da coisa: até menos de um ano atrás o OhmyNews pagava pelas colaborações. Depois de um tempo, <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/01/09/ohmynews-substitui-pagamento-por-premiacao/">transformou o pagamento em premiação</a>. Agora, evoca os colaboradores a participarem não apenas com fotos, vídeos e textos. Sinal dos tempos? Muita ousadia no princípio? Chancela ao micropagamento? Ou crença na potência colaborativa de uma comunidade?</p>
<p>Se a medida vai RESOLVER, de fato, o tempo mostra. Mas há indícios de que o OhmyNews irá sobreviver.</p>
<p>No último domingo troquei um e-mail com Mr. Oh Yeon Ho e ele pareceu animado ao lembrar que ano que vem o OhmyNews comemora seu 10º aniversário. Segundo o big-boss, está previsto um outro passo a ser dado no desenvolvimento do veículo.</p>
<p>Nem preciso dizer que ele me deixou curiosa, né? ;-D</p>
<p><strong>UPDATED</strong>: Alec Duarte fez uma <a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/07/09/pague-para-ser-um-reporter/#comment-1613" target="blank">análise em contraponto</a>, no seu Webmanário.</p>
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