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	<title>Libellus &#187; Tecnologices</title>
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	<description>by Ana Brambilla</description>
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		<title>Acomodados ou pró-ativos?</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 23:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
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		<category><![CDATA[interação]]></category>
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		<category><![CDATA[tv digital]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Visualize uma luz branca entrando pelo alto de sua cabeça. Lentamente, esta luz se espalha pelo seu corpo. A luz relaxa cada músculo; cura cada órgão seu&#8230;&#8221; - Como são boas essas meditações de visualização, Mãe&#8230; - Isso tem impacto &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2011/03/09/acomodados-ou-pro-ativos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Visualize uma luz branca entrando pelo alto de sua cabeça.<br />
Lentamente, esta luz se espalha pelo seu corpo.<br />
A luz relaxa cada músculo; cura cada órgão seu&#8230;&#8221;</em></p>
<p>- Como são boas essas meditações de visualização, Mãe&#8230;<br />
- Isso tem impacto pra vocês de hoje porque vocês não pegaram o tempo das radionovelas.<br />
- Por quê?<br />
<strong>- Porque lá a gente tinha que imaginar cada cena e hoje em dia já vem tudo pronto!</strong></p>
<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/watching_tv.jpg"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/watching_tv.jpg" alt="" title="Imagem licenciada por Creative Commons por Robinsan, no Flickr" width="450" height="336" class="alignnone size-full wp-image-1060" /></a></p>
<p>Dona Sonia não só tem razão como me deixou com a pulga atrás da orelha&#8230; <strong>Como podemos receber tudo pronto e, ao mesmo tempo, celebrar os processos colaborativos na mídia digital?</strong></p>
<p>Somos acomodados ou pró-ativos? Suamos com Wii. O 3D nos conduz a outras realidades sensoriais sem sairmos da cadeira. Escolho o cardápio da janta acessando o site de telentregas. Se não estivermos em casa na hora da novela assistimos pelo celular mesmo. A lembrança do aniversário dos amigos chega até nós pelas redes sociais e até para cutucá-los apertamos um botão.</p>
<p>E sonhamos com TV digital <em>interativa</em>?</p>
<p>E achamos que o diferencial de um site é o que ele tem de interativo?</p>
<p>Queremos realmente fazer algo? <strong>O que</strong> queremos fazer?</p>
<p>No caso da TV ainda sou meio turrona e penso em Dominique Wolton (se bem lembro) falando sobre a espinha dorsal do ser humano. Ela muda drasticamente de ângulo entre quem assiste à TV e quem se senta à frente de um computador. No primeiro caso, a inclinação do corpo para trás, no sofá, indica aceitação, entrega, ao contrário do segundo caso, onde se vê uma curvatura para frente, insinuando imersão, ação.</p>
<p>Nem tudo deve ser colaborativo. Nem todo o conteúdo tem de precisar do dedo do público para fazer sentido, sob pena de sofrer com o abandono. Daí lembro de projetos como o <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2007/11/08/imprensa15316.shtml" target="blank">Limão</a>, em sua proposta inicial, os falecidos <a href="http://gostei.abril.com.br/" target="blank">Gostei</a> e <a href="http://blogs.abril.com.br/pinfotos" target="blank">PinFotos</a>, da Abril, o moribundo <a href="http://blogs.abril.com.br/acontece/2011/02/encerramento-blogs-abril-31-marco-2001.html" target="blank">Abril Blogs</a>, a TBox, do Terra além de homes e streamings customizáveis à lá <a href="http://www.netvibes.com/pt-br" target="blank">NetVibes</a> da vida.</p>
<p>Isso não quer dizer que o público seja preguiçoso, mas que ele tem foco e já selecionou onde quer interagir e qual conteúdo vai produzir. Noutras palavras, ele vai fazer o que ELE quiser, onde ELE quiser, não exatamente no NOSSO site o conteúdo que NÓS quisermos.</p>
<p>As redes sociais se firmam como os locais absolutos para interação e definem, dia após dia, qual o tipo de UGC o usuário está a fim de produzir. É do nosso agrado? Pouco importa. O jornalismo até vai bem ao se infiltrar nestes ambientes próprios do usuário e inventar maneiras de integrar a interação das redes com o conteúdo dos veículos. </p>
<p>Eu arriscaria dizer, inclusive, que as mídias sociais incentivaram o público a produzir ainda mais conteúdo, um acontecimento que tem sido cada vez melhor explorado pelos veículos. Mas vale lembrar que rede social e veículo online ainda estão na mesma mídia.</p>
<p>Como será que a TV vai se sair em redes sociais? Terá ela algum outro apoio para mudar a postura cervical do espectador e estimulá-lo a interagir, <strong>a criar</strong>?</p>
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		<title>YouTube Direct e as facilidades das plataformas integradas</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/11/18/youtube-direct-e-as-facilidades-das-plataformas-integradas/</link>
		<comments>http://anabrambilla.com/blog/2009/11/18/youtube-direct-e-as-facilidades-das-plataformas-integradas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 12:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

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		<description><![CDATA[Os mais próximos já devem ter me ouvido algumas vezes dizendo: os veículos têm de ir aonde o público está, nos lugares legitimados pela massa como &#8220;seus&#8221;. E o YouTube é um lugar para chamar de meu, de seu. As &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/11/18/youtube-direct-e-as-facilidades-das-plataformas-integradas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tgGxi3hiOnY&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/tgGxi3hiOnY&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Os mais próximos já devem ter me ouvido algumas vezes dizendo: <em>os veículos têm de ir aonde o público está, nos lugares legitimados pela massa como &#8220;seus&#8221;.</em></p>
<p>E o YouTube é um lugar para chamar de meu, de seu. As mídias sociais são assim. Elas pertencem ao público e é lá, em casa, à vontade, que ele produz mais conteúdo.</p>
<p>Opa! Aí começou a interessar aos veículos! E é aí que o Google entra novamente com suas belas sacadas: um canal no YouTube para captar conteúdo noticioso produzido pelo público leigo, o <a href="http://www.youtube.com/direct" target="blank">YouTube Direct</a>.</p>
<p>A iniciativa não é nova, mas válida. Em maio de 2008 <a href="http://cabecadecuia.com/drops/2008-05-22/ja-esta-no-ar-o-canal-de-noticias-cidadas-do-you-tube-24294.html" target="blank">apareceu o Citizen News</a>, canal de seleção de conteúdo jornalístico com abordagem política produzido por usuários.</p>
<p><img src="http://www.cabecadecuia.com/imagem/materias/be42525fc64249832fdb88cab2ff0314.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>O que o YouTube Direct tem de diferente, afinal?<br />
</strong><br />
Ao que parece, é um canal mais &#8220;profissionalizado&#8221;, dedicado a empresas de comunicação (inclusive mainstream) que abrem espaço para UGC. Segundo o <a href="http://www.bluebus.com.br/show/1/93487/e_agora_o_youtube_quer_transformar_qualquer_usuario_em_potencial_reporter">BlueBus</a> e o blog <a href="http://www.welcome.com.br/blog/2009/11/youtube-lanca-canal-de-jornalismo-para-cidadaos/">Welcome</a>, o San Francisco Chronicle, o Huffington Post, dois canais da Boston TV e outros veículos já usam o material publicado no Direct.</p>
<p>Tecnicamente, trata-se de uma API disponibilizada pelo Google que oferece, aos veículos que a adotarem, a customização da interface, upload de vídeos ao YouTube através da página do próprio veículo, moderação/seleção dos vídeos produzidos pelo público e link back ao site do veículo quando os vídeos são assistidos no YouTube.</p>
<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/ytd_admin.jpg" alt="ytd_admin" title="ytd_admin" width="500" height="255" class="aligncenter size-full wp-image-1007" /></p>
<p>Noticiários que ainda não trabalham com UGC apenas porque não têm tecnologia de gerenciamento, já não têm mais desculpa <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Outra coisa bem bacana é que a agregação de plataformas evita que o usuário se sinta inibido a colaborar com um noticiário só porque tem que criar maaaais um cadastro. Aliás, esta é uma tendência, como o <a href="http://www.huffingtonpost.com/" target="blank">Huffington Post</a> usa e o <a href="http://www.terra.com.br" target="blank">Terra</a>, através da TBox, também aplica.</p>
<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/hff.jpg" alt="hff" title="hff" width="296" height="394" class="aligncenter size-full wp-image-998" /></p>
<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/tbox.jpg" alt="tbox" title="tbox" width="500" height="275" class="aligncenter size-full wp-image-999" /></p>
<p>Só não gostei disso:<br />
<em>Q: Can we require all users to sign up for an account on our site, too?<br />
A: Yes. Because YouTube Direct is an open-source platform, you may integrate your own site registration process into this sign-in flow if you choose to.<br />
</em></p>
<p>Resta acompanhar os exemplos <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>UPDATED</strong>: o Marcelo Coelho de Souza, colega aqui do Espaço Experiência, produz neste momento uma matéria sobre o YouTube Direct. Ele me fez duas questões que não soube responder. Deixo-as aqui, caso alguém possa ajudar a esclarecer:</p>
<p>1.  O veículo que usar o YouTube Direct pode pautar o público? Como isso aconteceria?<br />
2. Em caso de vídeos postados via YouTube, qual será a política adotada quanto à duplicidade do uso destes materiais? Dois veículos poderão publicar o mesmo vídeo?</p>
<p><strong>UPDATED 2:</strong> A <a href="http://www.univision.com/">Univisión</a>, maior empresa de mídia hispano-hablante nos Estados Unidos, <a href="http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=pt-br/node/5834">também adotou</a> o YouTube Direct. (via <a href="http://twitter.com/danibertocchi">@danibertocchi</a>)</p>
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		<title>9 entre 10 usuários nunca pagariam por conteúdo online</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/10/21/9-entre-10-usuarios-nunca-pagariam-por-conteudo-online/</link>
		<comments>http://anabrambilla.com/blog/2009/10/21/9-entre-10-usuarios-nunca-pagariam-por-conteudo-online/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 18:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma pesquisa diz o que todos sabemos: o povo não quer pagar por conteúdo na rede. Dessa vez foi a Lightspeed Research que constatou em um apanhado com 2 mil britânicos: * 91% dos entrevistados &#8220;nunca pagariam&#8221; por notícias &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/10/21/9-entre-10-usuarios-nunca-pagariam-por-conteudo-online/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cached.imagescaler.hbpl.co.uk/resize/scaleToFit/427/285/?sURL=http://offlinehbpl.hbpl.co.uk/News/OWM/71668356-D594-A4C8-DD7333F6F7FAAC60.jpg" alt="" /></p>
<p>Mais uma <a href="http://www.guardian.co.uk/media/pda/2009/oct/20/uk-survey-paid-content" target="blank">pesquisa</a> diz o que todos sabemos: o povo não quer pagar por conteúdo na rede.</p>
<p>Dessa vez foi a Lightspeed Research que constatou em um apanhado com 2 mil britânicos:</p>
<p>* 91% dos entrevistados &#8220;nunca pagariam&#8221; por notícias online<br />
* 90% do povo não pagaria por análises (artigos opinativos)<br />
* Apenas 5% estariam interessados em comprar notícias avulsas<br />
* Só 4% cogitariam assinar o conteúdo de um site<br />
* 79% disseram que nunca pagariam por transmissões ao vivo de esportes</p>
<p>Estranho que nem em micropagamento daria para apostar, de acordo com esta pesquisa. Isso serve de alerta, aliás, a quem defende que o mercado editorial percorrerá as mesmas trilhas da indústria fonográfica. </p>
<p>O relatório da Lightspeed Research mostra que o povo está mais disposto a investir a conta-gotas seu rico dinheirinho em música (49%) do que em download de conteúdo em vídeo (43%), por exemplo.</p>
<p><a href="http://derepente.com.br/2009/09/22/quando-leitores-de-meios-digitais-nao-querem-pagar-para-obter-informacao-na-web/" target="blank">Rafa Sbarai</a> já comentou o tema quando a Paid Content divulgou outra pesquisa como esta, a <a href="http://info.abril.com.br/noticias/mercado/cobrar-por-conteudo-e-ma-ideia-diz-analise-05092009-8.shl" target="blank">InfoOnline</a> noticiou que cobrar por conteúdo digital é má ideia e o <a href="http://e-periodistas.blogspot.com/2009/09/ley-del-pago-por-contenidos.html" target="blank">Ramón Salaverría</a> também discute o assunto</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Onde está a audiência do futuro?</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/08/08/onde-esta-a-audiencia-do-futuro/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 22:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>
		<category><![CDATA[público]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem sabemos ainda como será o jornalismo do futuro mas, na dúvida, é bom acompanhar as audiências. E a galerinha de 15 a 24 anos diminuiu sua presença em redes sociais de 55% para 50% durante o último ano. É &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/08/08/onde-esta-a-audiencia-do-futuro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem sabemos ainda como será o jornalismo do futuro mas, na dúvida, é bom acompanhar as audiências. E a galerinha de 15 a 24 anos diminuiu sua presença em redes sociais de 55% para 50% durante o último ano.</p>
<p>É isso que mostra uma pesquisa comentada pelo <a href="http://www.guardian.co.uk/media/2009/aug/06/young-abandon-social-networking-sites" target="blank">Guardian</a>. Segundo a análise, é a primeira vez que se vê uma queda assim.</p>
<p>Por outro lado, titios e titias de 25 a 34 anos (me incluo) estão mais firmemente presentes em redes como o Facebook. O acréscimo de registro do pessoal dessa faixa etária foi de 6% em um ano. Ainda assim, somos minoria. A galerinha fica com 50% dos perfis e, nós, com 46%. Mas estamos ali, por una cabeza.</p>
<p>Tri esse dado:<br />
<em>Overall, 30% of British adults have a social networking profile, against 21% in 2007 when Ofcom first did the research. Half the UK&#8217;s online population have a Facebook profile and spend an average of nearly six hours a month on the site compared with four hours in May 2008.</em></p>
<p>A análise final é clara: os dados sugerem que os jovens estão permanecendo menos tempo e estão em menor quantidade nas redes sociais.</p>
<p>Daí vêm as questões:<br />
- redes sociais são a febre de apenas uma geração que está envelhecendo?<br />
- onde estão navegando os jovens?<br />
- como faremos jornalismo para eles?</p>
<p>Valeu, Pase, pelo link!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tudo do Twitter num e-book só</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/08/08/tudo-do-twitter-num-e-book-so/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 20:33:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[spyer]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Ju Spyer ataca novamente e lança Tudo do Twitter, um guia contendo definições, dicas de uso e boas práticas para pessoas físicas e organizações explorarem o melhor desta ferramenta. O e-book será lançado &#8211; por óbvio &#8211; no Twitter mesmo, &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/08/08/tudo-do-twitter-num-e-book-so/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/tudo_do_twitter.jpg" alt="tudo_do_twitter" title="tudo_do_twitter" width="450" height="337" class="aligncenter size-full wp-image-925" /></p>
<p><a href="http://www.naozero.com" target="blank">Ju Spyer</a> ataca novamente e lança Tudo do Twitter, um guia contendo definições, dicas de uso e boas práticas para pessoas físicas e organizações explorarem o melhor desta ferramenta.</p>
<p>O e-book será lançado &#8211; por óbvio &#8211; no Twitter mesmo, nesta segunda, dia 10, às 16h. </p>
<p><strong><a href="http://migre.me/4Nxc" target="blank">O livro é grátis!</a><br />
</strong><br />
Com mais este projeto, o Ju Spyer consolida ainda mais seu nome em iniciativas relevantes de popularização da tecnologia, disseminando conhecimentos e boas práticas da rede que começaram, aos meus olhos, lá no SP450 (que depois virou <a href="http://www.vivasp.com/" target="blank">VIVASP</a>) e tem pontos marcantes no <a href="http://www.naozero.com.br/conectado" target="blank">Conectado </a>e no <a href="http://paraentenderainternet.blogspot.com/" target="blank">Para entender a internet</a>.</p>
<p><a href="http://migre.me/4Nxc" target="blank">Fica de olho! Vai ser só baixar e curtir <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </a><br />
<strong><br />
Dados do livro</strong><br />
* Título: Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter<br />
* Autor: Juliano Spyer<br />
* Criação: Talk Interactive<br />
* Páginas: 110<br />
* Link para post: <a href="http://migre.me/4Nxc" target="blank">http://migre.me/4Nxc</a></p>
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		</item>
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		<title>PodFamecos fala sobre open source e jornalismo</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/07/10/podfamecos-fala-sobre-open-source-e-jornalismo/</link>
		<comments>http://anabrambilla.com/blog/2009/07/10/podfamecos-fala-sobre-open-source-e-jornalismo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 22:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[AnaFamequiana]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>
		<category><![CDATA[famecos]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está online o podcast que os profes Núcleo Online da Famecos gravaram (ou gravamos) hoje à tardinha. A pauta aborda a emergência dos amadores atuando em profissões regulamentadas ou não, a partir do kit do Citizen Engineer. Demos pitacos &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/07/10/podfamecos-fala-sobre-open-source-e-jornalismo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já está online o <a href="http://cyberfam.pucrs.br:16080/podcasting/Famecos_Podast/Famecos_Podcast/Entries/2009/7/10_Pod100709.html" target="blank">podcast</a> que os profes Núcleo Online da <a href="http://www.pucrs.br/famecos" target="blank">Famecos</a> gravaram (ou gravamos) hoje à tardinha. </p>
<p>A pauta aborda a emergência dos amadores atuando em profissões regulamentadas ou não, a partir do <a href="http://www.engadget.com/2009/07/10/adafruits-citizen-engineer-comic-book-sim-card-reader-kit/" target="blank">kit do Citizen Engineer</a>. </p>
<p>Demos pitacos sobre open source, relações com o jornalismo e software livre bacana para baixar.</p>
<p><a href="http://cyberfam.pucrs.br:16080/podcasting/Famecos_Podast/Famecos_Podcast/Entries/2009/7/10_Pod100709.html" target="blank">Baixa o pod lá!</a></p>
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		<title>Será o hacker-journalist o profissional do futuro?</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/06/14/sera-o-hacker-journalist-o-profissional-do-futuro/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 22:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>

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		<description><![CDATA[Jornalistas e programadores criando soluções editoriais para aprimorar o exercício da comunicação. Lugar-comum? Quem dera! Essa combinação explosiva que acontece em qualquer redação minimamente preocupada com o meio digital talvez origine experiências tão traumáticas justamente porque é uma prática que &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/06/14/sera-o-hacker-journalist-o-profissional-do-futuro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Jornalistas</strong> e <strong>programadores</strong> criando soluções editoriais para aprimorar o exercício da comunicação. Lugar-comum? Quem dera! Essa <strong>combinação explosiva</strong> que acontece em qualquer redação minimamente preocupada com o meio digital talvez origine experiências tão traumáticas justamente porque é uma prática que acontece somente no mercado, em pleno voo, e comprometido com resultados.</p>
<p><strong>E se esse encontro já acontecesse na universidade?</strong></p>
<p>Um <a href="http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=pt-br/node/4221" target="blank">artigo</a> publicado no Knigh Center comenta casos de estudantes de jornalismo e de ciências da computação da Northwestern University, que se uniram na disciplina &#8220;New Media Publishing Project&#8221; para conceber e produzir tecnologias que facilitam a rotina das redações. Mais do que isso, essas ferramentas aperfeiçoam o jornalismo digital.</p>
<p>Entre as inovações propostas estão um aplicativo para iPhone que envia notícias diárias em blocos de até 20 minutos; dois programinhas para o <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a> (um deles combinando reportagens com opiniões e informações de um determinado assunto abordado na plataforma de microblogging).</p>
<p>Está no artigo:<br />
&#8220;Na sala de aula, os alunos são divididos em times de estudantes de jornalismo e computação, com o objetivo de criar aplicativos web necessários para a apuração e o consumo de notícias.&#8221;</p>
<p>Eu apostaria nessa união de áreas e talentos especialmente para convencer a turma que vê a tecnologia como &#8220;isso não é jornalismo&#8221;. Ao ter a possibilidade de expandir seu potencial criativo, ver a coisa acontecer em parceria com o pessoal da computação e se colocar em uma carreira top, o hacker-journalist se encantaria pelo trabalho.</p>
<p><strong>Origem</strong><br />
O termo foi cunhado por Brian Boyer, um desenvolvedor de software e graduado pela <a href="http://www.medill.northwestern.edu/" target="blank">Medill</a> (escola de jornalismo da Northwestern University). Ele assume, neste mês, o cargo de &#8220;editor de aplicativos noticiosos&#8221;, no Chicago Tribune.</p>
<p>Nesta função, Boyer vai escrever aplicativos para o site do jornal, buscando apresentar aos leitores relatórios de reportagens investigativas em bancos de dado interativos e passíveis de busca. (da <a href="http://www.time.com/time/business/article/0,8599,1902202,00.html" target="blank">Time</a>)</p>
<p><strong>Não apenas um novo cargo, mas um novo perfil profissional.</strong></p>
<p>(<a href="http://ubimidia.com/" target="blank">Eduardo Pellanda</a>, valeu a dica dos artigos!)</p>
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		<title>Para entender a internet</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/03/15/para-entender-a-internet/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 02:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>

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		<description><![CDATA[Acreditem ou não: este livro nasceu na Campus Party Brasil 2009 E será lançado na próxima terça, dia 17, às 18h, no Twitter. Não, não haverá vinho nem canapés e ninguém vai gastar um dindim para ter seu exemplar. O &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/03/15/para-entender-a-internet/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acreditem ou não: este livro nasceu na Campus Party Brasil 2009 <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  E será lançado na próxima terça, dia 17, às 18h, no Twitter.</p>
<p><img src="http://farm4.static.flickr.com/3554/3356027263_d83e02fb91.jpg" alt="para entender a internet" /></p>
<p>Não, não haverá vinho nem canapés e ninguém vai gastar um dindim para ter seu exemplar. O livro será disponibilizado gratuitamente em pdf no endereço a ser liberado no instante do lançamento.</p>
<p>A idéia veio do querido <a href="http://www.naozero.com.br/para-entender" target="blank">Juliano Spyer</a> &#8211; o cara que me falou pela primeira vez da existência do <a href="http://english.ohmynews.com" target="blank">OhmyNews</a>. O Ju dispensa apresentações para o mundo digital, mas vale reforçar que este projeto é mais uma dos tantos projetos inovadores que ele ancora no ciberespaço, tendo como base a cultura colaborativa.</p>
<p>O Ju me fez este convite enquanto almoçávamos no bandejão da CP Brasil 2009, lá no Imigrantes, junto com o André Avorio, o <a href="http://alexprimo.com" target="blank">Alex Primo</a> e o Pedro Markun. Cheguei ali com um pratão de comida e saí da mesa com a missão de escrever o capítulo sobre jornalismo colaborativo desta jornada conceitual por temas-chave da internet.</p>
<p>Todos estão convidados para o lançamento <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>UPDATED: O livro já está online e free para <a href="http://www.next.icict.fiocruz.br/arquivos/Para+entender+a+Internet.pdf" target="blank">download</a>!! Tem também o <a href="http://paraentenderainternet.blogspot.com/" target="blank">site oficial</a> da publicação <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Enjoy!!</strong></p>
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		<title>Facebook supera Google como fonte de tráfego</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/03/10/facebook-supera-google-como-fonte-de-trafego/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 18:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa a querida Karina Yamamoto mandou dizer lá pelo Twitter &#8211; e me espantou! De acordo com a empresa de pesquisa Hitwise, alguns sites de fofoca e de relacionamento (Twitter) registraram maior quantidade de visitantes vindos do Facebook do que &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/03/10/facebook-supera-google-como-fonte-de-trafego/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa a querida Karina Yamamoto mandou dizer lá pelo Twitter &#8211; e me espantou!</p>
<p>De acordo com a empresa de pesquisa Hitwise, alguns sites de fofoca e de relacionamento (Twitter) registraram maior quantidade de visitantes vindos do Facebook do que do Google.</p>
<p>No caso citado pelo <a href="http://www.bluebus.com.br/show/1/89290/facebook_esta_mandando_mais_trafego_para_alguns_sites_q_o_google" target="blank">BlueBus</a>, 8,7% dos visitantes do site PerezHilton.com chegaram via Facebook. Já via-Google vieram 7,6%.</p>
<p>Esse dado é pertinentes para sensibilizar jornalistas sobre a IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO EM MÍDIAS SOCIAIS. Um trabalho de SMO (Social Media Optimization) pode ter um belo viés editorial e não apenas mercadológico. E isso se consegue através da infiltração das redações nos ambientes JÁ OCUPADOS pelas pessoas.</p>
<p>A linkabilidade &#8211; evidenciada no caso do Facebook como importante gerador de tráfego &#8211; é apenas uma das frentes por onde se ataca com SMO. Talvez, uma das mais delicadas, visto que não adianta sair plantando link em tudo o que é página de recado de rede social esperando que o público clique feliz da vida! O efeito rebote (antipatia pelo veículo) pode ser devastador.</p>
<p>Mas a notícia acima é boa para evidenciar que redes sociais não apenas dispersam a audiência dos veículos, &#8220;roubando&#8221; o tempo em que a galera fica online. Elas também condensam, mobilizam. E o que mais os publishers gostam: geram tráfego.</p>
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		<title>Redações Integradas em espanhol</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/03/05/redacoes-integradas-em-espanhol/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 14:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>

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		<description><![CDATA[Dani Ramos destaca via Twitter um link interessantíssimo para quem se interessa por processos de integração de redações de jornais: é o Documental Multimedia Redacciones On Line, com um material vasto e profundo sobre como alguns jornais em língua espanhola &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/03/05/redacoes-integradas-em-espanhol/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dani Ramos destaca via Twitter um link interessantíssimo para quem se interessa por processos de integração de redações de jornais: é o <a href="http://redaccionesonline.blogspot.com/2009/03/redacciones-digitales-en-espanol.html" target="blank">Documental Multimedia Redacciones On Line</a>, com um material vasto e profundo sobre como alguns jornais em língua espanhola se posicionam perante esta tendência.</p>
<p>Vale a visita!</p>
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