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A campanha para o Dia das Mães, das Casas Bahia, abraçou a colaboração e, apesar de não trazer novidade no cenário midiático, reforça o movimento de trazer o consumidor para dentro das peças publicitárias.

“Mãe Merece Sempre Dedicação Total” entregou câmeras de vídeo nas mãos de 30 mulheres, com a missão de entregar registros de cenas do dia-a-dia com seus filhos.

Paralelamente, no site, mamys podem enviar suas propostas de comercial em vídeos de até um minuto para serem votadas e então veiculadas, sob as bênçãos do YouTube.

Nescau já fez isso. Skol já fez isso. Doritos já fez isso. Como disse, não é novidade. Mas parece bacana.

Valeu a dica, Glau Gasparetto! ;)

O jornalismo hiperlocal toma forma n’O Globo Online.

Depois de oferecer o Eu-Repórter, o veículo abre espaço para Bairros.com, um blog dividido em categorias referentes a regiões e aos principais bairros do Rio de Janeiro, online desde o último domingo.

As pautas evidenciam muito claramente a que veio o jornalismo hiperlocal: são eventos de terceira idade, personagem folclórico, sinaleira quebrada, encontros de família, festa de escola…

Alguns relatos marcam bem o discurso que quase pode ser chamado de “gênero próprio jornalismo colaborativo”:

A cena ao lado foi registrada sábado, por volta de 17h, da janela de um prédio na Avenida Visconde de Albuquerque, no Leblon. Ao ver o balão descendo lentamente, em direção ao luxuoso Jardim Pernambuco, lembrei dos meus tempos de menino lá no subúrbio da Vila da Penha. Sempre que um balão vinha caindo, uma multidão, de crianças e adultos, digladiava-se para apanhá-lo.

Então é um blog colaborativo? Pois onde posso colaborar?

O iconezito está timidamente situado na coluna da direita, no segundo scroll da página. Quer dizer… eu ACHO que é por ali que escrevo os posts com as notícias do meu bairro. Isso não fica claro.

A dinâmica de funcionamento do blog não é explicada em nenhum lugar. Senti falta de um “Sobre nós” ou “Quem somos” ou algo do gênero.

É possível que o convite à colaboração esteja ainda tão encolhidinho porque o blog Bairros.com é, antes, um espaço produzido por repórteres profissionais.

Percebam a nota n’O Globo Online:

“A página será um portal onde cada região do Grande Rio terá um blog próprio, abastecido pelos repórteres dos Jornais de Bairros com o auxílio - cada vez mais imprescindível - dos próprios leitores.” (grifo meu)

A nota segue dizendo que o espaço também se prestará aos jornalistas contarem os bastidores de reportagens, ao estilo do post “As voltas que a vida dá“, de Cássio Bruno:

“A matéria de capa do GLOBO-Niterói de hoje passou por diversas transformações até chegar no formato que o leitor pode conferir no Globo Digital - somente para assinantes. No final de fevereiro recebi um material de divulgação sobre um evento novo chamado “Palco astronauta”, que seria realizado mensalmente, no Convés, em São Domingos, para dar espaço a bandas independentes da cidade. A partir daí, surgiu a idéia de fazer um roteiro dos locais onde essas bandas se apresentam. (…)”

Além disso, o blog tem colunistas fixos.

Tudo é muito lindo, mas… a sobrecarga de espaços e propósitos editoriais destinados à redação me faz parecer que a expressão “A sua comunidade na web” seja altamente falaciosa.

Que comunidade é essa que a gente não consegue entrar em contato com seus membros? Que comunidade é essa que a gente não sabe como funciona? (Tive que ler a nota n’O Globo Online para entender minimamente.)

O Pedro Markun também aponta algumas questões que devem ser melhoradas.

Sim, eles estão apenas começando. Mas esse uso marketeiro (aqui, pejorativamente falando) do termo “comunidade” me irrita. TUDO virou comunidade! Um simples fórum já é chamado a altos brados de CO-MU-NI-DA-DE! Um blog com espaço para comentários, idem.

Parece que falta alguém dizer a esses fazedores-de-site que comunidade é coisa séria, implica em laços, identidades, foco, comprometimento…

Anyway, vamos dar uma chance para os caras porque a proposta é boa. Mas deve se ajustar àquilo que promete.

Valeu a dica, Pedro!

Uma carreta de 20 mil latinhas grátis depois, uma tarde toda em meio a 5 mil pessoas depois, muito samba, suor e cerveja depois, a Vai-Vai já começa a pensar no Carnaval 2009. E eu… hummm… eu também! :-)

Baita berro vindo aqui do Bixiga agora de manhã. E a Mãe disse, numa mistura de susto e alegria: “Ana! A Vai-Vai ganhou o Carnaval!”

Tão chegando, tão chegando!! E o presidente já avisou que tá vindo um caminhão lotado de cerveja gelada aqui pertinho de casa prá regar a festa que vai virar a madrugada!

E tão agradecendo à Acheropita!!!

Hoje não tem PSIU! Hoje tem VAI-VAI ACORDANDO O BRASIL!!!!!

.. E carinhosamente a Bela Vista a deeesfilaaar…

Sem paciência para escrever agora, aí vai um post literalmente pró-forme…

Technorati Profile

Lulla deixou o país nas mãos do vice, José de Alencar, que despacha durante essa semana de um leito no hospital Sírio Libanês (SP), onde se recupera de uma leucopenia (ou infecção, há controvérsias) causada pelo tratamento contra câncer.

A razão da viagem inadiável do ilustríssimo sr. presidente (sim, tudo em minúsculas) foi bater na porta da casa do atraso, digo, de Fidel Castro para OFERECER um FINANCIAMENTO de UM MILHÃO BILHÃO DE DÓLARES a ser investido na produção de alimentos, níquel, estradas, hotéis e indústria químico-farmacêutica de Cuba.

Não tomo as dores de ninguém. Só anoto para eu e tu lembrarmos disso na hora de votar:

1) Em janeiro de 2008, Lulla deixou o vice em seu lugar, despachando doente, de um hospital…
2) … para ir até Cuba entregar dinheiro brasileiro.

Simples (e absurdo) assim.

Não, não é o Noel. Mas sua figura é quase tão mítica quanto a dele.

Edgar Morin (ou uncle Morin, como o chama o querido Fernando Aguirre), o cara que norteou o meu mestrado junto com o Dan Gillmor, estará no Brasil semana que vem aqui do meu lado, no SESC Pinheiros. E vou cobrir!!

É o Fórum de Cultura Contemporânea, realizado pelo Universo do Conhecimento.

“A atualidade demonstra que todos os habitantes do planeta vivem em uma mesma comunidade de destino. O problema é, portanto, saber se nós tomaremos consciência desse destino em comum e se faremos uma outra mundialização. A mundialização que aí se apresenta é baseada na técnica e na economia. Mas existe uma segunda mundialização minoritária que aponta para a mundialização das idéias de humanismo, de democracia, da compreensão entre os povos e mesmo da cidadania terrestre.”

No mestrado eu já dizia, quando o Juremir trazia o Maffesoli, o Lipovetsky, o Wolton e o Levy para a PUCRS, que o Morin não podia morrer antes que eu assistisse a uma aula com ele.

Eis que a profecia vai se cumprir!!

Valeu, Flavião!!

Juro que não é perseguição, mas um dos DESTAQUES do Minha Notícia agora pela manhã é uma menção a um colunista do jornal Tribuna da Bahia:

Prá quê? Já não foi publicado na mídia tradicional? Já não ganhou o lugar mais disputado por qualquer acontecimento? Não há sentido REPRODUZIR a nota - ou parte dela - num espaço de pretenso jornalismo colaborativo (aquele lance de dar voz a quem não tem voz, notícia feita pelo público e para o público, sabe?).

É só uma questão de coerência e critério editorial.

- Olha ali! Olha ali aquele livro!
- Ah, que besteira! Isso é impossível!

Ufa! Essa semana pós-Feira foi tão alucinada em função da BRA que pouca energia sobrou para repercutir a Feira aqui.

É que um dos achados nos balaios da barraquinha do Beco dos Livros (3 por 10,00) foi “Aceita um cafezinho? Memórias desinibidas de duas aeromoças“, de Trudy Baker e Rachel Jones.

Quando peguei esse livro, lembrei do ditado que ouvi naquela madrugada, de uma guria gaúcha que sofreu comigo os atrasos no embarque da BRA em GRU. Ela já trabalhou em empresa aérea, é filha de aviador e me garantiu que o meio é assim:

“Água morro abaixo. Fogo morro a cima…”

A essa altura, os velhinhos sentados num dos bancos da Praça da Alfândega estavam em silêncio esperando que eu terminasse o bordão. Juro, não me dei conta do tom da minha voz, até que minha mãe sussurrasse na minha frente o restante do ditado e caísse na gargalhada!

Trudy e Rachel eram quase putas! E o pouco que tenho visto não se parece com o que leio no livro. Lógico… eu não sou o target! Por que perceberia algo?

A verdade é que tenho conhecido gente da aviação que é bacana demais e, apesar das famas, salva a categoria.

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