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	<title>Libellus</title>
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	<description>by Ana Brambilla</description>
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		<title>OhmyNews completa 10 anos</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 23:29:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 22 de fevereiro de 2000, Oh Yeon Ho dava início a um novo capítulo na história do jornalismo mundial. Em Seul, nascia o OhmyNews, que considero, com tranquilidade, o primeiro veículo de jornalismo colaborativo da história.

Há controvérsias, sabemos. Mas jornalismo colaborativo tal como entendo desde 2003, quando comecei a pesquisar este tema, o OhmyNews [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 22 de fevereiro de 2000, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Oh_Yeon_Ho" target="blank">Oh Yeon Ho</a> dava início a um novo capítulo na história do jornalismo mundial. Em Seul, nascia o <a href="http://www.ohmynews.com" target="blank">OhmyNews</a>, que considero, com tranquilidade, o primeiro veículo de jornalismo colaborativo da história.</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KsFw8QUhFew&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/KsFw8QUhFew&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
<p>Há controvérsias, sabemos. Mas jornalismo colaborativo tal como entendo desde 2003, quando comecei a pesquisar este tema, o OhmyNews foi o primeiro a fazer. Ou seja: jornalismo fundamentado, com profissionais editando e selecionando o conteúdo produzido por cidadãos repórteres do mundo inteiro. E 100% assim. Credibilidade e uso coerente da dupla via do meio digital.</p>
<p>Se o modelo estivesse tão errado, certamente o OhmyNews não completaria seu 10º aniversário.</p>
<p>Há problemas, especialmente de ordem financeira, que os socialmedia watchers não me deixariam esquecer. Problemas que já levaram à transformação radical do OhmyNews Japan e levantaram a possibilidade do crowdfunding para a manutenção do OhmyNews coreano. Há problemas um tanto visíveis no <a href="http://english.ohmynews.com" target="blank">OhmyNews International</a>, que sofre com a atualização lenta, uma plataforma superada (embora ainda à frente de muitos sistemas de envio que se vê por outros noticiários colaborativos mundo afora) e outras questões menos visíveis a nós, que estamos de fora.</p>
<p>Questões assim não são exclusivas ao OhmyNews International. Já faz cerca de um ano que sinto um clima de &#8220;commoditie&#8221; na atmosfera do jornalismo colaborativo. Houve quem tenha me erguido a hipótese deste modelo estar fadado ao desaparecimento. Creio que ainda é cedo para falarmos nisto. Mas concordo: há o que se pensar a respeito da sobrevivência e da manutenção do jornalismo colaborativo.</p>
<p>Nada melhor do que os 10 bravos anos do OhmyNews para abrir esta discussão!</p>
<p>Como apontar problemas é fácil, vamos ao que chamarei de <strong>10 POSSIBILIDADES PARA O OHMYNEWS</strong> (e para o jornalismo colaborativo como um todo):</p>
<p><strong>1. Hiperlocalização<br />
</strong>Não faltam exemplos de iniciativas editoriais colaborativas hiperlocais. <a href="http://www.nytimes.com/marketing/thelocal/">The Local</a>, do New York Times, pode ser uma delas. A rede chilena ancorada por <a href="http://www.elmorrocotudo.cl/admin/render/portada/">El Morrocotudo</a>, outro exemplo forte de que a regionalização fortalece o interesse dos colaboradores e dos consumidores daquele conteúdo.<br />
O conceito do village reporter, defendido por Yeon Ho, é valorizado quando o ecossistema digital reconhece a importância do relato do indivíduo &#8220;comum&#8221; para o seu microcosmos. <strong>As coisas não precisam mais ser grandes para ter sua importância.</strong> O que é &#8220;broad&#8221; ou &#8220;mass&#8221; vem sendo repensado. E o modelo colaborativo só tem a beneficiar-se com isto.<br />
Olhando mais ao OhmyNews International: ele ficaria bem como um hub de vários OhmyNews nacionais.</p>
<p><strong>2. Crowdfunding<br />
</strong>Meu modelo maior ainda é o <a href="http://www.spot.us/">Spot.Us</a>. Idealismo demais acreditar que o público financiará a produção de conteúdos do seu interesse? Isso já aconteceu em cobertura de guerra. Se tem quem pague (ou quem acredita que irão pagar) por ACESSO a conteúdo, por que não pagar pela sua PRODUÇÃO? É uma questão de interesses.</p>
<p><strong>3. Voluntariado<br />
</strong>Já está mais do que entendido que existe um grupo de noticiários colaborativos que são desdobramentos de veículos convencionais. Há outro grupo, no entanto, que se dedicam inteiramente ao conteúdo produzido por cidadãos repórteres. Neste caso, a edição continua nas mãos de jornalistas. E se estes jornalistas &#8211; que não raro acreditam no modelo &#8211; cooperassem na forma de um grupo cadastrado de editores voluntários? Isto daria mais agilidade e ritmo de atualização intenso ao veículo, além de agitar sua vida nas redes sociais (já falo disso).</p>
<p><strong>4. Software livre<br />
</strong>Eu sugeriria a substituição do atual sistema de gerenciamento de conteúdo do OhmyNews pelo Drupal, pelo WordPress ou mesmo pelo Joomla. Sairia mais barato, o resultado seria bem melhor para os editores e para os colaboradores e, além disto, integraria o OhmyNews à rede de desenvolvedores do software livre &#8211; nada mais coerente, quando se fala em jornalismo open source <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>5. Notícias&#8230; e algo mais<br />
</strong>Eu suavizaria o perfil editorial do OhmyNews. Seguiria com hard news, mas deixaria que uma bela fatia do conteúdo fosse ocupada por conteúdos mais triviais como álbuns de viagem, receitas, família, dicas de moda e beleza, arte, dicas de diversão&#8230; como se misturasse uma revista semanal de informação com um portal feminino. Sem perder o foco geográfico! E tudo em primeiríssima pessoa!</p>
<p><strong>6. Mais interação!<br />
</strong>Parece brincadeira sugerir que um site cujo conteúdo é essencialmente feito pelo público se torne mais interativo. Mas esta sugestão remete à interação imediata. Àquilo que hoje só existe na forma de uma enquete na página do OhmyNews; no máximo, na avaliação das matérias. Talvez votações mais explícitas, galerias de fotos, customização do visual à lá <a href="http://www.bbc.co.uk">BBC</a>, formulários para envio de comentários direto na capa, com publicação moderada, mas sem grandes barreiras. Um box do Twitter e outro do Facebook para agitar as coisas.</p>
<p><strong>7. Novo design<br />
</strong>Aqui eu pediria ajuda ao <a href="http://designices.com/" target="blank">Rogerinho Fratin</a> e outros amigos webdesigneres especialistas em como atrair pessoas pelo visual. Não se trata de uma urgência. O visual do OhmyNews não é ruim. Eu diria que ele é coerente com o viés editorial a que se propõe. Mas para atender à &#8220;flexibilização&#8221; do conteúdo que sugiro, um design mais leve, mais colorido e com imagens maiores cairia bem.</p>
<p><strong>8. Mídias Sociais</strong><br />
Existem grupos do OhmyNews no <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=8804620790&#038;ref=search&#038;sid=630796585.2827990922..1">Facebook</a>, um perfil no <a href="http://twitter.com/ohmynews">Twitter</a> e até um <a href="http://www.youtube.com/user/ohmynews?blend=2&#038;ob=1">canal</a> do OhmyLife no YouTube, com vídeos-reviews de produtos. Bem bacana. Mas estes canais precisariam de muito mais gás! E não esperando isto do público, mas partindo de &#8220;dentro&#8221;, da própria equipe de funcionários ou voluntários do OhmyNews.</p>
<p><strong>9. Creative Commons<br />
</strong>Sempre me pareceu mais coerente que um noticiário colaborativo publicasse o conteúdo sob Creative Commons. Embora hoje o conteúdo esteja licenciado por Copyright, o OhmyNews não impede e até estimula que cidadãos repórteres publiquem seus artigos &#8211; sem ônus &#8211; em outros lugares. Teve cidadão repórter que já editou um livro com os textos que fez para o OhmyNews. Entraria mais no &#8220;espírito&#8221; da coisa.</p>
<p><strong>10. Versão impressa</strong><br />
Por muito tempo o OhmyNews sul-coreano teve uma versão impressa que circulava gratuitamente em Seul. Aos moldes do Metro, este OhmyNews-de-papel podia circular nas localidades com índices não tão altos de acessibilidade digital como na Coréia do Sul. Imagine um jornal gratuito feito por você? Ver o seu nome assinando uma matéria que está sendo distribuída nas sinaleiras, nas farmácias, nas estações de metrô? &#8211; este apelo talvez batido ainda poderia &#8220;caçar&#8221; muitos bons colaboradores em países em desenvolvimento como o Brasil.</p>
<p>É possíve que estas medidas não sejam suficientes para garantir longa vida a um noticiário colaborativo, mais especialmente, ao OhmyNews. Quanto à questão financeira, que é o cerne da história, infelizmente não posso opinar muito. Mas parece que há ainda, sim, um caminho a ser trilhado. E que o jornalismo colaborativo tem muito a evoluir, a aprender com o OhmyNews.</p>
<p>***</p>
<p>Vale ler este a<a href="http://english.ohmynews.com/articleview/article_view.asp?no=385962&#038;rel_no=1">rtigo da Ronda Hauben,</a> sobre os 10 anos do OhmyNews <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Contador de mídias sociais</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/12/07/contador-de-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 13:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem busca estatísticas bacaninhas e em tempo real sobre social media&#8230;

Via Antony Mayfield (esse não é o nome da clínica psiquiátrica onde o House ficou internado para desintoxicação de Vicodin?)
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem busca estatísticas bacaninhas e em tempo real sobre social media&#8230;</p>
<p><object id="Garys Social Media Count" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="650" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /><param name="src" value="http://www.personalizemedia.com/media/socmedcounter.swf" /><param name="name" value="myMovieName" /><embed id="Garys Social Media Count" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="650" src="http://www.personalizemedia.com/media/socmedcounter.swf" name="myMovieName" bgcolor="#FFFFFF" quality="high"></embed></object></p>
<p>Via <a href="http://www.antonymayfield.com/2009/10/17/realtime-counting-of-social-media/">Antony Mayfield</a> (esse não é o nome da clínica psiquiátrica onde o House ficou internado para desintoxicação de Vicodin?)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>YouTube Direct e as facilidades das plataformas integradas</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/11/18/youtube-direct-e-as-facilidades-das-plataformas-integradas/</link>
		<comments>http://anabrambilla.com/blog/2009/11/18/youtube-direct-e-as-facilidades-das-plataformas-integradas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 12:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>
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		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os mais próximos já devem ter me ouvido algumas vezes dizendo: os veículos têm de ir aonde o público está, nos lugares legitimados pela massa como &#8220;seus&#8221;.
E o YouTube é um lugar para chamar de meu, de seu. As mídias sociais são assim. Elas pertencem ao público e é lá, em casa, à vontade, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tgGxi3hiOnY&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/tgGxi3hiOnY&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Os mais próximos já devem ter me ouvido algumas vezes dizendo: <em>os veículos têm de ir aonde o público está, nos lugares legitimados pela massa como &#8220;seus&#8221;.</em></p>
<p>E o YouTube é um lugar para chamar de meu, de seu. As mídias sociais são assim. Elas pertencem ao público e é lá, em casa, à vontade, que ele produz mais conteúdo.</p>
<p>Opa! Aí começou a interessar aos veículos! E é aí que o Google entra novamente com suas belas sacadas: um canal no YouTube para captar conteúdo noticioso produzido pelo público leigo, o <a href="http://www.youtube.com/direct" target="blank">YouTube Direct</a>.</p>
<p>A iniciativa não é nova, mas válida. Em maio de 2008 <a href="http://cabecadecuia.com/drops/2008-05-22/ja-esta-no-ar-o-canal-de-noticias-cidadas-do-you-tube-24294.html" target="blank">apareceu o Citizen News</a>, canal de seleção de conteúdo jornalístico com abordagem política produzido por usuários.</p>
<p><img src="http://www.cabecadecuia.com/imagem/materias/be42525fc64249832fdb88cab2ff0314.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>O que o YouTube Direct tem de diferente, afinal?<br />
</strong><br />
Ao que parece, é um canal mais &#8220;profissionalizado&#8221;, dedicado a empresas de comunicação (inclusive mainstream) que abrem espaço para UGC. Segundo o <a href="http://www.bluebus.com.br/show/1/93487/e_agora_o_youtube_quer_transformar_qualquer_usuario_em_potencial_reporter">BlueBus</a> e o blog <a href="http://www.welcome.com.br/blog/2009/11/youtube-lanca-canal-de-jornalismo-para-cidadaos/">Welcome</a>, o San Francisco Chronicle, o Huffington Post, dois canais da Boston TV e outros veículos já usam o material publicado no Direct.</p>
<p>Tecnicamente, trata-se de uma API disponibilizada pelo Google que oferece, aos veículos que a adotarem, a customização da interface, upload de vídeos ao YouTube através da página do próprio veículo, moderação/seleção dos vídeos produzidos pelo público e link back ao site do veículo quando os vídeos são assistidos no YouTube.</p>
<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/ytd_admin.jpg" alt="ytd_admin" title="ytd_admin" width="500" height="255" class="aligncenter size-full wp-image-1007" /></p>
<p>Noticiários que ainda não trabalham com UGC apenas porque não têm tecnologia de gerenciamento, já não têm mais desculpa <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Outra coisa bem bacana é que a agregação de plataformas evita que o usuário se sinta inibido a colaborar com um noticiário só porque tem que criar maaaais um cadastro. Aliás, esta é uma tendência, como o <a href="http://www.huffingtonpost.com/" target="blank">Huffington Post</a> usa e o <a href="http://www.terra.com.br" target="blank">Terra</a>, através da TBox, também aplica.</p>
<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/hff.jpg" alt="hff" title="hff" width="296" height="394" class="aligncenter size-full wp-image-998" /></p>
<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/tbox.jpg" alt="tbox" title="tbox" width="500" height="275" class="aligncenter size-full wp-image-999" /></p>
<p>Só não gostei disso:<br />
<em>Q: Can we require all users to sign up for an account on our site, too?<br />
A: Yes. Because YouTube Direct is an open-source platform, you may integrate your own site registration process into this sign-in flow if you choose to.<br />
</em></p>
<p>Resta acompanhar os exemplos <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>UPDATED</strong>: o Marcelo Coelho de Souza, colega aqui do Espaço Experiência, produz neste momento uma matéria sobre o YouTube Direct. Ele me fez duas questões que não soube responder. Deixo-as aqui, caso alguém possa ajudar a esclarecer:</p>
<p>1.  O veículo que usar o YouTube Direct pode pautar o público? Como isso aconteceria?<br />
2. Em caso de vídeos postados via YouTube, qual será a política adotada quanto à duplicidade do uso destes materiais? Dois veículos poderão publicar o mesmo vídeo?</p>
<p><strong>UPDATED 2:</strong> A <a href="http://www.univision.com/">Univisión</a>, maior empresa de mídia hispano-hablante nos Estados Unidos, <a href="http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=pt-br/node/5834">também adotou</a> o YouTube Direct. (via <a href="http://twitter.com/danibertocchi">@danibertocchi</a>)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Editor de Social Media da BBC inicia em janeiro/10</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/11/17/editor-de-social-media-da-bbc-inicia-em-janeiro10/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 13:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[bbc]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[
O nome do moço é Alex Gubbay e foi anunciado ontem como primeiro editor de mídias sociais da empresa britânica.
Vale lembrar que o Estadão também nomeou seu editor de Social Media &#8211; é o Rodrigo Martins. Ponto para o Pedro Dória.
Na BBC, Gubbay vai ancorar um projeto de desenvolvimento de projetos em UGC e disseminar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm4.static.flickr.com/3350/3582297307_7cde5a6f27.jpg" alt="" /></p>
<p>O nome do moço é Alex Gubbay e foi <a href="http://www.bbc.co.uk/pressoffice/pressreleases/stories/2009/11_november/16/gubbay.shtml" target="blank">anunciado ontem</a> como primeiro editor de mídias sociais da empresa britânica.</p>
<p>Vale lembrar que o Estadão também <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/08/estadao-cria-cargo-de-editor-de-midias-sociais-e-lista-no-twitter/">nomeou seu editor de Social Media</a> &#8211; é o Rodrigo Martins. Ponto para o Pedro Dória.</p>
<p>Na BBC, Gubbay vai ancorar um projeto de desenvolvimento de projetos em UGC e disseminar boas práticas do uso das mídias sociais pela redação, além dos correspondentes internacionais.</p>
<p>Entre as tarefas de Gubbay estará a captação de pautas nas mídias sociais, gerenciamento de comentários nos ambientes amparados pela BBC, recepção de material breaking news (fotos, vídeos, testemunhos) que a empresa já recebe atualmente, além do desenvolvimento das ferramentas necessárias para o marca tirar proveito deste ambiente.</p>
<p>Gubbay conquistou o cargo por ser um dos editores com maior dedicação à mensagem que vem do público, além de ser reconhecido pela redação como um profissional que já tem por hábito usar plataformas de mídias sociais. It means: não basta usar, tem que acreditar no que faz.</p>
<p>Bacana o espírito com que a BBC encara a estratégia: &#8220;&#8230; a BBC quer assegurar que isto é tão simples quanto possível às nossas audiências&#8221; &#8211; ou seja, há uma preocupação em disseminar a cultura da colaboração; mostrar que isto pode não ser fácil, mas sem mil artifícios.</p>
<p>Social media, no meu olhar, é um trabalho intenso do ponto de vista humano. Exige tempo e dedicação plenos. Mas os custos operacionais são baixíssimos, uma vez que o público produz conteúdo espontaneamente (resta a nós vermos o que nos serve) e que os ambientes são gratuitos por default (resta a nós elegermos os mais adequados à nossa proposta).</p>
<p>Boa sorte a Gubbay e à BBC. Acompanhemos!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jornalismo + Mídias sociais: cases e tendências</title>
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		<comments>http://anabrambilla.com/blog/2009/11/06/jornalismo-midias-sociais-cases-e-tendencias/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 15:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Observem estes dados:
* 19% dos usuários de Twitter, Facebook ou equivalentes usam-nos para RECEBER e COMPARTILHAR INFORMAÇÕES (Princeton Survey Research International, nov/2009)
* 18% dos usuários usam as mídias sociais (Wikipedia, Blogs Facebook, Twitter etc) para buscar informações novas (The Nielsen Company, out/2009)
O internauta brasileiro passa mais tempo em:
* mensagens instantâneas (7h49)
* comunidades &#8211; redes sociais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Observem estes dados:</p>
<p><strong>* 19% dos usuários de Twitter, Facebook ou equivalentes usam-nos para RECEBER e COMPARTILHAR INFORMAÇÕES (Princeton Survey Research International, nov/2009)</p>
<p>* 18% dos usuários usam as mídias sociais (Wikipedia, Blogs Facebook, Twitter etc) para buscar informações novas (The Nielsen Company, out/2009)</p>
<p>O internauta brasileiro passa mais tempo em:<br />
* mensagens instantâneas (7h49)<br />
* comunidades &#8211; redes sociais (4h57)<br />
</strong>(<a href="http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&#038;proj=PortalIBOPE&#038;pub=T&#038;db=caldb&#038;comp=pesquisa_leitura&#038;nivel=null&#038;docid=0C603C3C20140371832575F3004B038C">Ibope Nielsen Online</a>)</p>
<p>Daí vem a história&#8230;<br />
<strong><br />
Se o público não vai ao site jornalístico, é o veículo que encontra o público.</strong> Esteja ele onde estiver. E ele está nas mídias sociais. Facinho, né?</p>
<p>Nem tanto. Não é à toa que muitos veículos se desdobram em experiências de habitar estes espaços com objetivos de gerar tráfego em seus próprios sites, ter relevância editorial, fortalecer marca, aproximar-se do público e renovar suas audiências.</p>
<p>Em busca de algumas maneiras de fazer jornalismo aproveitando o que as mídias sociais têm a oferecer, montei este trabalho que apresentei ontem no Seminário Internacional de Comunicação da PUCRS.</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_2431304"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/ambrambilla/mdias-sociais-aplicadas-ao-jornalismo-2431304" title="Mídias Sociais aplicadas ao Jornalismo">Mídias Sociais aplicadas ao Jornalismo</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=keynotesemint-091105113926-phpapp02&#038;stripped_title=mdias-sociais-aplicadas-ao-jornalismo-2431304" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=keynotesemint-091105113926-phpapp02&#038;stripped_title=mdias-sociais-aplicadas-ao-jornalismo-2431304" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/ambrambilla">Ana Brambilla</a>.</div>
</div>
<p>Foi um levantamento de dados e não uma pesquisa conclusiva (nenhuma é). Mas serviu para me mostrar o quão amplo é este assunto, quantas coisas dá para fazer e para onde caminhamos.</p>
<p><strong>Tônica</strong>: em 2005 Steve Outing sugeriu 8 maneiras para incentivar a colaboração no jornalismo. Mas todas eram no <strong>próprio site</strong> do veículo (inclusive o jornalismo colaborativo &#8211; ai!). Seguindo um movimento natural, percebemos que aproximar um veículo das pessoas (nas mídias sociais) é mais prático, leve e promissor do que tentar puxar as massas para dentro do veículo.</p>
<p>Ele &#8211; o público &#8211; já elegeu os SEUS espaços. E como dar murro em ponta de faca costuma só machucar, cabe à mídia entrar nestes espaços também, sem abrir mão da sua casinha matriz.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Agora é concreto: Twitter não substitui blog</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/10/27/agora-e-concreto-twitter-nao-substitui-blog/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 13:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Technorati]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O semestre começou com a pergunta cruel: o Twitter vai matar os blogs?
Apesar da polêmica não ter se estendido por muito tempo &#8211; não havia porque se estender, afinal, já não fazia sentido &#8211; em agosto eu ainda procurava por dados concretos que sinalizassem a minha impressão de blogs e Twitter serem complementares e não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O semestre começou com a pergunta cruel: <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/08/25/morte-dos-blogs-menos-barulho-e-mais-foco/">o Twitter vai matar os blogs</a>?</p>
<p>Apesar da polêmica não ter se estendido por muito tempo &#8211; não havia porque se estender, afinal, já não fazia sentido &#8211; em agosto eu ainda procurava por <strong>dados concretos</strong> que sinalizassem a minha impressão de blogs e Twitter serem <strong>complementares</strong> e não <strong>substitutivos</strong>.</p>
<p>Eis que o 5º dia do relatório <a href="http://technorati.com/blogging/article/day-5-twitter-global-impact-and/" target="blank">The State of Blogosphere</a>, do <a href="http://www.technorati.com" target="blank">Technorati</a>, sepultou qualquer resquício que ainda havia sobre este debate.</p>
<p><img src="http://static.technorati.com/09/10/22/241/twitter-impacted-time-writing-blog-606x232.png" alt="" /></p>
<p>65% dos blogueiros que usam Twitter declararam que a atividade no microblog não influenciou o tempo que dedicam à blogagem. 26% confessaram que o tempo que passam blogando diminuiu em função do Twitter.</p>
<p>Além disso, o uso prioritário que os blogueiros fazem do Twitter é&#8230; promover o próprio blog! Daí não há sentido falar em substituição de plataformas.</p>
<p>Outros usos comuns do Twitter pelos blogueiros são:<br />
- indicar links interessantes<br />
- descobrir o que há de buzz<br />
- divulgar seus negócios, seus projetos profissionais<br />
- interagir com empresas<br />
- falar com políticos<br />
- contatar celebridades</p>
<p>It means: há boa diferença entre o que a população faz do Twitter e os usos possíveis do blog (agregação de conteúdo, análise, discussão aprofundada, uso artístico etc).</p>
<p>Mas o número mais bacaninha se remete à <a href="http://technorati.com/blogging/article/day-2-the-what-and-why2/" target="blank">medição do sucesso de um blog</a>: os índices mais altos estão no item SATISFAÇÃO PESSOAL. E isso fica difícil de mudar de uma hora pra outra <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img src="http://static.technorati.com/09/10/19/231/how-measure-success-606x348.png" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>9 entre 10 usuários nunca pagariam por conteúdo online</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/10/21/9-entre-10-usuarios-nunca-pagariam-por-conteudo-online/</link>
		<comments>http://anabrambilla.com/blog/2009/10/21/9-entre-10-usuarios-nunca-pagariam-por-conteudo-online/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 18:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>

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		<description><![CDATA[
Mais uma pesquisa diz o que todos sabemos: o povo não quer pagar por conteúdo na rede.
Dessa vez foi a Lightspeed Research que constatou em um apanhado com 2 mil britânicos:
* 91% dos entrevistados &#8220;nunca pagariam&#8221; por notícias online
* 90% do povo não pagaria por análises (artigos opinativos)
* Apenas 5% estariam interessados em comprar notícias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cached.imagescaler.hbpl.co.uk/resize/scaleToFit/427/285/?sURL=http://offlinehbpl.hbpl.co.uk/News/OWM/71668356-D594-A4C8-DD7333F6F7FAAC60.jpg" alt="" /></p>
<p>Mais uma <a href="http://www.guardian.co.uk/media/pda/2009/oct/20/uk-survey-paid-content" target="blank">pesquisa</a> diz o que todos sabemos: o povo não quer pagar por conteúdo na rede.</p>
<p>Dessa vez foi a Lightspeed Research que constatou em um apanhado com 2 mil britânicos:</p>
<p>* 91% dos entrevistados &#8220;nunca pagariam&#8221; por notícias online<br />
* 90% do povo não pagaria por análises (artigos opinativos)<br />
* Apenas 5% estariam interessados em comprar notícias avulsas<br />
* Só 4% cogitariam assinar o conteúdo de um site<br />
* 79% disseram que nunca pagariam por transmissões ao vivo de esportes</p>
<p>Estranho que nem em micropagamento daria para apostar, de acordo com esta pesquisa. Isso serve de alerta, aliás, a quem defende que o mercado editorial percorrerá as mesmas trilhas da indústria fonográfica. </p>
<p>O relatório da Lightspeed Research mostra que o povo está mais disposto a investir a conta-gotas seu rico dinheirinho em música (49%) do que em download de conteúdo em vídeo (43%), por exemplo.</p>
<p><a href="http://derepente.com.br/2009/09/22/quando-leitores-de-meios-digitais-nao-querem-pagar-para-obter-informacao-na-web/" target="blank">Rafa Sbarai</a> já comentou o tema quando a Paid Content divulgou outra pesquisa como esta, a <a href="http://info.abril.com.br/noticias/mercado/cobrar-por-conteudo-e-ma-ideia-diz-analise-05092009-8.shl" target="blank">InfoOnline</a> noticiou que cobrar por conteúdo digital é má ideia e o <a href="http://e-periodistas.blogspot.com/2009/09/ley-del-pago-por-contenidos.html" target="blank">Ramón Salaverría</a> também discute o assunto</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Como usar as mídias sociais no jornalismo?</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/10/10/como-usar-as-midias-sociais-no-jornalismo/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 21:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>
		<category><![CDATA[webinsider]]></category>

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		<description><![CDATA[(Antes tarde&#8230; )
Essa semana publiquei um artigo no Webinsider sobre a apropriação de orkuts, youtubes, twitters, flickrs e afins pelo editorial, sob a edição cuidadosa e gentil do Vicente Tardin.

Aparece lá!  
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Antes tarde&#8230; )</em></p>
<p>Essa semana publiquei um <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/10/06/como-usar-as-midias-sociais-no-jornalismo/">artigo</a> no <a href="http://www.webinsider.com.br" target="blank">Webinsider</a> sobre a apropriação de orkuts, youtubes, twitters, flickrs e afins pelo editorial, sob a edição cuidadosa e gentil do Vicente Tardin.<br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/10/06/como-usar-as-midias-sociais-no-jornalismo/" target="blank"><br />
Aparece lá! <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>BBC prepara surpresa em social media</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/10/06/bbc-prepara-surpresa-em-social-media/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 12:42:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[bbc]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[  Depois de fazer da customização algo extremamente fácil no jornalismo online, a BBC prepara o relançamento de seus sites para março de 2010. A informação é do Media Guardian (by JW)
Nada de detalhes, por enquanto. Mas fiquemos atentos! 
Sonho com um site jornalístico que produza conteúdo PARA as mídias sociais. E depois, reúna [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/10/bbc_custozimar.png" alt="bbc_custozimar" title="bbc_custozimar" width="450" height="201" class="alignleft size-full wp-image-963" />  Depois de fazer da customização algo extremamente fácil no jornalismo online, a <a href="http://www.bbc.co.uk">BBC</a> prepara o relançamento de seus sites para março de 2010. A informação é do Media Guardian (by <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&#038;idConteudo=4123&#038;idConteudoTipo=1">JW</a>)</p>
<p>Nada de detalhes, por enquanto. Mas fiquemos atentos! </p>
<p>Sonho com um site jornalístico que produza conteúdo PARA as mídias sociais. E depois, reúna todo este material em embeeds no próprio site da marca. É o contrário do que se tem feito hoje.</p>
<p>Será uma baita viagem minha?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>70% dos jornalistas usam mídias sociais</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/09/24/70-dos-jornalistas-usam-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 21:38:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita com 317 jornalistas de Nova York pela agência Middleberg (SNCR) apontou que 70% dos jornalistas admitem usar mídias sociais no auxílio da prática da reportagem. O número sobe para 92% quando jornalistas reconhecem que as mídias sociais agilizam a rotina da redação.
Apesar da amostragem pequena, o índice é otimista, ainda mais se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa feita com 317 jornalistas de Nova York pela agência <a href="http://www.middlebergcommunications.com/index.html" target="blank">Middleberg (SNCR)</a> apontou que 70% dos jornalistas admitem usar mídias sociais no auxílio da prática da reportagem. O número sobe para 92% quando jornalistas reconhecem que as mídias sociais agilizam a rotina da redação.</p>
<p>Apesar da amostragem pequena, o índice é otimista, ainda mais se comparado ao do ano anterior, quando apenas 41% usavam estas plataformas</p>
<p><img src="http://farm4.static.flickr.com/3285/2945559128_53078d246b.jpg" alt="social media" /></p>
<p>Veiculada na <a href="http://www.prweekus.com/pages/Login.aspx?retUrl=/Number-of-journalists-sourcing-stories-via-social-media-on-rise/article/149438/&#038;PageTypeId=28&#038;ArticleId=149438&#038;accessLevel=2" target="blank">PRWeek</a>, a pesquisa também mostrou que:<br />
- 66% destes jornalistas usam blog<br />
- 51% usam a Wikipedia<br />
- 48% recorrem a vídeos online<br />
- 47% usam Twitter ou outros serviços de microblogging<br />
- 57% percebem que o Twitter ajudou a aumentar sua credibilidade perante os leitores</p>
<p>Boa parte do uso destas mídias é para entrevistas, crowdsourcing e buscando dicas de pauta.</p>
<p><a href="http://blog.journalistics.com/2009/70-percent-of-journalists-use-social-networks-to-assist-in-reporting/" target="blank">Jeremy Poter</a> analisa os resultados em seu sites e entende que uma das razões destes índices elevados do uso de mídias sociais é decorrência do acúmulo de trabalho e da rapidez com que as reportagens devem ser produzidas.</p>
<p>Mas a pesquisa não acabou e o resultado final chega em Novembro.</p>
<p>***<br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/matthamm/2945559128/sizes/s/" target="blank">Imagem de Matt Hamm</a></p>
]]></content:encoded>
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