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	<title>Libellus &#187; reflexões</title>
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	<description>by Ana Brambilla</description>
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		<title>Acomodados ou pró-ativos?</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 23:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
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		<category><![CDATA[tv digital]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Visualize uma luz branca entrando pelo alto de sua cabeça. Lentamente, esta luz se espalha pelo seu corpo. A luz relaxa cada músculo; cura cada órgão seu&#8230;&#8221; - Como são boas essas meditações de visualização, Mãe&#8230; - Isso tem impacto &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2011/03/09/acomodados-ou-pro-ativos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Visualize uma luz branca entrando pelo alto de sua cabeça.<br />
Lentamente, esta luz se espalha pelo seu corpo.<br />
A luz relaxa cada músculo; cura cada órgão seu&#8230;&#8221;</em></p>
<p>- Como são boas essas meditações de visualização, Mãe&#8230;<br />
- Isso tem impacto pra vocês de hoje porque vocês não pegaram o tempo das radionovelas.<br />
- Por quê?<br />
<strong>- Porque lá a gente tinha que imaginar cada cena e hoje em dia já vem tudo pronto!</strong></p>
<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/watching_tv.jpg"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/watching_tv.jpg" alt="" title="Imagem licenciada por Creative Commons por Robinsan, no Flickr" width="450" height="336" class="alignnone size-full wp-image-1060" /></a></p>
<p>Dona Sonia não só tem razão como me deixou com a pulga atrás da orelha&#8230; <strong>Como podemos receber tudo pronto e, ao mesmo tempo, celebrar os processos colaborativos na mídia digital?</strong></p>
<p>Somos acomodados ou pró-ativos? Suamos com Wii. O 3D nos conduz a outras realidades sensoriais sem sairmos da cadeira. Escolho o cardápio da janta acessando o site de telentregas. Se não estivermos em casa na hora da novela assistimos pelo celular mesmo. A lembrança do aniversário dos amigos chega até nós pelas redes sociais e até para cutucá-los apertamos um botão.</p>
<p>E sonhamos com TV digital <em>interativa</em>?</p>
<p>E achamos que o diferencial de um site é o que ele tem de interativo?</p>
<p>Queremos realmente fazer algo? <strong>O que</strong> queremos fazer?</p>
<p>No caso da TV ainda sou meio turrona e penso em Dominique Wolton (se bem lembro) falando sobre a espinha dorsal do ser humano. Ela muda drasticamente de ângulo entre quem assiste à TV e quem se senta à frente de um computador. No primeiro caso, a inclinação do corpo para trás, no sofá, indica aceitação, entrega, ao contrário do segundo caso, onde se vê uma curvatura para frente, insinuando imersão, ação.</p>
<p>Nem tudo deve ser colaborativo. Nem todo o conteúdo tem de precisar do dedo do público para fazer sentido, sob pena de sofrer com o abandono. Daí lembro de projetos como o <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2007/11/08/imprensa15316.shtml" target="blank">Limão</a>, em sua proposta inicial, os falecidos <a href="http://gostei.abril.com.br/" target="blank">Gostei</a> e <a href="http://blogs.abril.com.br/pinfotos" target="blank">PinFotos</a>, da Abril, o moribundo <a href="http://blogs.abril.com.br/acontece/2011/02/encerramento-blogs-abril-31-marco-2001.html" target="blank">Abril Blogs</a>, a TBox, do Terra além de homes e streamings customizáveis à lá <a href="http://www.netvibes.com/pt-br" target="blank">NetVibes</a> da vida.</p>
<p>Isso não quer dizer que o público seja preguiçoso, mas que ele tem foco e já selecionou onde quer interagir e qual conteúdo vai produzir. Noutras palavras, ele vai fazer o que ELE quiser, onde ELE quiser, não exatamente no NOSSO site o conteúdo que NÓS quisermos.</p>
<p>As redes sociais se firmam como os locais absolutos para interação e definem, dia após dia, qual o tipo de UGC o usuário está a fim de produzir. É do nosso agrado? Pouco importa. O jornalismo até vai bem ao se infiltrar nestes ambientes próprios do usuário e inventar maneiras de integrar a interação das redes com o conteúdo dos veículos. </p>
<p>Eu arriscaria dizer, inclusive, que as mídias sociais incentivaram o público a produzir ainda mais conteúdo, um acontecimento que tem sido cada vez melhor explorado pelos veículos. Mas vale lembrar que rede social e veículo online ainda estão na mesma mídia.</p>
<p>Como será que a TV vai se sair em redes sociais? Terá ela algum outro apoio para mudar a postura cervical do espectador e estimulá-lo a interagir, <strong>a criar</strong>?</p>
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		<title>Novas diretrizes curriculares do jornalismo</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/09/20/novas-diretrizes-curriculares-do-jornalismo/</link>
		<comments>http://anabrambilla.com/blog/2009/09/20/novas-diretrizes-curriculares-do-jornalismo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 20:26:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[diretrizes]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos meses a Lei de Imprensa foi revogada no Brasil e o diploma para o exercício do jornalismo deixou de ser obrigatório. Paralelamente, uma comissão formada por 8 cabeças-de-chave da pesquisa em jornalismo no país discutia de maneira amplamente &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/09/20/novas-diretrizes-curriculares-do-jornalismo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos meses a Lei de Imprensa foi revogada no Brasil e o diploma para o exercício do jornalismo deixou de ser obrigatório. Paralelamente, uma comissão formada por 8 cabeças-de-chave da pesquisa em jornalismo no país discutia de maneira amplamente aberta e formulava as <a href="http://download.uol.com.br/educacao/diretrizes_cursos_jornalismo2010.pdf" target="blank"><strong>Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Jornalismo</strong> <em>(pdf)</em></a>. Quem assina o documento lançado ontem é José Marques de Melo, Alfredo Vizeu, Eduardo Meditsch, Lucia Araújo, Luiz Motta, Manuel Chaparro, Sérgio Augusto Mattos e Sonia Virgínia Moreira.</p>
<p>Abaixo, anotações com pitacos:</p>
<p><strong>Ponto 1:<br />
</strong><em>&#8220;&#8230; o conteúdo profissional do curso passou a ser caracterizado como “meramente técnico” e destituído do interesse teórico. Por outro lado, a teoria da comunicação evoluiu desvinculada do exercício da profissão, focada numa crítica geral da mídia, <strong>sem compromisso com o diálogo para uma intervenção prática na mesma</strong>. Em decorrência, os estudantes de Jornalismo desde então têm sido forçados a uma opção dramática e pouco razoável entre negar a sua profissão, em nome do “espírito crítico”, ou desprezar a teoria estudada nos cursos para se voltarem à prática, reproduzida de maneira acrítica e envergonhada.&#8221;<br />
</em><br />
Eles leram meus pensamentos. Academia e mercado deveriam cooperar ao invés de concorrer. E o modelo ideal de profissional deveria ser aquele que trabalha em empresa jornalística ao mesmo tempo em que dedica parte de seu tempo para a atividade acadêmica.</p>
<p><strong>Ponto 2</strong>: a proposta de Projeto Pedagógico contempla, além de interdisciplinaridade + teoria e prática + graduação e pós + extensão, preocupação com a empregabilidade dos egressos, devendo apresentar:<br />
<em><br />
Dar ênfase ao espírito empreendedor e ao domínio científico que gerem pesquisas ao conceber, executar e avaliar projetos inovadores capazes de dar conta das exigências contemporâneas e de ampliar a atuação profissional a novos campos, projetando a função social da profissão em contextos ainda não delineados no presente. </em></p>
<p>e&#8230;</p>
<p><em>Atentar à necessidade de preparar profissionais que possam exercer  dignamente a atividade como autônomos em um espaço cuja oferta de emprego não cresce na mesma proporção que a oferta de mão de obra;<br />
</em></p>
<p>Eis uma preocupação louvável e que amplia os horizontes da concepção do profissional jornalista em si, como o sujeito que deve preocupar-se unicamente com a adequação da linguagem, com a postura estética, o equilíbrio das fontes, a força argumentativa ou mesmo com a perfeição técnica.</p>
<p>Ser jornalista, antes de tudo, é ser profissional. E ao sermos reconhecidos pelo Código Brasileiro de Ocupações do Ministério do Trabalho &#8211; ao contrário de pro-bloggers ou pro-twitters &#8211; é nosso papel identificar demandas de mercado que possam ser atendidas pelos conhecimentos específicos garantidos pela formação superior em jornalismo. Isto é mais que sobrevivência. É honra.</p>
<p>Noutras palavras: se liguem jornalistas! Tem um baita espaço no mundo digital a ser ocupado por nós. Agilizemo-nos, pois!<br />
<strong><br />
Ponto 3:</strong><br />
<em>c) Estar focado teórica e tecnicamente na <strong>especificidade do jornalismo</strong>, com grande atenção à prática profissional, dentro de padrões internacionalmente reconhecidos, comprometidos com a liberdade de expressão, o direito à informação, a dignidade do seu exercício e o interesse público; </em> &#8211; grifo dos autores</p>
<p>Temo quando o cerco fecha. O que pode ser entendido por &#8220;especificidade&#8221; em uma área ancorada pela interdisciplinaridade, conforme exposto no Projeto Pedagógico? Qual o campo de trabalho do jornalista? Esta pergunta me parece sem resposta pronta neste momento. Afinal, estamos em transição, &#8220;em crise&#8221; como o documento aponta no início. Crise, inclusive, do nosso campo de trabalho.</p>
<p>É nosso dever traçar estratégias para atingir metas de audiência? Gerenciar redes de blogs? Moderar comentários? Mensurar o impacto de tecnologias futuras? Desenvolver formatos de conteúdo para buscar novos públicos? Atender ao mercado publicitário? Dominar linguagens de programação? Gerenciar equipes? Conversar com o público? Formar um cidadão repórter? Não sei! Estamos em trânsito! Daí que focar teórica e tecnicamente na especificidade do jornalismo ainda me parece uma incógnita.</p>
<p><strong>Ponto 4:</strong><br />
<em>&#8220;Eixo de fundamentação contextual , que tem por objetivo embasar o conhecimento das teorias da comunicação, informação e cibercultura, suas dimensões filosóficas, políticas, psicológicas e  sócio-culturais, inclusive <strong>as rotinas de produção e os processos de recepção</strong>, bem como a regulamentação dos sistemas midiáticos, em função do mercado potencial, além dos princípios que regem as áreas conexas.&#8221;<br />
</em></p>
<p>Hummm&#8230; será que em &#8220;cibercultura&#8221; a comissão acolheu a <strong>interação</strong>? Pois ao incluir em destaque as &#8220;rotinas de produção e os processos de recepção&#8221; ainda estamos separando drasticamente emissor e receptor, uma discussão já vencida na comunicação digital, embora esta cisão ainda apareça fortemente nos meios de massa.</p>
<p><strong>Ponto 5:</strong><br />
<em>O Mestrado Profissional deve ser avaliado como caminho para atender simultaneamente a dois tipos de demanda:  a) capacitar diplomados em outras áreas do conhecimento para a realização de trabalhos estratégicos, como os de consultoria, planejamento e avaliação de produtos jornalísticos, além da expressão opinativa e/ou interpretativa sobre temas peculiares a suas formações de origem, como colaboradores especializados;<br />
</em></p>
<p>Este item amplia a preocupação dos cursos de jornalismo em despertar o potencial empreendedor dos profissionais. Mais do que descobrir aberturas no mercado de trabalho, <strong>o planejamento e avaliação de produtos jornalísticos</strong> belisca onde as empresas mais precisam &#8211; visão estratégica de mercado, ou visão de publisher. Mas já que este ponto ficou só para o Mestrado Profissional, então let´s investir na ideia!</p>
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		<title>Morte dos blogs: menos barulho e mais foco</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/08/25/morte-dos-blogs-menos-barulho-e-mais-foco/</link>
		<comments>http://anabrambilla.com/blog/2009/08/25/morte-dos-blogs-menos-barulho-e-mais-foco/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 00:38:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Então a morte da blogosfera é o novo buzz. A ideia ganhou força no Link do Estadão. Observando o âmbito nacional ou além, sinto-me no dever de explorar mais este tema, aproveitando para atender ao convite* do querido Jorge Rocha. &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/08/25/morte-dos-blogs-menos-barulho-e-mais-foco/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então a <a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/08/24/o-mais-novo-buzz-morte-da-blogsfera/#comments" target="blank">morte da blogosfera</a> é o novo buzz.</p>
<p>A ideia ganhou força no <a href="http://www.estadao.com.br/tecnologia/link/not_tec2950,0.shtm" target="blank">Link do Estadão</a>. Observando o âmbito nacional ou além, sinto-me no dever de explorar mais este tema, aproveitando para atender ao convite* do querido <a href="http://www.verbeat.org/blogs/exu/" target="blank">Jorge Rocha</a>.</p>
<p>Antes de mais nada, a discussão me parece non-sense, uma vez que a blogosfera NÃO ESTÁ NO FIM.</p>
<p>Ainda assim, mero buzz ou não, não acho ruim pararmos de vez em quando para analisar o andar da carruagem. De fato, surgiu uma série de novas ferramentas sociais, sustentadas pelo UGC, mas nem de longe fazem frente ao blog.<br />
<strong><br />
Não se trata do blog ser melhor ou pior. São coisas diferentes, somente!</strong></p>
<p>Mais do que diferentes, Twitter, Flickr, YouTube, blogs e que tais são COMPLEMENTARES, tal como diz a <a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/08/24/o-mais-novo-buzz-morte-da-blogsfera/#comments" target="blank">Beth Saad</a>:</p>
<p><em>O termo complementariedade é fundamental. Cada uma das ferramentas  – blog, twitter, facebook, por exemplo, possuem características próprias de estilo narrativo e forma de relacionamento com os leitores/usuários/seguidores.<br />
</em><br />
Adoro conversar com o Rodrigo Martins, do <a href="http://link.estadao.com.br"  target="blank">Link</a>.  Ele não só faz perguntas instigantes sobre temas super atuais, como não deixa de lado a &#8220;pimentinha&#8221; da pauta. E daí ele entabulou a conversa do blog como &#8220;movimento&#8221;.</p>
<p>Entendo que &#8220;movimento&#8221; seja um termo grandioso demais para designar os barulhos &#8211; ou mais uma vez, o buzz &#8211; produzido por um grupo de blogueiros que, em algum momento, quiseram ser &#8220;profissionais de uma ferramenta só&#8221;.</p>
<p>Sim, porque&#8230; blog é tão-somente uma FERRAMENTA. Como ferramentas não fazem profissionais &#8211; e sim o seu patrimônio intelectual, sua formação, a relevância daquilo que produz &#8211; pró-blogger não existe nem nunca existiu.</p>
<p>Fato é, no entanto, que esse &#8220;momento irritantemente barulhento&#8221; da blogosfera brasileira aconteceu por blogueiros querendo ser profissionais. E para percebermos que a culpa da irritação não é do blog &#8211; e sim de quem está por trás dele &#8211; <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/08/19/publicidade+velada+causa+polemica+no+twitter+7967920.html" target="blank">outro &#8220;momento irritantemente barulhento&#8221; está por vir</a> no Twitter.</p>
<p>Ocorre que todo o trabalho possível de ser produzido em mídias sociais como blogs ou no Twitter nunca poderá ser reduzido a um barulho infernal de gente querendo parecer mais do que é. </p>
<p>Sim, mídia social é lugar para ver e ser visto. Mas mesmo para alcançar este objetivo não basta ESTAR PRESENTE nestas mídias fazendo qualquer micagem. A audiência qualifica-se à medida em que a informação se aprimora, as fontes se multiplicam (assim aconteceu a reforma protestante).</p>
<p>Com a proliferação de plataformas sociais, a concorrência informacional ficou tão maior que está mais difícil distinguir bons e maus blogueiros, bons e maus twitteiros, bons e maus flickeiros&#8230;</p>
<p>Piorou? Não. O aumento da filtragem da informação é uma tendência natural do ciberespaço. Que estejamos mais atentos, pois!</p>
<p>O resultado dessa história só veremos daqui a um tempo, no entanto. Por enquanto, observações de perto. Sem maiores alardes porque a coisa não promete ir muito longe.</p>
<p><em>* Também estão convidados a discutir este tema <a href="http://webmanario.wordpress.com/" target="blank">Alec Duarte</a>, <a href="http://mtv.uol.com.br/evocecomisso/blog" target="blank">Marcelo Soares</a>, <a href="http://www.trasel.com.br/" target="blank">Marcelo Soares</a>, <a href="http://karapana.wordpress.com/" target="blank">Alessandra Carvalho</a> e <a href="http://imezzo.wordpress.com/" target="blank">Daniela Bertocchi</a>. </em>  </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Onde está a audiência do futuro?</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/08/08/onde-esta-a-audiencia-do-futuro/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 22:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>
		<category><![CDATA[público]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem sabemos ainda como será o jornalismo do futuro mas, na dúvida, é bom acompanhar as audiências. E a galerinha de 15 a 24 anos diminuiu sua presença em redes sociais de 55% para 50% durante o último ano. É &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/08/08/onde-esta-a-audiencia-do-futuro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem sabemos ainda como será o jornalismo do futuro mas, na dúvida, é bom acompanhar as audiências. E a galerinha de 15 a 24 anos diminuiu sua presença em redes sociais de 55% para 50% durante o último ano.</p>
<p>É isso que mostra uma pesquisa comentada pelo <a href="http://www.guardian.co.uk/media/2009/aug/06/young-abandon-social-networking-sites" target="blank">Guardian</a>. Segundo a análise, é a primeira vez que se vê uma queda assim.</p>
<p>Por outro lado, titios e titias de 25 a 34 anos (me incluo) estão mais firmemente presentes em redes como o Facebook. O acréscimo de registro do pessoal dessa faixa etária foi de 6% em um ano. Ainda assim, somos minoria. A galerinha fica com 50% dos perfis e, nós, com 46%. Mas estamos ali, por una cabeza.</p>
<p>Tri esse dado:<br />
<em>Overall, 30% of British adults have a social networking profile, against 21% in 2007 when Ofcom first did the research. Half the UK&#8217;s online population have a Facebook profile and spend an average of nearly six hours a month on the site compared with four hours in May 2008.</em></p>
<p>A análise final é clara: os dados sugerem que os jovens estão permanecendo menos tempo e estão em menor quantidade nas redes sociais.</p>
<p>Daí vêm as questões:<br />
- redes sociais são a febre de apenas uma geração que está envelhecendo?<br />
- onde estão navegando os jovens?<br />
- como faremos jornalismo para eles?</p>
<p>Valeu, Pase, pelo link!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>PodFamecos fala sobre open source e jornalismo</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/07/10/podfamecos-fala-sobre-open-source-e-jornalismo/</link>
		<comments>http://anabrambilla.com/blog/2009/07/10/podfamecos-fala-sobre-open-source-e-jornalismo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 22:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[AnaFamequiana]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>
		<category><![CDATA[famecos]]></category>
		<category><![CDATA[fisl]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está online o podcast que os profes Núcleo Online da Famecos gravaram (ou gravamos) hoje à tardinha. A pauta aborda a emergência dos amadores atuando em profissões regulamentadas ou não, a partir do kit do Citizen Engineer. Demos pitacos &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/07/10/podfamecos-fala-sobre-open-source-e-jornalismo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já está online o <a href="http://cyberfam.pucrs.br:16080/podcasting/Famecos_Podast/Famecos_Podcast/Entries/2009/7/10_Pod100709.html" target="blank">podcast</a> que os profes Núcleo Online da <a href="http://www.pucrs.br/famecos" target="blank">Famecos</a> gravaram (ou gravamos) hoje à tardinha. </p>
<p>A pauta aborda a emergência dos amadores atuando em profissões regulamentadas ou não, a partir do <a href="http://www.engadget.com/2009/07/10/adafruits-citizen-engineer-comic-book-sim-card-reader-kit/" target="blank">kit do Citizen Engineer</a>. </p>
<p>Demos pitacos sobre open source, relações com o jornalismo e software livre bacana para baixar.</p>
<p><a href="http://cyberfam.pucrs.br:16080/podcasting/Famecos_Podast/Famecos_Podcast/Entries/2009/7/10_Pod100709.html" target="blank">Baixa o pod lá!</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>OhmyNews aposta na comunidade para sobrevivência financeira</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/07/08/ohmynewscrisis8400/</link>
		<comments>http://anabrambilla.com/blog/2009/07/08/ohmynewscrisis8400/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 00:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
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		<description><![CDATA[Alec Duarte me alertou há pouco para uma nota publicada hoje pela Forbes, contando que o OhmyNews perdeu US$ 400 mil no último ano. A informação foi dada pelo próprio fundador do noticiário colaborativo sul-coreano, Oh Yeon Ho, que creditou &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/07/08/ohmynewscrisis8400/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/53/106614344_8a4d769449.jpg?v=0" alt="ohmynews" /></p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/" target="blank">Alec Duarte</a> me alertou há pouco para uma <a href="http://clipmarks.forbes.com/2009/07/08/citizen-journalism-site-asks-readers-for/" target="blank">nota</a> publicada hoje pela <a href="http://www.forbes.com" target="blank">Forbes</a>, contando que o <a href="http://www.ohmynews.com" target="blank">OhmyNews</a> perdeu US$ 400 mil no último ano.</p>
<p>A informação foi dada pelo próprio fundador do noticiário colaborativo sul-coreano, Oh Yeon Ho, que creditou a perda de receita à debandada de anunciantes em função da crise mundial.</p>
<p>Mais do que declarar o mau momento que o OhmyNews enfrenta, Yeon Ho já lançou uma possível solução:</p>
<p>Se os 100 mil leitores/colaboradores do OhmyNews contribuirem com US$ 8 ao mês, o veículo será financeiramente independente, sem contar os ganhos com a publicidade. </p>
<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/62/202199967_576de12ae6.jpg?v=0" alt="oh yeon ho ohmynews" /></p>
<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/2008/06/10/micropagamento-salva-ohmytv/">Não é a primeira vez </a>que o OhmyNews recorre ao seu fiel público para resolver questões financeiras. Em junho do ano passado a OhmyTV recebeu doações espontâneas para manter o servidor no ar. Nada menos que US$ 130 mil brotaram na conta do noticiário em questão de poucas horas. </p>
<p>Daí, não duvido nada. É bem provável que cidadãos-repórteres de várias partes do mundo mandem seus US$ 8 mensais às contas do OhmyNews. Eu mesma já topei a ideia!</p>
<p>Impossível negar a inversão da coisa: até menos de um ano atrás o OhmyNews pagava pelas colaborações. Depois de um tempo, <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/01/09/ohmynews-substitui-pagamento-por-premiacao/">transformou o pagamento em premiação</a>. Agora, evoca os colaboradores a participarem não apenas com fotos, vídeos e textos. Sinal dos tempos? Muita ousadia no princípio? Chancela ao micropagamento? Ou crença na potência colaborativa de uma comunidade?</p>
<p>Se a medida vai RESOLVER, de fato, o tempo mostra. Mas há indícios de que o OhmyNews irá sobreviver.</p>
<p>No último domingo troquei um e-mail com Mr. Oh Yeon Ho e ele pareceu animado ao lembrar que ano que vem o OhmyNews comemora seu 10º aniversário. Segundo o big-boss, está previsto um outro passo a ser dado no desenvolvimento do veículo.</p>
<p>Nem preciso dizer que ele me deixou curiosa, né? ;-D</p>
<p><strong>UPDATED</strong>: Alec Duarte fez uma <a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/07/09/pague-para-ser-um-reporter/#comment-1613" target="blank">análise em contraponto</a>, no seu Webmanário.</p>
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		<title>Será o hacker-journalist o profissional do futuro?</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/06/14/sera-o-hacker-journalist-o-profissional-do-futuro/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 22:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>

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		<description><![CDATA[Jornalistas e programadores criando soluções editoriais para aprimorar o exercício da comunicação. Lugar-comum? Quem dera! Essa combinação explosiva que acontece em qualquer redação minimamente preocupada com o meio digital talvez origine experiências tão traumáticas justamente porque é uma prática que &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/06/14/sera-o-hacker-journalist-o-profissional-do-futuro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Jornalistas</strong> e <strong>programadores</strong> criando soluções editoriais para aprimorar o exercício da comunicação. Lugar-comum? Quem dera! Essa <strong>combinação explosiva</strong> que acontece em qualquer redação minimamente preocupada com o meio digital talvez origine experiências tão traumáticas justamente porque é uma prática que acontece somente no mercado, em pleno voo, e comprometido com resultados.</p>
<p><strong>E se esse encontro já acontecesse na universidade?</strong></p>
<p>Um <a href="http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=pt-br/node/4221" target="blank">artigo</a> publicado no Knigh Center comenta casos de estudantes de jornalismo e de ciências da computação da Northwestern University, que se uniram na disciplina &#8220;New Media Publishing Project&#8221; para conceber e produzir tecnologias que facilitam a rotina das redações. Mais do que isso, essas ferramentas aperfeiçoam o jornalismo digital.</p>
<p>Entre as inovações propostas estão um aplicativo para iPhone que envia notícias diárias em blocos de até 20 minutos; dois programinhas para o <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a> (um deles combinando reportagens com opiniões e informações de um determinado assunto abordado na plataforma de microblogging).</p>
<p>Está no artigo:<br />
&#8220;Na sala de aula, os alunos são divididos em times de estudantes de jornalismo e computação, com o objetivo de criar aplicativos web necessários para a apuração e o consumo de notícias.&#8221;</p>
<p>Eu apostaria nessa união de áreas e talentos especialmente para convencer a turma que vê a tecnologia como &#8220;isso não é jornalismo&#8221;. Ao ter a possibilidade de expandir seu potencial criativo, ver a coisa acontecer em parceria com o pessoal da computação e se colocar em uma carreira top, o hacker-journalist se encantaria pelo trabalho.</p>
<p><strong>Origem</strong><br />
O termo foi cunhado por Brian Boyer, um desenvolvedor de software e graduado pela <a href="http://www.medill.northwestern.edu/" target="blank">Medill</a> (escola de jornalismo da Northwestern University). Ele assume, neste mês, o cargo de &#8220;editor de aplicativos noticiosos&#8221;, no Chicago Tribune.</p>
<p>Nesta função, Boyer vai escrever aplicativos para o site do jornal, buscando apresentar aos leitores relatórios de reportagens investigativas em bancos de dado interativos e passíveis de busca. (da <a href="http://www.time.com/time/business/article/0,8599,1902202,00.html" target="blank">Time</a>)</p>
<p><strong>Não apenas um novo cargo, mas um novo perfil profissional.</strong></p>
<p>(<a href="http://ubimidia.com/" target="blank">Eduardo Pellanda</a>, valeu a dica dos artigos!)</p>
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		<title>Como ganhar dinheiro com UGC?</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/02/16/como-ganhar-dinheiro-com-ugc/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 19:56:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem faz essa pergunta não são os usuários/interagentes/colaboradores ou ainda &#8220;autores&#8221; dos conteúdos. Mas as empresas de comunicação que abrem espaço para o público veicular suas criações. Essa foi a tônica do UGCX &#8211; User Generated Content Conference &#8211; realizado &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/02/16/como-ganhar-dinheiro-com-ugc/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem faz essa pergunta não são os usuários/interagentes/colaboradores ou ainda &#8220;autores&#8221; dos conteúdos. Mas as empresas de comunicação que abrem espaço para o público veicular suas criações.</p>
<p>Essa foi a tônica do <a href="http://www.ugcxevent.com/socialtrack.html" target="blank">UGCX &#8211; User Generated Content Conference</a> &#8211; realizado dias atrás em San José, Vale do Silício.</p>
<p>Entendo que, em tempos de crise, muito esforço deve ser empreendido em alternativas de renda. Mas é triste perceber que esta preocupação se mantém à sombra do entendimento que empresários do setor têm sobre o DNA do UGC.</p>
<p>Manuel Maqueda, do <a href="http://www.periodismociudadano.com/2009/02/16/aspiraciones-humanas-y-per/" target="blank">Periodismo Ciudadano</a>, faz uma pertinente análise sobre o caso, inspirado no evento UGCX:</p>
<p>&#8220;La gran presencia de empresarios, agentes de publicidad y expertos en marketing da idea del interés enorme que tienen las empresas en los medios sociales.  Sin embargo, era patente que, paralelo a este interés, corre un gran desconocimiento, y también la sospecha, más o menos confirmada según el caso, de que las <strong>reglas del juego en los medios sociales no son las mismas que en los medios tradicionales.</strong><br />
¿Cómo se logra esta participación? ¿Qué hace que ciertos contenidos y plataformas sean pegadizos o virales? ¿Qué factores impulsan estas decisiones colectivas y espontáneas? Son preguntas sin respuesta que mantienen obsesionados y perplejos a los empresarios mediáticos.&#8221;</p>
<p>Entendo, mais do que nunca, agora, que a conta precisa ser paga e que essa é a preocupação que rege o mercado de comunicação. Mas questões como as colocadas pelo Manuel, acima, precisam de respostas e a academia pode ser o lugar para se procurar estas respostas. Eu me proponho a este e outros desafios na mesma linha.</p>
<p>Parece pretensioso. Mas o desafio maior segue sendo o mercado considerar essas discussões.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Twitter: onde se fala mais e ouve menos</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/01/08/twitter-onde-se-fala-mais-e-ouve-menos/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 19:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>

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		<description><![CDATA[Impressionante esse número trazido por um relatório divulgado pelo Twitter, sobre o uso dessa plataforma: 35% dos usuários do Twitter têm 10 ou menos seguidores Fiquei surpresa porque esse dado evidencia um traço-chave no comportamento dos twitters: expressão em primeiro &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/01/08/twitter-onde-se-fala-mais-e-ouve-menos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Impressionante esse número trazido por um relatório divulgado pelo Twitter, sobre o uso dessa plataforma:</p>
<p><strong>35% dos usuários do Twitter têm 10 ou menos seguidores</strong></p>
<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/twitter_followers.jpg" alt="twitter followers" /></p>
<p>Fiquei surpresa porque esse dado evidencia um traço-chave no comportamento dos twitters: <strong>expressão em primeiro lugar</strong>.</p>
<p>Percebam que é muito mais importante eu me manifestar do que saber o que os outros estão dizendo.</p>
<p>E essa lógica perpassa a maior parte dos ambientes colaborativos que vemos hoje. A &#8220;graça&#8221; de braços colaborativos de veículos noticiosos, por exemplo, é sempre &#8220;AQUI VOCÊ PUBLICA&#8221;. Mas nunca se fala sobre &#8220;O QUE VOCÊ SÓ ENCONTRA AQUI&#8221;.</p>
<p>É uma questão de perspectiva, ok. Mas isso impacta fortemente ao pensarmos na viabilidade editorial e financeira de um ambiente colaborativo.</p>
<p>Afinal: aquele lugar só é bom para quem escreve ou também é bom para quem lê?</p>
<p>Parece que o Twitter está sendo bom para quem lê. Mas é melhor ainda para quem escreve.</p>
<p>**Valeu pela <a href="http://blog.hubspot.com/blog/tabid/6307/bid/4439/State-of-the-Twittersphere-Q4-2008-Report.aspx" target="blank">dica</a>, <a href="http://www.interatores.ning.com" target="blank">Sérgio Ludtke</a>! <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Wolton e a disfunção narcotizante</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2008/08/19/wolton-e-a-disfuncao-narcotizante/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 18:26:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[mirabolices]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje de manhã discutíamos Lévy + Wolton + nós mesmos durante a aula na Cásper. E lá pelas tantas, o Wolton dizia no texto publicado na edição 15 da Revista Famecos: &#8220;&#8230; não é suficiente que os homens troquem muitas &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2008/08/19/wolton-e-a-disfuncao-narcotizante/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje de manhã discutíamos Lévy + Wolton + nós mesmos durante a aula na Cásper. E lá pelas tantas, o Wolton dizia no texto publicado na <a href="http://www.pucrs.br/famecos/pos/revfamecos/15.htm" target="blank">edição 15 da Revista Famecos</a>:</p>
<p>&#8220;&#8230; não é suficiente que os homens troquem muitas informações para que se compreendam melhor. São os planos culturais e sociais de interpretação das informações que contam, não o volume ou a diversidade dessas informações. (&#8230;) O tempo ganho no acesso à informação pode ser novamente perdido na dificuldade de interpretar essa informação.&#8221;</p>
<p>Por mais que eu discorde do Wolton noutros momentos, essa visão que ele tem sobre quantidade (de informação) versus qualidade (de interpretação) me parece iluminada!</p>
<p>Daí veio o Diogo Bercito e citou um texto superbacana publicado no Observatório de Imprensa, que fala sobre a <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/iq181120034.htm" target="blank">&#8220;difunção narcotizante&#8221;</a> a que os meios de massa expõem o público.</p>
<p>Parece que, por mais amplo e diverso que seja o universo digital, esse efeito &#8220;chapante&#8221; da informação que vem dos meios de massa se estende para o mundo dos bits&#8230;</p>
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