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	<title>Libellus &#187; jornalismo</title>
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	<description>by Ana Brambilla</description>
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		<title>Facebook: a maior empresa jornalística da história?</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 03:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De carona com o lançamento recente de uma fanpage dedicada a divulgar boas práticas aos jornalistas na rede, o Facebook aparece no centro de uma polêmica interessante. O momento mostra que hiperlocal é hype. E qual outro ambiente consegue se &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2011/04/08/facebook-a-maior-empresa-jornalistica-da-historia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/04/facebook.jpg"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/04/facebook.jpg" alt="" title="facebook" width="485" height="563" class="" /></a></p>
<p>De carona com o lançamento recente de uma <a href="http://www.facebook.com/journalist?sk=wall" target="blank">fanpage</a> dedicada a divulgar boas práticas aos jornalistas na rede, o Facebook aparece no centro de uma polêmica interessante.</p>
<p>O momento mostra que hiperlocal é hype. E qual outro ambiente consegue se tornar tão segmentado em medidas ajustáveis do que as mídias sociais? Não por acaso, são espaços por onde circula, acontece e se busca muita notícia. Uma lógica possível pode ser essa: <strong>jornalismo + hiperlocal = rede social</strong>. Mas daí ao Facebook ser a maior empresa jornalística de todos os tempos faz sentido?</p>
<p>Joshua Gans, professor de economia da Melbourne Business School, não só acredita que sim como justifica com a noção do <strong>hiperlocal social</strong>, ou seja, a vizinhança não geográfica, mas agrupada em torno de interesses comuns &#8211; o que sempre estudamos como a base de qualquer comunidade online. O que muda, talvez, seja a escala do Facebook e outro aspecto curiosíssimo que, assim como este, é abordado pelo <a href="http://www.editorsweblog.org/newsrooms_and_journalism/2011/04/journalists_on_facebook_how_to_make_the.php" target="blank">EditorWeblogs.org</a>.</p>
<p><strong>Fun and News</strong></p>
<p>Um dos diferenciais mais significativos do Facebook enquanto ferramenta jornalística é a combinação de práticas sociais em um mesmo espaço. Mathew Ingram reduz o Twitter a sinônimo de jornalismo, como se o único propósito dos tuiteiros fosse buscar notícias por lá. Enquanto isto, no Facebook, o jornalismo se espalha num emaranhado de fotos divertidas, jogos em rede, conversa de amigos, aplicativos <em>cute</em>&#8230; ou seja, não é um espaço <strong>somente</strong> jornalístico. Mas cá entre nós: vocês vêem o Twitter como sinônimo integral de jornalismo? Eu confesso que não.</p>
<p>Ainda assim, a perspectiva destes caras parece fazer sentido, ainda que um tanto exagerada. Talvez caminhemos para esta configuração do jornalismo em mídias sociais. Talvez tenhamos que buscar fazer um jornalismo mais divertido &#8211; o que não é novo, vide os newsgames! &#8211; para manter a relevância no convívio social do público.</p>
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		<title>Tweets editoriais patrocinados</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 20:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Não é de hoje que sou percebo certa incoerência em usuários de redes sociais se colocarem como espaços comerciais de mídia. Isso vem desde os probloggers com seus publieditoriais até tuiteiros cobrando &#8211; e bem! &#8211; por inserções publicitárias. A &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2011/04/04/tweets-editoriais-patrocinados/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/04/homem_anuncio.jpg"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/04/homem_anuncio.jpg" alt="" title="homem_anuncio" width="350" height="467" class="alignleft size-full wp-image-1071" /></a></p>
<p>Não é de hoje que sou percebo certa incoerência em usuários de redes sociais se colocarem como espaços comerciais de mídia. Isso vem desde os probloggers com seus <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI27253-15259-1,00-A+PUBLICIDADE+ESTA+INVADINDO+OS+BLOGS.html" target="blank">publieditoriais</a> até tuiteiros cobrando &#8211; e bem! &#8211; por inserções publicitárias.</p>
<p>A razão é uma só: são indivíduos &#8211; e não marcas midiáticas vendendo espaços comerciais.</p>
<p>Estou na contramão de uma galera que considero gente fina por outras razões, tipo o <a href="http://www.twitter.com/interney">Edney Souza</a>, um dos precursores deste formato. Sem confundir com conteúdo customizado, publicidade em perfis de indivíduos em redes sociais me soam tão fakes quanto perfis de marcas no Orkut ou no Facebook &#8211; que são lugares de pessoas, com cor de olhos, cabelo, altura e preferência sexual, atributos que&#8230; bem&#8230; marcas não dispõem.</p>
<p>A caro custo, veículos de imprensa conseguiram (?) estabelecer uma limite entre o que é editorial e o que é publicitário, validando a venda de espaços comerciais ao lado de conteúdos <strong>pretensamente</strong> desinteressados por outras relações que excluam o compromisso com a verdade. </p>
<p>Bom, até na mídia convencional, igreja e estado ainda se confundem. Imagina em um ser humano, cujo compromisso deveria ser com a própria consciência, que gera a sua opinião.</p>
<p>Talvez por isso, alguns &#8220;protwitters&#8221; sejam arredios ao falarem sobre o assunto, como cita esta <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110404/not_imp701307,0.php" target="blank">matéria</a> no Estadão:</p>
<p><em>&#8220;Essa resistência em assumir o uso do microblog como mídia se justifica pela ideia cultivada pelos usuários de que os comentários só são críveis se forem espontâneos.<br />
Mas a manipulação comercial é um fato, embora tuiteiros que cobram para divulgar mensagens publicitárias prefiram esconder o jogo.&#8221;</em></p>
<p>E se um perfil editorial vender inserções publicitárias? Quer saber? Acho mais natural. Ao menos é mídia vendendo mídia. E não ser humano vendendo opinião. <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u18624.shtml" target="blank">(Em casos mais exagerados, vendendo até o corpo como mídia)</a></p>
<p>Por mais que a sinalização aconteça através de não tão claras hashtags do tipo #ad, aplaudo a iniciativa do perfil <a href="http://www.twitter.com/igbeleza" target="blank">@igbeleza</a>, do portal iG, em escancarar o jogo de que se trata de um tweet publicitário.</p>
<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/04/Imagem8.png"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/04/Imagem8.png" alt="" title="Imagem8" width="456" height="273" class="alignnone size-full wp-image-1069" /></a></p>
<p>Depois de inquirir e ser inquirida tantas vezes sobre como extrair dinheiro das redes sociais no jornalismo, será essa uma tendência?</p>
<p>UPDATED: o ex-aluno e querido <a href="http://www.twitter.com/mktomedi" target="blank">Maurício Tomedi</a> comentou pelo Twitter sobre os ads do perfil <a href="http://www.twitter.com/vfeminina" target="blank">@VFeminina</a>. Disse a ele que ainda prefiro o tipo A do que o tipo B. Jogar limpo tem tudo a ver com mídias sociais. E quanto mais explícito for o anúncio, especialmente citando o perfil do anunciante como agente da mensagem, mais limpo o jogo será.</p>
<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/04/vfeminina.jpg"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/04/vfeminina.jpg" alt="" title="vfeminina" width="450" height="484" class="alignnone size-full wp-image-1077" /></a></p>
<p>E isso me leva a pensar noutro formato, mas que ainda não encontrei por aí&#8230; O RT de mensagens publicitárias em perfis editoriais. Alguém já viu isso? Agradeceria por me indicar <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Acomodados ou pró-ativos?</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2011/03/09/acomodados-ou-pro-ativos/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 23:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Visualize uma luz branca entrando pelo alto de sua cabeça. Lentamente, esta luz se espalha pelo seu corpo. A luz relaxa cada músculo; cura cada órgão seu&#8230;&#8221; - Como são boas essas meditações de visualização, Mãe&#8230; - Isso tem impacto &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2011/03/09/acomodados-ou-pro-ativos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Visualize uma luz branca entrando pelo alto de sua cabeça.<br />
Lentamente, esta luz se espalha pelo seu corpo.<br />
A luz relaxa cada músculo; cura cada órgão seu&#8230;&#8221;</em></p>
<p>- Como são boas essas meditações de visualização, Mãe&#8230;<br />
- Isso tem impacto pra vocês de hoje porque vocês não pegaram o tempo das radionovelas.<br />
- Por quê?<br />
<strong>- Porque lá a gente tinha que imaginar cada cena e hoje em dia já vem tudo pronto!</strong></p>
<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/watching_tv.jpg"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/watching_tv.jpg" alt="" title="Imagem licenciada por Creative Commons por Robinsan, no Flickr" width="450" height="336" class="alignnone size-full wp-image-1060" /></a></p>
<p>Dona Sonia não só tem razão como me deixou com a pulga atrás da orelha&#8230; <strong>Como podemos receber tudo pronto e, ao mesmo tempo, celebrar os processos colaborativos na mídia digital?</strong></p>
<p>Somos acomodados ou pró-ativos? Suamos com Wii. O 3D nos conduz a outras realidades sensoriais sem sairmos da cadeira. Escolho o cardápio da janta acessando o site de telentregas. Se não estivermos em casa na hora da novela assistimos pelo celular mesmo. A lembrança do aniversário dos amigos chega até nós pelas redes sociais e até para cutucá-los apertamos um botão.</p>
<p>E sonhamos com TV digital <em>interativa</em>?</p>
<p>E achamos que o diferencial de um site é o que ele tem de interativo?</p>
<p>Queremos realmente fazer algo? <strong>O que</strong> queremos fazer?</p>
<p>No caso da TV ainda sou meio turrona e penso em Dominique Wolton (se bem lembro) falando sobre a espinha dorsal do ser humano. Ela muda drasticamente de ângulo entre quem assiste à TV e quem se senta à frente de um computador. No primeiro caso, a inclinação do corpo para trás, no sofá, indica aceitação, entrega, ao contrário do segundo caso, onde se vê uma curvatura para frente, insinuando imersão, ação.</p>
<p>Nem tudo deve ser colaborativo. Nem todo o conteúdo tem de precisar do dedo do público para fazer sentido, sob pena de sofrer com o abandono. Daí lembro de projetos como o <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2007/11/08/imprensa15316.shtml" target="blank">Limão</a>, em sua proposta inicial, os falecidos <a href="http://gostei.abril.com.br/" target="blank">Gostei</a> e <a href="http://blogs.abril.com.br/pinfotos" target="blank">PinFotos</a>, da Abril, o moribundo <a href="http://blogs.abril.com.br/acontece/2011/02/encerramento-blogs-abril-31-marco-2001.html" target="blank">Abril Blogs</a>, a TBox, do Terra além de homes e streamings customizáveis à lá <a href="http://www.netvibes.com/pt-br" target="blank">NetVibes</a> da vida.</p>
<p>Isso não quer dizer que o público seja preguiçoso, mas que ele tem foco e já selecionou onde quer interagir e qual conteúdo vai produzir. Noutras palavras, ele vai fazer o que ELE quiser, onde ELE quiser, não exatamente no NOSSO site o conteúdo que NÓS quisermos.</p>
<p>As redes sociais se firmam como os locais absolutos para interação e definem, dia após dia, qual o tipo de UGC o usuário está a fim de produzir. É do nosso agrado? Pouco importa. O jornalismo até vai bem ao se infiltrar nestes ambientes próprios do usuário e inventar maneiras de integrar a interação das redes com o conteúdo dos veículos. </p>
<p>Eu arriscaria dizer, inclusive, que as mídias sociais incentivaram o público a produzir ainda mais conteúdo, um acontecimento que tem sido cada vez melhor explorado pelos veículos. Mas vale lembrar que rede social e veículo online ainda estão na mesma mídia.</p>
<p>Como será que a TV vai se sair em redes sociais? Terá ela algum outro apoio para mudar a postura cervical do espectador e estimulá-lo a interagir, <strong>a criar</strong>?</p>
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		<title>Isso é jornalismo? Who cares?</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2011/02/05/isso-e-jornalismo-who-cares/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 19:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
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		<category><![CDATA[jornalismo cidadão]]></category>
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		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia uma amiga me contou, afobada: ELA: Viu que o câncer da Dilma voltou? EU: Não! Onde tu viu? ELA: No Twitter! EU: Sim, mas no Twitter de quem? ELA: Ah, não lembro. No Twitter&#8230; Quando comecei a estudar &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2011/02/05/isso-e-jornalismo-who-cares/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1050" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a href="http://www.flickr.com/photos/toastforbrekkie/603656816/"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/02/whocares.jpg" alt="" title="whocares" width="450" height="287" class="size-full wp-image-1050" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem de George, licenciada por Creative Commons</p></div>
<p>Outro dia uma amiga me contou, afobada:</p>
<p>ELA: <em>Viu que o câncer da Dilma voltou?</em><br />
EU: <em>Não! Onde tu viu?</em><br />
ELA: <em>No Twitter!</em><br />
EU: <em>Sim, mas no Twitter de quem?</em><br />
ELA: <em>Ah, não lembro. No Twitter&#8230;</em></p>
<p>Quando comecei a estudar jornalismo colaborativo, em 2003, um conteúdo ser ou não ser jornalismo era uma grande questão. Talvez a imposição dos veículos perante o público ainda mantivesse aberto esse abismo entre conteúdo e notícia. Sempre sublinhei a diferença entre <em>conteúdo</em> colaborativo (YouTube, Flickr, blogs) e <em>jornalismo</em> colaborativo nas aulas e conversas com estudantes.</p>
<p>Lembro que fiquei fula da vida quando perguntei ao Dr. Roberto Civita, durante uma palestra lá na Abril, em 2006, alguma coisa sobre jornalismo cidadão em relação à então recém-lançada Sou+Eu. Ele me respondeu indicando que a revista não era jornalística. Hoje tenho que dar risada da minha brabeza.</p>
<p>O jornalismo não morreu e nem morrerá (sorry, <a href="http://ojornalismorreu.posterous.com/" target="blank">JR</a>). O que a Sou+Eu faz ainda é jornalismo, aos meus olhos, assim como qualquer veículo de imprensa que assim se propõe e leva a cabo a rotina editorial. Mas&#8230; quem se importa com isso?</p>
<p>Informação virou commodity. Twitter virou imprensa.<br />
(Demorei pra perceber?)</p>
<p>Assim como o público nunca questionou o que a Fátima Bernardes ou o Faustão dizem pela TV, quem se preocupará em questionar uma informação tuitada?</p>
<p>No <a href="http://tecnologia.terra.com.br/campus-party/noticias/0,,OI4898741-EI17279,00-Campus+Party+Brasil+debate+a+confiabilidade+de+redes+sociais.html" target="blank">debate</a> em que participei na Campus Party desse ano, ao lado do <a href="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/" target="blank">Alexandre Matias</a>, do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Demi_Getschko" target="blank">Demi Getschko</a> e do <a href="http://noticias.r7.com/blogs/andre-forastieri/" target="blank">André Forastieri</a>, nosso moderador, o <a href="http://www.gilgiardelli.com.br/2010/" target="blank">Gil Giardelli</a>, perguntou se entendíamos o Wikileaks como jornalismo. Fui a única do grupo que discordou. &#8220;Mas, afinal, quem se importa se algo é jornalismo ou não?&#8221; Pelo jeito, só nós, jornalistas <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O público consome informação já sem fazer distinção entre o que esperar de cada mídia, tampouco saber quem a faz, que processo está por trás. Não se trata de uma visão pessimista. É apenas uma crise. E crises costumam ser oportunidades férteis para reinvenções.</p>
<p>E aí, jornalismo? Vai ficar aí parado ou fazer alguma coisa para recuperar o diferencial e a relevância? Talvez se &#8220;impor&#8221; já não seja exatamente a melhor coisa a fazer&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Procuram-se leitores</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2010/11/30/procuram-se-leitores/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 13:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Há duas semanas conversei com Mr. Oh Yeon Ho, criador do OhmyNews, em busca do porquê de o OhmyNews International ter mudado tão bruscamente de formato em setembro, o que muita gente entendeu como &#8220;fechamento&#8221; de um dos veículos colaborativos &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2010/11/30/procuram-se-leitores/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há duas semanas conversei com Mr. Oh Yeon Ho, criador do <a href="http://www.ohmynews.com">OhmyNews</a>, em busca do porquê de o <a href="http://english.ohmynews.com">OhmyNews International</a> ter mudado tão bruscamente de formato em setembro, o que muita gente entendeu como &#8220;fechamento&#8221; de um dos veículos colaborativos mais fortes.</p>
<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/ohyeonho.jpg"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/ohyeonho.jpg" alt="" title="ohyeonho" width="600" height="486" class="alignnone size-full wp-image-1037" /></a></p>
<p>Além da dificuldade em apurar um conteúdo de abrangência global &#8211; o que só reforça a ideia de que jornalismo cidadão tende a funcionar melhor em pequenas comunidades &#8211; outra razão que Mr. Oh comentou foi a &#8220;<strong>falta de clareza sobre quem é a audiência</strong>&#8220;.</p>
<p>Isso me encasquetou como há muito tempo algo não me incomodava. Especialmente porque a conversa com Mr. Oh aconteceu um dia depois eu ter ouvido, no <a href="http://www.mediaon.com.br">MediaOn</a>, o Ricardo Gandour, do Estadão e o Sérgio Dávila, da Folha de São Paulo falando da importância da colaboração e da aproximação do jornalista com o público.</p>
<p>Levou 7 anos até que ouvisse grandões engravatados da mídia tradicional reverberando papos de barcamps, campus parties e outras desconferências que participei na época do mestrado. Foi bacana perceber que algo em que tanto acredito demorou para acontecer, mas algum dia, aconteceu. Mesmo que o discurso ainda seja maior que os fatos, não apenas no caso do Estadão e da Folha, mas da mídia brasileira de modo geral a maneira como tratam o conteúdo produzido pelo usuário não é mais como um estúpido &#8220;show de calouros&#8221;. </p>
<p><strong>Do ato à qualidade da publicação</strong></p>
<p>Longe de mim fazer o papel de &#8220;do contra&#8221;, mas sem perder a crença no UGC e vendo o entusiasmo de algumas pessoas &#8211; até mesmo no Newscamp &#8211; em proclamar que &#8220;o público AGORA tem poder de publicação&#8221;, me pergunto se já não era hora dessa discussão estar em outro estágio, pensando não mais no ato, mas na qualidade dessa publicação.</p>
<p>Foi essa a preocupação que identifiquei na fala do Mr. Oh. Ok, as pessoas podem publicar e publicam horrores de conteúdo. Mas que conteúdo é esse? Alguém está a fim de consumir essas informações?</p>
<p>Conteúdo colaborativo é bom de publicar, né? É bom pro veículo, que acolhe sua audiência como co-autora. É bom pro público, que encontra vitrine, status e poder de fala. Mas falta algo pra fechar esse círculo. O bom, velho e &#8220;famigerado&#8221; leitor. Procura-se por quem se interesse por este conteúdo produzido pelo público. E não falo de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=JwGLwuQAbFE">Aretuzas</a> ou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=YIwDjgWbdGY&#038;feature=related">Show de Schunemann</a>, embora isso também tenha relevância no cenário colaborativo. Falo principalmente de notícia e de seus desdobramentos.</p>
<p><strong>O jornalismo colaborativo, de modo específico, evidencia um problema de target.</strong> E isso é preocupação editorial, não apenas de negócio.</p>
<p>Mas a equação não é tão simples quanto diz o título. Não se trata de &#8220;encontrar leitores&#8221; para o conteúdo que o público, consolidadamente, vem produzindo e veiculando nos braços colaborativos dos players jornalísticos há pelo menos 10 anos. O desafio é encontrar o eixo editorial que case conteúdo produzido pelo usuário com audiência interessada nisso.</p>
<p>Hoje, o caminho que vejo pra esse desafio é o hiperlocalismo. Não penso só em veículos locais, mas em players de qualquer porte dirigindo-se de modo organizado a audiências muito específicas que encontrem no UGC a janela estendida de suas casas.</p>
<p>Sobre o &#8220;modo organizado&#8221;, conversamos em outro post!</p>
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		<title>Editor de Social Media da BBC inicia em janeiro/10</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/11/17/editor-de-social-media-da-bbc-inicia-em-janeiro10/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 13:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[bbc]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[O nome do moço é Alex Gubbay e foi anunciado ontem como primeiro editor de mídias sociais da empresa britânica. Vale lembrar que o Estadão também nomeou seu editor de Social Media &#8211; é o Rodrigo Martins. Ponto para o &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/11/17/editor-de-social-media-da-bbc-inicia-em-janeiro10/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm4.static.flickr.com/3350/3582297307_7cde5a6f27.jpg" alt="" /></p>
<p>O nome do moço é Alex Gubbay e foi <a href="http://www.bbc.co.uk/pressoffice/pressreleases/stories/2009/11_november/16/gubbay.shtml" target="blank">anunciado ontem</a> como primeiro editor de mídias sociais da empresa britânica.</p>
<p>Vale lembrar que o Estadão também <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/08/estadao-cria-cargo-de-editor-de-midias-sociais-e-lista-no-twitter/">nomeou seu editor de Social Media</a> &#8211; é o Rodrigo Martins. Ponto para o Pedro Dória.</p>
<p>Na BBC, Gubbay vai ancorar um projeto de desenvolvimento de projetos em UGC e disseminar boas práticas do uso das mídias sociais pela redação, além dos correspondentes internacionais.</p>
<p>Entre as tarefas de Gubbay estará a captação de pautas nas mídias sociais, gerenciamento de comentários nos ambientes amparados pela BBC, recepção de material breaking news (fotos, vídeos, testemunhos) que a empresa já recebe atualmente, além do desenvolvimento das ferramentas necessárias para o marca tirar proveito deste ambiente.</p>
<p>Gubbay conquistou o cargo por ser um dos editores com maior dedicação à mensagem que vem do público, além de ser reconhecido pela redação como um profissional que já tem por hábito usar plataformas de mídias sociais. It means: não basta usar, tem que acreditar no que faz.</p>
<p>Bacana o espírito com que a BBC encara a estratégia: &#8220;&#8230; a BBC quer assegurar que isto é tão simples quanto possível às nossas audiências&#8221; &#8211; ou seja, há uma preocupação em disseminar a cultura da colaboração; mostrar que isto pode não ser fácil, mas sem mil artifícios.</p>
<p>Social media, no meu olhar, é um trabalho intenso do ponto de vista humano. Exige tempo e dedicação plenos. Mas os custos operacionais são baixíssimos, uma vez que o público produz conteúdo espontaneamente (resta a nós vermos o que nos serve) e que os ambientes são gratuitos por default (resta a nós elegermos os mais adequados à nossa proposta).</p>
<p>Boa sorte a Gubbay e à BBC. Acompanhemos!</p>
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		<title>Jornalismo + Mídias sociais: cases e tendências</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/11/06/jornalismo-midias-sociais-cases-e-tendencias/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 15:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Observem estes dados: * 19% dos usuários de Twitter, Facebook ou equivalentes usam-nos para RECEBER e COMPARTILHAR INFORMAÇÕES (Princeton Survey Research International, nov/2009) * 18% dos usuários usam as mídias sociais (Wikipedia, Blogs Facebook, Twitter etc) para buscar informações novas &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/11/06/jornalismo-midias-sociais-cases-e-tendencias/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Observem estes dados:</p>
<p><strong>* 19% dos usuários de Twitter, Facebook ou equivalentes usam-nos para RECEBER e COMPARTILHAR INFORMAÇÕES (Princeton Survey Research International, nov/2009)</p>
<p>* 18% dos usuários usam as mídias sociais (Wikipedia, Blogs Facebook, Twitter etc) para buscar informações novas (The Nielsen Company, out/2009)</p>
<p>O internauta brasileiro passa mais tempo em:<br />
* mensagens instantâneas (7h49)<br />
* comunidades &#8211; redes sociais (4h57)<br />
</strong>(<a href="http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&#038;proj=PortalIBOPE&#038;pub=T&#038;db=caldb&#038;comp=pesquisa_leitura&#038;nivel=null&#038;docid=0C603C3C20140371832575F3004B038C">Ibope Nielsen Online</a>)</p>
<p>Daí vem a história&#8230;<br />
<strong><br />
Se o público não vai ao site jornalístico, é o veículo que encontra o público.</strong> Esteja ele onde estiver. E ele está nas mídias sociais. Facinho, né?</p>
<p>Nem tanto. Não é à toa que muitos veículos se desdobram em experiências de habitar estes espaços com objetivos de gerar tráfego em seus próprios sites, ter relevância editorial, fortalecer marca, aproximar-se do público e renovar suas audiências.</p>
<p>Em busca de algumas maneiras de fazer jornalismo aproveitando o que as mídias sociais têm a oferecer, montei este trabalho que apresentei ontem no Seminário Internacional de Comunicação da PUCRS.</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_2431304"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/ambrambilla/mdias-sociais-aplicadas-ao-jornalismo-2431304" title="Mídias Sociais aplicadas ao Jornalismo">Mídias Sociais aplicadas ao Jornalismo</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=keynotesemint-091105113926-phpapp02&#038;stripped_title=mdias-sociais-aplicadas-ao-jornalismo-2431304" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=keynotesemint-091105113926-phpapp02&#038;stripped_title=mdias-sociais-aplicadas-ao-jornalismo-2431304" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/ambrambilla">Ana Brambilla</a>.</div>
</div>
<p>Foi um levantamento de dados e não uma pesquisa conclusiva (nenhuma é). Mas serviu para me mostrar o quão amplo é este assunto, quantas coisas dá para fazer e para onde caminhamos.</p>
<p><strong>Tônica</strong>: em 2005 Steve Outing sugeriu 8 maneiras para incentivar a colaboração no jornalismo. Mas todas eram no <strong>próprio site</strong> do veículo (inclusive o jornalismo colaborativo &#8211; ai!). Seguindo um movimento natural, percebemos que aproximar um veículo das pessoas (nas mídias sociais) é mais prático, leve e promissor do que tentar puxar as massas para dentro do veículo.</p>
<p>Ele &#8211; o público &#8211; já elegeu os SEUS espaços. E como dar murro em ponta de faca costuma só machucar, cabe à mídia entrar nestes espaços também, sem abrir mão da sua casinha matriz.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como usar as mídias sociais no jornalismo?</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/10/10/como-usar-as-midias-sociais-no-jornalismo/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 21:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>
		<category><![CDATA[webinsider]]></category>

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		<description><![CDATA[(Antes tarde&#8230; ) Essa semana publiquei um artigo no Webinsider sobre a apropriação de orkuts, youtubes, twitters, flickrs e afins pelo editorial, sob a edição cuidadosa e gentil do Vicente Tardin. Aparece lá!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Antes tarde&#8230; )</em></p>
<p>Essa semana publiquei um <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/10/06/como-usar-as-midias-sociais-no-jornalismo/">artigo</a> no <a href="http://www.webinsider.com.br" target="blank">Webinsider</a> sobre a apropriação de orkuts, youtubes, twitters, flickrs e afins pelo editorial, sob a edição cuidadosa e gentil do Vicente Tardin.<br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/10/06/como-usar-as-midias-sociais-no-jornalismo/" target="blank"><br />
Aparece lá! <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>70% dos jornalistas usam mídias sociais</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/09/24/70-dos-jornalistas-usam-midias-sociais/</link>
		<comments>http://anabrambilla.com/blog/2009/09/24/70-dos-jornalistas-usam-midias-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 21:38:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita com 317 jornalistas de Nova York pela agência Middleberg (SNCR) apontou que 70% dos jornalistas admitem usar mídias sociais no auxílio da prática da reportagem. O número sobe para 92% quando jornalistas reconhecem que as mídias sociais &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/09/24/70-dos-jornalistas-usam-midias-sociais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa feita com 317 jornalistas de Nova York pela agência <a href="http://www.middlebergcommunications.com/index.html" target="blank">Middleberg (SNCR)</a> apontou que 70% dos jornalistas admitem usar mídias sociais no auxílio da prática da reportagem. O número sobe para 92% quando jornalistas reconhecem que as mídias sociais agilizam a rotina da redação.</p>
<p>Apesar da amostragem pequena, o índice é otimista, ainda mais se comparado ao do ano anterior, quando apenas 41% usavam estas plataformas</p>
<p><img src="http://farm4.static.flickr.com/3285/2945559128_53078d246b.jpg" alt="social media" /></p>
<p>Veiculada na <a href="http://www.prweekus.com/pages/Login.aspx?retUrl=/Number-of-journalists-sourcing-stories-via-social-media-on-rise/article/149438/&#038;PageTypeId=28&#038;ArticleId=149438&#038;accessLevel=2" target="blank">PRWeek</a>, a pesquisa também mostrou que:<br />
- 66% destes jornalistas usam blog<br />
- 51% usam a Wikipedia<br />
- 48% recorrem a vídeos online<br />
- 47% usam Twitter ou outros serviços de microblogging<br />
- 57% percebem que o Twitter ajudou a aumentar sua credibilidade perante os leitores</p>
<p>Boa parte do uso destas mídias é para entrevistas, crowdsourcing e buscando dicas de pauta.</p>
<p><a href="http://blog.journalistics.com/2009/70-percent-of-journalists-use-social-networks-to-assist-in-reporting/" target="blank">Jeremy Poter</a> analisa os resultados em seu sites e entende que uma das razões destes índices elevados do uso de mídias sociais é decorrência do acúmulo de trabalho e da rapidez com que as reportagens devem ser produzidas.</p>
<p>Mas a pesquisa não acabou e o resultado final chega em Novembro.</p>
<p>***<br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/matthamm/2945559128/sizes/s/" target="blank">Imagem de Matt Hamm</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Novas diretrizes curriculares do jornalismo</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/09/20/novas-diretrizes-curriculares-do-jornalismo/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 20:26:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[diretrizes]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos meses a Lei de Imprensa foi revogada no Brasil e o diploma para o exercício do jornalismo deixou de ser obrigatório. Paralelamente, uma comissão formada por 8 cabeças-de-chave da pesquisa em jornalismo no país discutia de maneira amplamente &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/09/20/novas-diretrizes-curriculares-do-jornalismo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos meses a Lei de Imprensa foi revogada no Brasil e o diploma para o exercício do jornalismo deixou de ser obrigatório. Paralelamente, uma comissão formada por 8 cabeças-de-chave da pesquisa em jornalismo no país discutia de maneira amplamente aberta e formulava as <a href="http://download.uol.com.br/educacao/diretrizes_cursos_jornalismo2010.pdf" target="blank"><strong>Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Jornalismo</strong> <em>(pdf)</em></a>. Quem assina o documento lançado ontem é José Marques de Melo, Alfredo Vizeu, Eduardo Meditsch, Lucia Araújo, Luiz Motta, Manuel Chaparro, Sérgio Augusto Mattos e Sonia Virgínia Moreira.</p>
<p>Abaixo, anotações com pitacos:</p>
<p><strong>Ponto 1:<br />
</strong><em>&#8220;&#8230; o conteúdo profissional do curso passou a ser caracterizado como “meramente técnico” e destituído do interesse teórico. Por outro lado, a teoria da comunicação evoluiu desvinculada do exercício da profissão, focada numa crítica geral da mídia, <strong>sem compromisso com o diálogo para uma intervenção prática na mesma</strong>. Em decorrência, os estudantes de Jornalismo desde então têm sido forçados a uma opção dramática e pouco razoável entre negar a sua profissão, em nome do “espírito crítico”, ou desprezar a teoria estudada nos cursos para se voltarem à prática, reproduzida de maneira acrítica e envergonhada.&#8221;<br />
</em><br />
Eles leram meus pensamentos. Academia e mercado deveriam cooperar ao invés de concorrer. E o modelo ideal de profissional deveria ser aquele que trabalha em empresa jornalística ao mesmo tempo em que dedica parte de seu tempo para a atividade acadêmica.</p>
<p><strong>Ponto 2</strong>: a proposta de Projeto Pedagógico contempla, além de interdisciplinaridade + teoria e prática + graduação e pós + extensão, preocupação com a empregabilidade dos egressos, devendo apresentar:<br />
<em><br />
Dar ênfase ao espírito empreendedor e ao domínio científico que gerem pesquisas ao conceber, executar e avaliar projetos inovadores capazes de dar conta das exigências contemporâneas e de ampliar a atuação profissional a novos campos, projetando a função social da profissão em contextos ainda não delineados no presente. </em></p>
<p>e&#8230;</p>
<p><em>Atentar à necessidade de preparar profissionais que possam exercer  dignamente a atividade como autônomos em um espaço cuja oferta de emprego não cresce na mesma proporção que a oferta de mão de obra;<br />
</em></p>
<p>Eis uma preocupação louvável e que amplia os horizontes da concepção do profissional jornalista em si, como o sujeito que deve preocupar-se unicamente com a adequação da linguagem, com a postura estética, o equilíbrio das fontes, a força argumentativa ou mesmo com a perfeição técnica.</p>
<p>Ser jornalista, antes de tudo, é ser profissional. E ao sermos reconhecidos pelo Código Brasileiro de Ocupações do Ministério do Trabalho &#8211; ao contrário de pro-bloggers ou pro-twitters &#8211; é nosso papel identificar demandas de mercado que possam ser atendidas pelos conhecimentos específicos garantidos pela formação superior em jornalismo. Isto é mais que sobrevivência. É honra.</p>
<p>Noutras palavras: se liguem jornalistas! Tem um baita espaço no mundo digital a ser ocupado por nós. Agilizemo-nos, pois!<br />
<strong><br />
Ponto 3:</strong><br />
<em>c) Estar focado teórica e tecnicamente na <strong>especificidade do jornalismo</strong>, com grande atenção à prática profissional, dentro de padrões internacionalmente reconhecidos, comprometidos com a liberdade de expressão, o direito à informação, a dignidade do seu exercício e o interesse público; </em> &#8211; grifo dos autores</p>
<p>Temo quando o cerco fecha. O que pode ser entendido por &#8220;especificidade&#8221; em uma área ancorada pela interdisciplinaridade, conforme exposto no Projeto Pedagógico? Qual o campo de trabalho do jornalista? Esta pergunta me parece sem resposta pronta neste momento. Afinal, estamos em transição, &#8220;em crise&#8221; como o documento aponta no início. Crise, inclusive, do nosso campo de trabalho.</p>
<p>É nosso dever traçar estratégias para atingir metas de audiência? Gerenciar redes de blogs? Moderar comentários? Mensurar o impacto de tecnologias futuras? Desenvolver formatos de conteúdo para buscar novos públicos? Atender ao mercado publicitário? Dominar linguagens de programação? Gerenciar equipes? Conversar com o público? Formar um cidadão repórter? Não sei! Estamos em trânsito! Daí que focar teórica e tecnicamente na especificidade do jornalismo ainda me parece uma incógnita.</p>
<p><strong>Ponto 4:</strong><br />
<em>&#8220;Eixo de fundamentação contextual , que tem por objetivo embasar o conhecimento das teorias da comunicação, informação e cibercultura, suas dimensões filosóficas, políticas, psicológicas e  sócio-culturais, inclusive <strong>as rotinas de produção e os processos de recepção</strong>, bem como a regulamentação dos sistemas midiáticos, em função do mercado potencial, além dos princípios que regem as áreas conexas.&#8221;<br />
</em></p>
<p>Hummm&#8230; será que em &#8220;cibercultura&#8221; a comissão acolheu a <strong>interação</strong>? Pois ao incluir em destaque as &#8220;rotinas de produção e os processos de recepção&#8221; ainda estamos separando drasticamente emissor e receptor, uma discussão já vencida na comunicação digital, embora esta cisão ainda apareça fortemente nos meios de massa.</p>
<p><strong>Ponto 5:</strong><br />
<em>O Mestrado Profissional deve ser avaliado como caminho para atender simultaneamente a dois tipos de demanda:  a) capacitar diplomados em outras áreas do conhecimento para a realização de trabalhos estratégicos, como os de consultoria, planejamento e avaliação de produtos jornalísticos, além da expressão opinativa e/ou interpretativa sobre temas peculiares a suas formações de origem, como colaboradores especializados;<br />
</em></p>
<p>Este item amplia a preocupação dos cursos de jornalismo em despertar o potencial empreendedor dos profissionais. Mais do que descobrir aberturas no mercado de trabalho, <strong>o planejamento e avaliação de produtos jornalísticos</strong> belisca onde as empresas mais precisam &#8211; visão estratégica de mercado, ou visão de publisher. Mas já que este ponto ficou só para o Mestrado Profissional, então let´s investir na ideia!</p>
]]></content:encoded>
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