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	<title>Libellus &#187; mirabolices</title>
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	<description>by Ana Brambilla</description>
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		<title>Wolton e a disfunção narcotizante</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 18:26:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[mirabolices]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje de manhã discutíamos Lévy + Wolton + nós mesmos durante a aula na Cásper. E lá pelas tantas, o Wolton dizia no texto publicado na edição 15 da Revista Famecos: &#8220;&#8230; não é suficiente que os homens troquem muitas &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2008/08/19/wolton-e-a-disfuncao-narcotizante/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje de manhã discutíamos Lévy + Wolton + nós mesmos durante a aula na Cásper. E lá pelas tantas, o Wolton dizia no texto publicado na <a href="http://www.pucrs.br/famecos/pos/revfamecos/15.htm" target="blank">edição 15 da Revista Famecos</a>:</p>
<p>&#8220;&#8230; não é suficiente que os homens troquem muitas informações para que se compreendam melhor. São os planos culturais e sociais de interpretação das informações que contam, não o volume ou a diversidade dessas informações. (&#8230;) O tempo ganho no acesso à informação pode ser novamente perdido na dificuldade de interpretar essa informação.&#8221;</p>
<p>Por mais que eu discorde do Wolton noutros momentos, essa visão que ele tem sobre quantidade (de informação) versus qualidade (de interpretação) me parece iluminada!</p>
<p>Daí veio o Diogo Bercito e citou um texto superbacana publicado no Observatório de Imprensa, que fala sobre a <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/iq181120034.htm" target="blank">&#8220;difunção narcotizante&#8221;</a> a que os meios de massa expõem o público.</p>
<p>Parece que, por mais amplo e diverso que seja o universo digital, esse efeito &#8220;chapante&#8221; da informação que vem dos meios de massa se estende para o mundo dos bits&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>26ª BSP: START!</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Sep 2004 17:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[mirabolices]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O Presidente da Fundação Bienal de São Paulo, Manoel Francisco Pires da Costa, convida para a abertura da 26ª Bienal de São Paulo sábado, 25 de setembro de 2004, às 19h30 no Pavilhão da Bienal, Parque do Ibirapuera, Portão 3. &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2004/09/25/26%c2%aa-bsp-start/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/im000129.jpg" /></p>
<p>O Presidente da Fundação Bienal de São Paulo, Manoel Francisco Pires da Costa, convida para a abertura da 26ª Bienal de São Paulo</p>
<p>sábado, 25 de setembro de 2004, às 19h30 no Pavilhão da Bienal, Parque do Ibirapuera, Portão 3.</p>
<p>Solicitamos a chegada com 30 minutos de antecedência devido à presença de autoridades governamentais.<br />
Convite válido para 2 pessoas. Pede-se a apresentação deste. Recomendamos o uso de táxi para chegar ao Pavilhão.</p>
<p>aaaaahhhhhh&#8230; eu estava lá. Só que ainda era cedo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Onírico</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Sep 2004 17:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[mirabolices]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele se recuperava de uma cirurgia recente. Estava frágil. Ou era frágil. Ali, deitado sobre o leito do hospital, ainda sob os efeitos da anestesia, esforçava-se por me reconhecer. Balbuciou duas, três palavras. Virou-se de bruço e parou. Desespero. Ao &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2004/09/25/onirico/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/im000107.jpg" /></p>
<p>Ele se recuperava de uma cirurgia recente. Estava frágil. Ou era frágil.<br />
Ali, deitado sobre o leito do hospital, ainda sob os efeitos da anestesia, esforçava-se por me reconhecer. Balbuciou duas, três palavras. Virou-se de bruço e parou.</p>
<p>Desespero.</p>
<p>Ao nosso redor nenhum médico, nenhuma enfermeira. Só o apito irritante e insistente do medidor dos batimentos cardíacos. Estridência constante. Pavor.</p>
<p>Sem força nem experiência, uni meus punhos e me pus a pressioná-lo na altura do peito. Tinha de voltar. Não o sentia. Não o tinha mais em minhas mãos.</p>
<p>Um minuto, mostrava o monitor. Mais alguns segundos e qualquer esforço seria em vão.</p>
<p>Vamos! Mais um pouco. Cada empurão era um soco, um baque, um sopro de vida outra vez. 20, 40, 60&#8230; Ele voltou. Chorando, suspirei.</p>
<p>Quem era aquele menino, loiro, de bochechas rosadas, não mais de 10 anos, que trouxe de volta à vida essa noite?</p>
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		<title>Menina dos Olhos</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2004/09/24/menina-dos-olhos/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2004 17:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[mirabolices]]></category>

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		<description><![CDATA[Me valeu a noite, o dia e, quem sabe, a Primavera. Ele não olha nos olhos e nem por isso deixa de fitar. Nem por isso falta quem olhe nos seus olhos e capture segredos, entrelinhas de silêncio em possível &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2004/09/24/menina-dos-olhos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/aau.jpg" /></p>
<p>Me valeu a noite, o dia e, quem sabe, a Primavera.<br />
Ele não olha nos olhos e nem por isso deixa de fitar. Nem por isso falta quem olhe nos seus olhos e capture segredos, entrelinhas de silêncio em possível encantamento.</p>
<p>Enquanto, em março, eu me encantava com o posto sublime de mestre, mal entendia o que havia entre o quadro negro e eu.</p>
<p>(à Vanessa e ao Rogério, pela companhia salva-vidas e pela pupila que não tive&#8230;)</p>
<p>P.S.: não, o coração desenhado a giz no mural à esquerda NÃO fui eu quem desenhou <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esvazio</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2004/09/21/esvazio/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2004 17:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[mirabolices]]></category>

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		<description><![CDATA[O corpo some. O espaço some. O tempo some. Some isso e prove o fel da intensidade efêmera da Pós-Modernidade. A culpa não é do ciberespaço, tão-somente. Nem da aceleração. Tampouco da heterogeneidade. Nem de olhares múltiplos, momentos múltiplos, personalidades &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2004/09/21/esvazio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O corpo some. O espaço some. O tempo some.<br />
Some isso e prove o fel da intensidade efêmera da Pós-Modernidade.</p>
<p>A culpa não é do ciberespaço, tão-somente. Nem da aceleração. Tampouco da heterogeneidade. Nem de olhares múltiplos, momentos múltiplos, personalidades múltiplas. Nada é impulsivo por acaso.</p>
<p>É o reflexo primitivo do simulacro. De que o real inexiste no virtual. Oposição errônea e irresponsável.</p>
<p>Se a essência da técnica não é técnica, não custa lembrar que por trás de telas, há gente. E gente morre.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como se olhasse à Confeitaria</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2004/09/19/como-se-olhasse-a-confeitaria/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Sep 2004 17:02:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[mirabolices]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoa: &#8220;(Come chocolates, pequena; Come chocolates! Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates. Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria. Come, pequena suja, come! Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2004/09/19/como-se-olhasse-a-confeitaria/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/im000073.jpg" /></p>
<p>Pessoa:</p>
<p>&#8220;(Come chocolates, pequena;<br />
Come chocolates!<br />
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.<br />
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.<br />
Come, pequena suja, come!<br />
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade<br />
com que comes!<br />
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,<br />
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.&#8221;</p>
<p>(do poema Tabacaria, de Ferando Pessoa)</p>
<p>Acima, portão verde, é a casa do chinês que fabrica pãezinhos recheados e não chocolates. Casa-tabacaria. Pãezinhos-de-metafísica. De-noite-com-chuva.</p>
<p>Rua Fagundes, bairro da Liberdade, São Paulo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por uma outra Comunicação</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2004/09/17/por-uma-outra-comunicacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2004 16:59:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[mirabolices]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Há poucos dias falei da Comunicação mediada por computador como sendo lacunar. Acolhi e lamentei as entrelinhas, o quanto confundem, enganam, tornam os relacionamentos que DEPENDEM dessas mensagens uma grande aventura (ou seria uma desventura?). Na manhã de hoje, no &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2004/09/17/por-uma-outra-comunicacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há poucos dias falei da Comunicação mediada por computador como sendo lacunar. Acolhi e lamentei as entrelinhas, o quanto confundem, enganam, tornam os relacionamentos que DEPENDEM dessas mensagens uma grande aventura (ou seria uma desventura?).</p>
<p>Na manhã de hoje, no café do corredor no PPGCOM (bendita hora em que as idéias afloram informalmente e o conhecimento tácito transforma-se em explícito), o colega Cristiano comentou uma discussão que teve sobre CMC com o Prof. Francisco Rudiger, cujo viés frankfurtiano na análise da cibercultura me provoca intensamente.</p>
<p>E nas palavras do Cristiano, o que chamo (desafortunadamente) de lacunas, seria a configuração de uma nova Comunicação, ou uma outra maneira de comunicar, própria da Internet.</p>
<p>Achei curioso, nem um pouco apocalíptico e inquietante a proposta dele (ou do Rudiger). Necessário &#8211; e urgente! &#8211; discutirmos mais sobre isso. Sobre discursos intencionais, sobre a construção de personas, sobre mensagens cínicas (cientes das possíveis interpretações e, por isso, programadas) e ingênuas (despretensiosas, inconscientes)&#8230;</p>
<p>Serei eu uma cínica, que tão ciente das entrelinhas já projeta possíveis interpretações ao compor uma mensagem e jogá-la na trama da rede?</p>
<p>Sim, me descubro uma cínica, ainda que no mais inofensivo teor do termo. E isso surpreende.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Libellus</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2004/09/16/libellus/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2004 16:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[mirabolices]]></category>

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		<description><![CDATA[Roger Chartier: &#8220;A hierarquia dos formatos existe desde os últimos séculos do manuscrito: o grande in-fólio que se põe sobre a mesa é o livro de estudo, da escolástica, do saber; os formatos médios são aqueles dos novos lançamentos, dos &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2004/09/16/libellus/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Roger Chartier:</p>
<p>&#8220;A hierarquia dos formatos existe desde os últimos séculos do manuscrito: o grande in-fólio que se põe sobre a mesa é o livro de estudo, da escolástica, do saber; os formatos médios são aqueles dos novos lançamentos, dos humanistas, dos clássicos antigos copiados durante a primeira vaga do humanismo, antes de Gutenberg; e o libellus, isto é, o livro que se pode levar no bolso, é o livro de preces e de devoção, e às vezes de diversão.&#8221;</p>
<p>(das páginas 8 e 9 de A aventura do livro: do leitor ao navegados. UNESP, 1998.</p>
<p>Libellus &#8211; está batizado meu futuro blog.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como se fosse a primavera</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2004/09/14/como-se-fosse-a-primavera/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2004 17:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[mirabolices]]></category>

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		<description><![CDATA[Chico Buarque: &#8220;De calada maneira Você chega assim sorrindo Como se fosse a Primavera E eu morrendo De que modo sutil Me derramou na camisa Todas as flores de abril Que lhe disse que eu era Riso sempre e nunca &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2004/09/14/como-se-fosse-a-primavera/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/im000336.jpg" /></p>
<p>Chico Buarque:</p>
<p>&#8220;De calada maneira<br />
Você chega assim sorrindo<br />
Como se fosse a Primavera<br />
E eu morrendo<br />
De que modo sutil<br />
Me derramou na camisa<br />
Todas as flores de abril</p>
<p>Que lhe disse que eu era<br />
Riso sempre e nunca pranto<br />
Como se fosse a primavera<br />
Não sou tanto<br />
No entanto, que espiritual<br />
Você me dar uma rosa<br />
Do seu rosal principal&#8221;</p>
<p>Ar diferente. Enganação? Um ar, sim, primaveril. Temperatura que não se mede em termômetro. Brisa sem barômetro. Luz que só muda na pupila.<br />
Quem precisa de datas, dados, calendários precisos se a Primavera espia, ligeira, encantadora, pelo epílogo do Inverno?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Templo Seminal</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2004/09/13/templo-seminal/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2004 16:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[mirabolices]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[O lugar mantém o mesmo aroma de cinco anos atrás. Não pareceria tanto tempo se as particularidades dessa sala se limitassem ao cheiro de madeira-e-pão-de-queijo-e-suco-de-laranja. Se eu, sentadinha ali perto da janela, comecei meu Jornalismo em 1999/1 e agora digito &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2004/09/13/templo-seminal/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/sala_mosaico.jpg" /></p>
<p>O lugar mantém o mesmo aroma de cinco anos atrás. Não pareceria tanto tempo se as particularidades dessa sala se limitassem ao cheiro de madeira-e-pão-de-queijo-e-suco-de-laranja.</p>
<p>Se eu, sentadinha ali perto da janela, comecei meu Jornalismo em 1999/1 e agora digito esse post, começaram comigo a Carina (repórter do Correio do Povo), o Deco (publicitário da Agência da PUCRS), a Lê (cineasta), a Marina (casada, morando em Istambul), Luciano Hoppe (trabalhando em MG), Mariella (que virou mãe da Elisa, trabalhando no interior do RS), Gabi Brito (repórter no interior do RS), Edu Falcão (que largou o Jornalismo e cursa Administração na UFRGS), Jennifer (que largou a faculdade no primeiro ano), Gustavo (falecido num acidente de carro), Ana Paula (terminando a especialização em RRPP no Senac), Lorena (editora da TV de Jaguarão, no interior do RS), Betina (trabalhando numa ONG), Juliana (enfim formada, mesmo após um longo período de afastamento por uma doença que a deixou paraplégica) e tantas outras pessoas de quem não sei o paradeiro.</p>
<p>Tantas histórias, tantos caminhos que ali estavam cruzados e, num par de semestres deram um looping de 180 graus.</p>
<p>O mais interessante é que essa mesma sala segue sendo o Templo Seminal de outras tantas histórias que, sabe-se quando, escreverão seus capítulos próprios.</p>
<p>É fértil estar no âmago dessa narrativa. Se lembranças inspiram, projeções podem ser ainda mais comoventes&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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