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	<title>Libellus &#187; Colaboração</title>
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	<description>by Ana Brambilla</description>
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		<title>Mídia espontânea e jornalismo colaborativo</title>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2011 18:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 2005, quando estive no OhmyNews, lá em Seul, vi o Mr. Oh Yeon Ho falando sobre as bases de um noticiário colaborativo e sua relação com o mercado. Para além da sustentabilidade financeira garantida pelo modelo padrão de publicidade, &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2011/05/09/midia-espontanea-e-jornalismo-colaborativo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2005, quando estive no <a href="http://www.ohmynews.com" target="blank">OhmyNews</a>, lá em Seul, vi o Mr. Oh Yeon Ho falando sobre as bases de um noticiário colaborativo e sua relação com o mercado. Para além da sustentabilidade financeira garantida pelo modelo padrão de publicidade, Mr. Oh acreditou desde cedo nos <strong>&#8220;volunteers promoters&#8221;</strong> &#8211; ou aqueles cidadãos repórteres que se incumbiam de viralizar o produto a partir do próprio orgulho de ter participado dele &#8211; &#8220;<em>Vejam, amigos! Leiam a reportagem que acabei de publicar no OhmyNews!</em>&#8220;.</p>
<p>Sim, é uma mistura de uma franca moeda em capital social paga ao colaborador que, através dela, se sente tão parte daquele produto que dissemina aquela marca de modo voluntário, natural, entusiasmado e saturado de credibilidade, já que não recebeu um tostão pra fazer isso.</p>
<p>No último sábado encontrei o Jaime Batista da Silva, colaborador assíduo do <a href="http://noticias.terra.com.br/vcreporter" target="blank">VC Repórter</a>, do Terra, divulgando pelo Twitter uma <a href="http://t.co/WXJlweE">exposição</a> que fará na Câmara dos Vereadores de sua cidade, Blumenau, reunindo fotos que ele publicou no canal de jornalismo colaborativo do portal brasileiro.</p>
<p>A proposta vai além da mídia espontânea. É um caso evidente de enlace social. Não resta dúvidas de que Jaime se orgulha em ser colaborador do VC Repórter. Ele chega a colar sobre sua foto o avatar que o canal mantém no Twitter, como uma espécie de crachá.</p>
<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/05/fotoreporter_blumenau.jpg"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/05/fotoreporter_blumenau.jpg" alt="" title="fotoreporter_blumenau" width="400" height="521" class="alignleft size-full wp-image-1111" /></a></p>
<p>O título da exposição também traz o nome do Terra, do VC Repórter. E com isso a mídia gerada por Jaime se prolonga para o ambiente físico, chancelando a força de uma fusão cada vez maior entre ações materiais e digitais.</p>
<p>Certamente, a troca também é benéfica para Jaime, que se projeta nas asas de uma grande marca, porém com um trabalho de própria autoria. Além disso, os interesses em divulgar problemas da cidade e reivindicar soluções pela comunidade de Blumenau também movem a espontaneidade de Jaime. Mas ele só faz isso porque existe uma identificação com o canal. Caso contrário, se não simpatizasse ou não confiasse no espaço, certamente escolheria outro.</p>
<p>Se o uso da marca foi indevido ou não sob o ponto de vista jurídico/corporativo, isso deve ficar em segundo plano quando a maior moeda envolvida possui um valor social inestimável, digna de ser aplaudida por ambas esferas envolvidas: Terra e Jaime.</p>
<p>É a segunda vez que Jaime promove uma exposição assim. A <a href="http://diversao.terra.com.br/arteecultura/noticias/0,,OI4569527-EI3615,00-vc+reporter+Blumenau+tem+exposicao+sobre+jornalismo+cidadao.html">primeira</a> foi no ano passado.</p>
<p>Essa parece a hora certa para criar um time de elite de colaboradores e &#8220;pescar&#8221; figuras assim para perto do produto.</p>
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		<title>Acomodados ou pró-ativos?</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2011/03/09/acomodados-ou-pro-ativos/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 23:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
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		<category><![CDATA[tv digital]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Visualize uma luz branca entrando pelo alto de sua cabeça. Lentamente, esta luz se espalha pelo seu corpo. A luz relaxa cada músculo; cura cada órgão seu&#8230;&#8221; - Como são boas essas meditações de visualização, Mãe&#8230; - Isso tem impacto &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2011/03/09/acomodados-ou-pro-ativos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Visualize uma luz branca entrando pelo alto de sua cabeça.<br />
Lentamente, esta luz se espalha pelo seu corpo.<br />
A luz relaxa cada músculo; cura cada órgão seu&#8230;&#8221;</em></p>
<p>- Como são boas essas meditações de visualização, Mãe&#8230;<br />
- Isso tem impacto pra vocês de hoje porque vocês não pegaram o tempo das radionovelas.<br />
- Por quê?<br />
<strong>- Porque lá a gente tinha que imaginar cada cena e hoje em dia já vem tudo pronto!</strong></p>
<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/watching_tv.jpg"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/watching_tv.jpg" alt="" title="Imagem licenciada por Creative Commons por Robinsan, no Flickr" width="450" height="336" class="alignnone size-full wp-image-1060" /></a></p>
<p>Dona Sonia não só tem razão como me deixou com a pulga atrás da orelha&#8230; <strong>Como podemos receber tudo pronto e, ao mesmo tempo, celebrar os processos colaborativos na mídia digital?</strong></p>
<p>Somos acomodados ou pró-ativos? Suamos com Wii. O 3D nos conduz a outras realidades sensoriais sem sairmos da cadeira. Escolho o cardápio da janta acessando o site de telentregas. Se não estivermos em casa na hora da novela assistimos pelo celular mesmo. A lembrança do aniversário dos amigos chega até nós pelas redes sociais e até para cutucá-los apertamos um botão.</p>
<p>E sonhamos com TV digital <em>interativa</em>?</p>
<p>E achamos que o diferencial de um site é o que ele tem de interativo?</p>
<p>Queremos realmente fazer algo? <strong>O que</strong> queremos fazer?</p>
<p>No caso da TV ainda sou meio turrona e penso em Dominique Wolton (se bem lembro) falando sobre a espinha dorsal do ser humano. Ela muda drasticamente de ângulo entre quem assiste à TV e quem se senta à frente de um computador. No primeiro caso, a inclinação do corpo para trás, no sofá, indica aceitação, entrega, ao contrário do segundo caso, onde se vê uma curvatura para frente, insinuando imersão, ação.</p>
<p>Nem tudo deve ser colaborativo. Nem todo o conteúdo tem de precisar do dedo do público para fazer sentido, sob pena de sofrer com o abandono. Daí lembro de projetos como o <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2007/11/08/imprensa15316.shtml" target="blank">Limão</a>, em sua proposta inicial, os falecidos <a href="http://gostei.abril.com.br/" target="blank">Gostei</a> e <a href="http://blogs.abril.com.br/pinfotos" target="blank">PinFotos</a>, da Abril, o moribundo <a href="http://blogs.abril.com.br/acontece/2011/02/encerramento-blogs-abril-31-marco-2001.html" target="blank">Abril Blogs</a>, a TBox, do Terra além de homes e streamings customizáveis à lá <a href="http://www.netvibes.com/pt-br" target="blank">NetVibes</a> da vida.</p>
<p>Isso não quer dizer que o público seja preguiçoso, mas que ele tem foco e já selecionou onde quer interagir e qual conteúdo vai produzir. Noutras palavras, ele vai fazer o que ELE quiser, onde ELE quiser, não exatamente no NOSSO site o conteúdo que NÓS quisermos.</p>
<p>As redes sociais se firmam como os locais absolutos para interação e definem, dia após dia, qual o tipo de UGC o usuário está a fim de produzir. É do nosso agrado? Pouco importa. O jornalismo até vai bem ao se infiltrar nestes ambientes próprios do usuário e inventar maneiras de integrar a interação das redes com o conteúdo dos veículos. </p>
<p>Eu arriscaria dizer, inclusive, que as mídias sociais incentivaram o público a produzir ainda mais conteúdo, um acontecimento que tem sido cada vez melhor explorado pelos veículos. Mas vale lembrar que rede social e veículo online ainda estão na mesma mídia.</p>
<p>Como será que a TV vai se sair em redes sociais? Terá ela algum outro apoio para mudar a postura cervical do espectador e estimulá-lo a interagir, <strong>a criar</strong>?</p>
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		<title>Isso é jornalismo? Who cares?</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2011/02/05/isso-e-jornalismo-who-cares/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 19:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
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		<description><![CDATA[Outro dia uma amiga me contou, afobada: ELA: Viu que o câncer da Dilma voltou? EU: Não! Onde tu viu? ELA: No Twitter! EU: Sim, mas no Twitter de quem? ELA: Ah, não lembro. No Twitter&#8230; Quando comecei a estudar &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2011/02/05/isso-e-jornalismo-who-cares/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1050" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a href="http://www.flickr.com/photos/toastforbrekkie/603656816/"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2011/02/whocares.jpg" alt="" title="whocares" width="450" height="287" class="size-full wp-image-1050" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem de George, licenciada por Creative Commons</p></div>
<p>Outro dia uma amiga me contou, afobada:</p>
<p>ELA: <em>Viu que o câncer da Dilma voltou?</em><br />
EU: <em>Não! Onde tu viu?</em><br />
ELA: <em>No Twitter!</em><br />
EU: <em>Sim, mas no Twitter de quem?</em><br />
ELA: <em>Ah, não lembro. No Twitter&#8230;</em></p>
<p>Quando comecei a estudar jornalismo colaborativo, em 2003, um conteúdo ser ou não ser jornalismo era uma grande questão. Talvez a imposição dos veículos perante o público ainda mantivesse aberto esse abismo entre conteúdo e notícia. Sempre sublinhei a diferença entre <em>conteúdo</em> colaborativo (YouTube, Flickr, blogs) e <em>jornalismo</em> colaborativo nas aulas e conversas com estudantes.</p>
<p>Lembro que fiquei fula da vida quando perguntei ao Dr. Roberto Civita, durante uma palestra lá na Abril, em 2006, alguma coisa sobre jornalismo cidadão em relação à então recém-lançada Sou+Eu. Ele me respondeu indicando que a revista não era jornalística. Hoje tenho que dar risada da minha brabeza.</p>
<p>O jornalismo não morreu e nem morrerá (sorry, <a href="http://ojornalismorreu.posterous.com/" target="blank">JR</a>). O que a Sou+Eu faz ainda é jornalismo, aos meus olhos, assim como qualquer veículo de imprensa que assim se propõe e leva a cabo a rotina editorial. Mas&#8230; quem se importa com isso?</p>
<p>Informação virou commodity. Twitter virou imprensa.<br />
(Demorei pra perceber?)</p>
<p>Assim como o público nunca questionou o que a Fátima Bernardes ou o Faustão dizem pela TV, quem se preocupará em questionar uma informação tuitada?</p>
<p>No <a href="http://tecnologia.terra.com.br/campus-party/noticias/0,,OI4898741-EI17279,00-Campus+Party+Brasil+debate+a+confiabilidade+de+redes+sociais.html" target="blank">debate</a> em que participei na Campus Party desse ano, ao lado do <a href="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/" target="blank">Alexandre Matias</a>, do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Demi_Getschko" target="blank">Demi Getschko</a> e do <a href="http://noticias.r7.com/blogs/andre-forastieri/" target="blank">André Forastieri</a>, nosso moderador, o <a href="http://www.gilgiardelli.com.br/2010/" target="blank">Gil Giardelli</a>, perguntou se entendíamos o Wikileaks como jornalismo. Fui a única do grupo que discordou. &#8220;Mas, afinal, quem se importa se algo é jornalismo ou não?&#8221; Pelo jeito, só nós, jornalistas <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O público consome informação já sem fazer distinção entre o que esperar de cada mídia, tampouco saber quem a faz, que processo está por trás. Não se trata de uma visão pessimista. É apenas uma crise. E crises costumam ser oportunidades férteis para reinvenções.</p>
<p>E aí, jornalismo? Vai ficar aí parado ou fazer alguma coisa para recuperar o diferencial e a relevância? Talvez se &#8220;impor&#8221; já não seja exatamente a melhor coisa a fazer&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Procuram-se leitores</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2010/11/30/procuram-se-leitores/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 13:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Há duas semanas conversei com Mr. Oh Yeon Ho, criador do OhmyNews, em busca do porquê de o OhmyNews International ter mudado tão bruscamente de formato em setembro, o que muita gente entendeu como &#8220;fechamento&#8221; de um dos veículos colaborativos &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2010/11/30/procuram-se-leitores/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há duas semanas conversei com Mr. Oh Yeon Ho, criador do <a href="http://www.ohmynews.com">OhmyNews</a>, em busca do porquê de o <a href="http://english.ohmynews.com">OhmyNews International</a> ter mudado tão bruscamente de formato em setembro, o que muita gente entendeu como &#8220;fechamento&#8221; de um dos veículos colaborativos mais fortes.</p>
<p><a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/ohyeonho.jpg"><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/ohyeonho.jpg" alt="" title="ohyeonho" width="600" height="486" class="alignnone size-full wp-image-1037" /></a></p>
<p>Além da dificuldade em apurar um conteúdo de abrangência global &#8211; o que só reforça a ideia de que jornalismo cidadão tende a funcionar melhor em pequenas comunidades &#8211; outra razão que Mr. Oh comentou foi a &#8220;<strong>falta de clareza sobre quem é a audiência</strong>&#8220;.</p>
<p>Isso me encasquetou como há muito tempo algo não me incomodava. Especialmente porque a conversa com Mr. Oh aconteceu um dia depois eu ter ouvido, no <a href="http://www.mediaon.com.br">MediaOn</a>, o Ricardo Gandour, do Estadão e o Sérgio Dávila, da Folha de São Paulo falando da importância da colaboração e da aproximação do jornalista com o público.</p>
<p>Levou 7 anos até que ouvisse grandões engravatados da mídia tradicional reverberando papos de barcamps, campus parties e outras desconferências que participei na época do mestrado. Foi bacana perceber que algo em que tanto acredito demorou para acontecer, mas algum dia, aconteceu. Mesmo que o discurso ainda seja maior que os fatos, não apenas no caso do Estadão e da Folha, mas da mídia brasileira de modo geral a maneira como tratam o conteúdo produzido pelo usuário não é mais como um estúpido &#8220;show de calouros&#8221;. </p>
<p><strong>Do ato à qualidade da publicação</strong></p>
<p>Longe de mim fazer o papel de &#8220;do contra&#8221;, mas sem perder a crença no UGC e vendo o entusiasmo de algumas pessoas &#8211; até mesmo no Newscamp &#8211; em proclamar que &#8220;o público AGORA tem poder de publicação&#8221;, me pergunto se já não era hora dessa discussão estar em outro estágio, pensando não mais no ato, mas na qualidade dessa publicação.</p>
<p>Foi essa a preocupação que identifiquei na fala do Mr. Oh. Ok, as pessoas podem publicar e publicam horrores de conteúdo. Mas que conteúdo é esse? Alguém está a fim de consumir essas informações?</p>
<p>Conteúdo colaborativo é bom de publicar, né? É bom pro veículo, que acolhe sua audiência como co-autora. É bom pro público, que encontra vitrine, status e poder de fala. Mas falta algo pra fechar esse círculo. O bom, velho e &#8220;famigerado&#8221; leitor. Procura-se por quem se interesse por este conteúdo produzido pelo público. E não falo de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=JwGLwuQAbFE">Aretuzas</a> ou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=YIwDjgWbdGY&#038;feature=related">Show de Schunemann</a>, embora isso também tenha relevância no cenário colaborativo. Falo principalmente de notícia e de seus desdobramentos.</p>
<p><strong>O jornalismo colaborativo, de modo específico, evidencia um problema de target.</strong> E isso é preocupação editorial, não apenas de negócio.</p>
<p>Mas a equação não é tão simples quanto diz o título. Não se trata de &#8220;encontrar leitores&#8221; para o conteúdo que o público, consolidadamente, vem produzindo e veiculando nos braços colaborativos dos players jornalísticos há pelo menos 10 anos. O desafio é encontrar o eixo editorial que case conteúdo produzido pelo usuário com audiência interessada nisso.</p>
<p>Hoje, o caminho que vejo pra esse desafio é o hiperlocalismo. Não penso só em veículos locais, mas em players de qualquer porte dirigindo-se de modo organizado a audiências muito específicas que encontrem no UGC a janela estendida de suas casas.</p>
<p>Sobre o &#8220;modo organizado&#8221;, conversamos em outro post!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>OhmyNews completa 10 anos</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2010/02/28/ohmynews-completa-10-anos/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 23:29:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 22 de fevereiro de 2000, Oh Yeon Ho dava início a um novo capítulo na história do jornalismo mundial. Em Seul, nascia o OhmyNews, que considero, com tranquilidade, o primeiro veículo de jornalismo colaborativo da história. Há controvérsias, sabemos. &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2010/02/28/ohmynews-completa-10-anos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 22 de fevereiro de 2000, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Oh_Yeon_Ho" target="blank">Oh Yeon Ho</a> dava início a um novo capítulo na história do jornalismo mundial. Em Seul, nascia o <a href="http://www.ohmynews.com" target="blank">OhmyNews</a>, que considero, com tranquilidade, o primeiro veículo de jornalismo colaborativo da história.</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KsFw8QUhFew&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/KsFw8QUhFew&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
<p>Há controvérsias, sabemos. Mas jornalismo colaborativo tal como entendo desde 2003, quando comecei a pesquisar este tema, o OhmyNews foi o primeiro a fazer. Ou seja: jornalismo fundamentado, com profissionais editando e selecionando o conteúdo produzido por cidadãos repórteres do mundo inteiro. E 100% assim. Credibilidade e uso coerente da dupla via do meio digital.</p>
<p>Se o modelo estivesse tão errado, certamente o OhmyNews não completaria seu 10º aniversário.</p>
<p>Há problemas, especialmente de ordem financeira, que os socialmedia watchers não me deixariam esquecer. Problemas que já levaram à transformação radical do OhmyNews Japan e levantaram a possibilidade do crowdfunding para a manutenção do OhmyNews coreano. Há problemas um tanto visíveis no <a href="http://english.ohmynews.com" target="blank">OhmyNews International</a>, que sofre com a atualização lenta, uma plataforma superada (embora ainda à frente de muitos sistemas de envio que se vê por outros noticiários colaborativos mundo afora) e outras questões menos visíveis a nós, que estamos de fora.</p>
<p>Questões assim não são exclusivas ao OhmyNews International. Já faz cerca de um ano que sinto um clima de &#8220;commoditie&#8221; na atmosfera do jornalismo colaborativo. Houve quem tenha me erguido a hipótese deste modelo estar fadado ao desaparecimento. Creio que ainda é cedo para falarmos nisto. Mas concordo: há o que se pensar a respeito da sobrevivência e da manutenção do jornalismo colaborativo.</p>
<p>Nada melhor do que os 10 bravos anos do OhmyNews para abrir esta discussão!</p>
<p>Como apontar problemas é fácil, vamos ao que chamarei de <strong>10 POSSIBILIDADES PARA O OHMYNEWS</strong> (e para o jornalismo colaborativo como um todo):</p>
<p><strong>1. Hiperlocalização<br />
</strong>Não faltam exemplos de iniciativas editoriais colaborativas hiperlocais. <a href="http://www.nytimes.com/marketing/thelocal/">The Local</a>, do New York Times, pode ser uma delas. A rede chilena ancorada por <a href="http://www.elmorrocotudo.cl/admin/render/portada/">El Morrocotudo</a>, outro exemplo forte de que a regionalização fortalece o interesse dos colaboradores e dos consumidores daquele conteúdo.<br />
O conceito do village reporter, defendido por Yeon Ho, é valorizado quando o ecossistema digital reconhece a importância do relato do indivíduo &#8220;comum&#8221; para o seu microcosmos. <strong>As coisas não precisam mais ser grandes para ter sua importância.</strong> O que é &#8220;broad&#8221; ou &#8220;mass&#8221; vem sendo repensado. E o modelo colaborativo só tem a beneficiar-se com isto.<br />
Olhando mais ao OhmyNews International: ele ficaria bem como um hub de vários OhmyNews nacionais.</p>
<p><strong>2. Crowdfunding<br />
</strong>Meu modelo maior ainda é o <a href="http://www.spot.us/">Spot.Us</a>. Idealismo demais acreditar que o público financiará a produção de conteúdos do seu interesse? Isso já aconteceu em cobertura de guerra. Se tem quem pague (ou quem acredita que irão pagar) por ACESSO a conteúdo, por que não pagar pela sua PRODUÇÃO? É uma questão de interesses.</p>
<p><strong>3. Voluntariado<br />
</strong>Já está mais do que entendido que existe um grupo de noticiários colaborativos que são desdobramentos de veículos convencionais. Há outro grupo, no entanto, que se dedicam inteiramente ao conteúdo produzido por cidadãos repórteres. Neste caso, a edição continua nas mãos de jornalistas. E se estes jornalistas &#8211; que não raro acreditam no modelo &#8211; cooperassem na forma de um grupo cadastrado de editores voluntários? Isto daria mais agilidade e ritmo de atualização intenso ao veículo, além de agitar sua vida nas redes sociais (já falo disso).</p>
<p><strong>4. Software livre<br />
</strong>Eu sugeriria a substituição do atual sistema de gerenciamento de conteúdo do OhmyNews pelo Drupal, pelo WordPress ou mesmo pelo Joomla. Sairia mais barato, o resultado seria bem melhor para os editores e para os colaboradores e, além disto, integraria o OhmyNews à rede de desenvolvedores do software livre &#8211; nada mais coerente, quando se fala em jornalismo open source <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>5. Notícias&#8230; e algo mais<br />
</strong>Eu suavizaria o perfil editorial do OhmyNews. Seguiria com hard news, mas deixaria que uma bela fatia do conteúdo fosse ocupada por conteúdos mais triviais como álbuns de viagem, receitas, família, dicas de moda e beleza, arte, dicas de diversão&#8230; como se misturasse uma revista semanal de informação com um portal feminino. Sem perder o foco geográfico! E tudo em primeiríssima pessoa!</p>
<p><strong>6. Mais interação!<br />
</strong>Parece brincadeira sugerir que um site cujo conteúdo é essencialmente feito pelo público se torne mais interativo. Mas esta sugestão remete à interação imediata. Àquilo que hoje só existe na forma de uma enquete na página do OhmyNews; no máximo, na avaliação das matérias. Talvez votações mais explícitas, galerias de fotos, customização do visual à lá <a href="http://www.bbc.co.uk">BBC</a>, formulários para envio de comentários direto na capa, com publicação moderada, mas sem grandes barreiras. Um box do Twitter e outro do Facebook para agitar as coisas.</p>
<p><strong>7. Novo design<br />
</strong>Aqui eu pediria ajuda ao <a href="http://designices.com/" target="blank">Rogerinho Fratin</a> e outros amigos webdesigneres especialistas em como atrair pessoas pelo visual. Não se trata de uma urgência. O visual do OhmyNews não é ruim. Eu diria que ele é coerente com o viés editorial a que se propõe. Mas para atender à &#8220;flexibilização&#8221; do conteúdo que sugiro, um design mais leve, mais colorido e com imagens maiores cairia bem.</p>
<p><strong>8. Mídias Sociais</strong><br />
Existem grupos do OhmyNews no <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=8804620790&#038;ref=search&#038;sid=630796585.2827990922..1">Facebook</a>, um perfil no <a href="http://twitter.com/ohmynews">Twitter</a> e até um <a href="http://www.youtube.com/user/ohmynews?blend=2&#038;ob=1">canal</a> do OhmyLife no YouTube, com vídeos-reviews de produtos. Bem bacana. Mas estes canais precisariam de muito mais gás! E não esperando isto do público, mas partindo de &#8220;dentro&#8221;, da própria equipe de funcionários ou voluntários do OhmyNews.</p>
<p><strong>9. Creative Commons<br />
</strong>Sempre me pareceu mais coerente que um noticiário colaborativo publicasse o conteúdo sob Creative Commons. Embora hoje o conteúdo esteja licenciado por Copyright, o OhmyNews não impede e até estimula que cidadãos repórteres publiquem seus artigos &#8211; sem ônus &#8211; em outros lugares. Teve cidadão repórter que já editou um livro com os textos que fez para o OhmyNews. Entraria mais no &#8220;espírito&#8221; da coisa.</p>
<p><strong>10. Versão impressa</strong><br />
Por muito tempo o OhmyNews sul-coreano teve uma versão impressa que circulava gratuitamente em Seul. Aos moldes do Metro, este OhmyNews-de-papel podia circular nas localidades com índices não tão altos de acessibilidade digital como na Coréia do Sul. Imagine um jornal gratuito feito por você? Ver o seu nome assinando uma matéria que está sendo distribuída nas sinaleiras, nas farmácias, nas estações de metrô? &#8211; este apelo talvez batido ainda poderia &#8220;caçar&#8221; muitos bons colaboradores em países em desenvolvimento como o Brasil.</p>
<p>É possíve que estas medidas não sejam suficientes para garantir longa vida a um noticiário colaborativo, mais especialmente, ao OhmyNews. Quanto à questão financeira, que é o cerne da história, infelizmente não posso opinar muito. Mas parece que há ainda, sim, um caminho a ser trilhado. E que o jornalismo colaborativo tem muito a evoluir, a aprender com o OhmyNews.</p>
<p>***</p>
<p>Vale ler este a<a href="http://english.ohmynews.com/articleview/article_view.asp?no=385962&#038;rel_no=1">rtigo da Ronda Hauben,</a> sobre os 10 anos do OhmyNews <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Jornalismo + Mídias sociais: cases e tendências</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/11/06/jornalismo-midias-sociais-cases-e-tendencias/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 15:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Observem estes dados: * 19% dos usuários de Twitter, Facebook ou equivalentes usam-nos para RECEBER e COMPARTILHAR INFORMAÇÕES (Princeton Survey Research International, nov/2009) * 18% dos usuários usam as mídias sociais (Wikipedia, Blogs Facebook, Twitter etc) para buscar informações novas &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/11/06/jornalismo-midias-sociais-cases-e-tendencias/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Observem estes dados:</p>
<p><strong>* 19% dos usuários de Twitter, Facebook ou equivalentes usam-nos para RECEBER e COMPARTILHAR INFORMAÇÕES (Princeton Survey Research International, nov/2009)</p>
<p>* 18% dos usuários usam as mídias sociais (Wikipedia, Blogs Facebook, Twitter etc) para buscar informações novas (The Nielsen Company, out/2009)</p>
<p>O internauta brasileiro passa mais tempo em:<br />
* mensagens instantâneas (7h49)<br />
* comunidades &#8211; redes sociais (4h57)<br />
</strong>(<a href="http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&#038;proj=PortalIBOPE&#038;pub=T&#038;db=caldb&#038;comp=pesquisa_leitura&#038;nivel=null&#038;docid=0C603C3C20140371832575F3004B038C">Ibope Nielsen Online</a>)</p>
<p>Daí vem a história&#8230;<br />
<strong><br />
Se o público não vai ao site jornalístico, é o veículo que encontra o público.</strong> Esteja ele onde estiver. E ele está nas mídias sociais. Facinho, né?</p>
<p>Nem tanto. Não é à toa que muitos veículos se desdobram em experiências de habitar estes espaços com objetivos de gerar tráfego em seus próprios sites, ter relevância editorial, fortalecer marca, aproximar-se do público e renovar suas audiências.</p>
<p>Em busca de algumas maneiras de fazer jornalismo aproveitando o que as mídias sociais têm a oferecer, montei este trabalho que apresentei ontem no Seminário Internacional de Comunicação da PUCRS.</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_2431304"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/ambrambilla/mdias-sociais-aplicadas-ao-jornalismo-2431304" title="Mídias Sociais aplicadas ao Jornalismo">Mídias Sociais aplicadas ao Jornalismo</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=keynotesemint-091105113926-phpapp02&#038;stripped_title=mdias-sociais-aplicadas-ao-jornalismo-2431304" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=keynotesemint-091105113926-phpapp02&#038;stripped_title=mdias-sociais-aplicadas-ao-jornalismo-2431304" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/ambrambilla">Ana Brambilla</a>.</div>
</div>
<p>Foi um levantamento de dados e não uma pesquisa conclusiva (nenhuma é). Mas serviu para me mostrar o quão amplo é este assunto, quantas coisas dá para fazer e para onde caminhamos.</p>
<p><strong>Tônica</strong>: em 2005 Steve Outing sugeriu 8 maneiras para incentivar a colaboração no jornalismo. Mas todas eram no <strong>próprio site</strong> do veículo (inclusive o jornalismo colaborativo &#8211; ai!). Seguindo um movimento natural, percebemos que aproximar um veículo das pessoas (nas mídias sociais) é mais prático, leve e promissor do que tentar puxar as massas para dentro do veículo.</p>
<p>Ele &#8211; o público &#8211; já elegeu os SEUS espaços. E como dar murro em ponta de faca costuma só machucar, cabe à mídia entrar nestes espaços também, sem abrir mão da sua casinha matriz.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Agora é concreto: Twitter não substitui blog</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/10/27/agora-e-concreto-twitter-nao-substitui-blog/</link>
		<comments>http://anabrambilla.com/blog/2009/10/27/agora-e-concreto-twitter-nao-substitui-blog/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 13:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Technorati]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O semestre começou com a pergunta cruel: o Twitter vai matar os blogs? Apesar da polêmica não ter se estendido por muito tempo &#8211; não havia porque se estender, afinal, já não fazia sentido &#8211; em agosto eu ainda procurava &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/10/27/agora-e-concreto-twitter-nao-substitui-blog/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O semestre começou com a pergunta cruel: <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/08/25/morte-dos-blogs-menos-barulho-e-mais-foco/">o Twitter vai matar os blogs</a>?</p>
<p>Apesar da polêmica não ter se estendido por muito tempo &#8211; não havia porque se estender, afinal, já não fazia sentido &#8211; em agosto eu ainda procurava por <strong>dados concretos</strong> que sinalizassem a minha impressão de blogs e Twitter serem <strong>complementares</strong> e não <strong>substitutivos</strong>.</p>
<p>Eis que o 5º dia do relatório <a href="http://technorati.com/blogging/article/day-5-twitter-global-impact-and/" target="blank">The State of Blogosphere</a>, do <a href="http://www.technorati.com" target="blank">Technorati</a>, sepultou qualquer resquício que ainda havia sobre este debate.</p>
<p><img src="http://static.technorati.com/09/10/22/241/twitter-impacted-time-writing-blog-606x232.png" alt="" /></p>
<p>65% dos blogueiros que usam Twitter declararam que a atividade no microblog não influenciou o tempo que dedicam à blogagem. 26% confessaram que o tempo que passam blogando diminuiu em função do Twitter.</p>
<p>Além disso, o uso prioritário que os blogueiros fazem do Twitter é&#8230; promover o próprio blog! Daí não há sentido falar em substituição de plataformas.</p>
<p>Outros usos comuns do Twitter pelos blogueiros são:<br />
- indicar links interessantes<br />
- descobrir o que há de buzz<br />
- divulgar seus negócios, seus projetos profissionais<br />
- interagir com empresas<br />
- falar com políticos<br />
- contatar celebridades</p>
<p>It means: há boa diferença entre o que a população faz do Twitter e os usos possíveis do blog (agregação de conteúdo, análise, discussão aprofundada, uso artístico etc).</p>
<p>Mas o número mais bacaninha se remete à <a href="http://technorati.com/blogging/article/day-2-the-what-and-why2/" target="blank">medição do sucesso de um blog</a>: os índices mais altos estão no item SATISFAÇÃO PESSOAL. E isso fica difícil de mudar de uma hora pra outra <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img src="http://static.technorati.com/09/10/19/231/how-measure-success-606x348.png" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>PodFamecos fala sobre open source e jornalismo</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/07/10/podfamecos-fala-sobre-open-source-e-jornalismo/</link>
		<comments>http://anabrambilla.com/blog/2009/07/10/podfamecos-fala-sobre-open-source-e-jornalismo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 22:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[AnaFamequiana]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>
		<category><![CDATA[famecos]]></category>
		<category><![CDATA[fisl]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está online o podcast que os profes Núcleo Online da Famecos gravaram (ou gravamos) hoje à tardinha. A pauta aborda a emergência dos amadores atuando em profissões regulamentadas ou não, a partir do kit do Citizen Engineer. Demos pitacos &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/07/10/podfamecos-fala-sobre-open-source-e-jornalismo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já está online o <a href="http://cyberfam.pucrs.br:16080/podcasting/Famecos_Podast/Famecos_Podcast/Entries/2009/7/10_Pod100709.html" target="blank">podcast</a> que os profes Núcleo Online da <a href="http://www.pucrs.br/famecos" target="blank">Famecos</a> gravaram (ou gravamos) hoje à tardinha. </p>
<p>A pauta aborda a emergência dos amadores atuando em profissões regulamentadas ou não, a partir do <a href="http://www.engadget.com/2009/07/10/adafruits-citizen-engineer-comic-book-sim-card-reader-kit/" target="blank">kit do Citizen Engineer</a>. </p>
<p>Demos pitacos sobre open source, relações com o jornalismo e software livre bacana para baixar.</p>
<p><a href="http://cyberfam.pucrs.br:16080/podcasting/Famecos_Podast/Famecos_Podcast/Entries/2009/7/10_Pod100709.html" target="blank">Baixa o pod lá!</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Festival de Gramado e Redes Sociais</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/06/10/festival-de-gramado-e-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 16:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[AnaFamequiana]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboração]]></category>

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		<description><![CDATA[Ok, ok. Sei que esse WordPress anda estranho e que minha boca saiu torta na foto. Mas foi um momento prá lá de gostoso e vale o registro feito pelo Marcelo, meu aluninho de Jornalismo, durante a oficina de redes &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/06/10/festival-de-gramado-e-redes-sociais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/oficina_ana.jpg" alt="oficina redes sociais gramado publicidade ana brambilla" /></p>
<p>Ok, ok. Sei que esse WordPress anda estranho e que minha boca saiu torta na foto. Mas foi um momento prá lá de gostoso e vale o registro feito pelo Marcelo, meu aluninho de Jornalismo, durante a oficina de redes sociais que dei no estande da <a href="http://www.pucrs.br/famecos">Famecos</a> durante o <a href="http://www.festivalgramado.com.br">17º Festival Mundial de Publicidade de Gramado</a>.</p>
<p>Várias <a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-admin/anotacoes_w_longo.rtf">anotações</a> (rtf) legais pintaram de algumas palestras interessantes, das quais destaco a do Walter Longo, o sócio. Elas renderam uma cobertura no Twitter para o <a href="http://twitter.com/eusoufamecos" target="blank">@eusoufamecos</a>.</p>
<p>Também aproveito para compartilhar (valeu a dica, querido <a href="www.derepente.com.br" target="blank">Rafa Sbarai</a>!) o keynote que trabalhei com aquela galera bacana que veio de n partes do Brasil &#8211; inclusive as mais quentinhas &#8211; para curtir aquela semana de 4 graus na Serra Gaúcha.</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_1562629"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/ambrambilla/keynote-gramado?type=powerpoint" title="Keynote Gramado">Keynote Gramado</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=keynotegramado-090610112915-phpapp01&#038;stripped_title=keynote-gramado" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=keynotegramado-090610112915-phpapp01&#038;stripped_title=keynote-gramado" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">OpenOffice presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/ambrambilla">Ana Brambilla</a>.</div>
</div>
<p>Também sugeri que a galera fizesse um testezito: <a href="http://anabrambilla.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/voce-e-um-profissional-2.pdf">o quanto você está apto a trabalhar com redes sociais?</a> (pdf)</p>
<p>UPDATED: querido <a href="http://mixtapetothepeople.blogspot.com/2009/06/festival-mundial-de-publicidade-gramado.html" target="blank">Ticiano Paludo</a> faz um overview bem bacana do evento.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Para entender a internet</title>
		<link>http://anabrambilla.com/blog/2009/03/15/para-entender-a-internet/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 02:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Brambilla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologices]]></category>

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		<description><![CDATA[Acreditem ou não: este livro nasceu na Campus Party Brasil 2009 E será lançado na próxima terça, dia 17, às 18h, no Twitter. Não, não haverá vinho nem canapés e ninguém vai gastar um dindim para ter seu exemplar. O &#8230; <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/03/15/para-entender-a-internet/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acreditem ou não: este livro nasceu na Campus Party Brasil 2009 <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  E será lançado na próxima terça, dia 17, às 18h, no Twitter.</p>
<p><img src="http://farm4.static.flickr.com/3554/3356027263_d83e02fb91.jpg" alt="para entender a internet" /></p>
<p>Não, não haverá vinho nem canapés e ninguém vai gastar um dindim para ter seu exemplar. O livro será disponibilizado gratuitamente em pdf no endereço a ser liberado no instante do lançamento.</p>
<p>A idéia veio do querido <a href="http://www.naozero.com.br/para-entender" target="blank">Juliano Spyer</a> &#8211; o cara que me falou pela primeira vez da existência do <a href="http://english.ohmynews.com" target="blank">OhmyNews</a>. O Ju dispensa apresentações para o mundo digital, mas vale reforçar que este projeto é mais uma dos tantos projetos inovadores que ele ancora no ciberespaço, tendo como base a cultura colaborativa.</p>
<p>O Ju me fez este convite enquanto almoçávamos no bandejão da CP Brasil 2009, lá no Imigrantes, junto com o André Avorio, o <a href="http://alexprimo.com" target="blank">Alex Primo</a> e o Pedro Markun. Cheguei ali com um pratão de comida e saí da mesa com a missão de escrever o capítulo sobre jornalismo colaborativo desta jornada conceitual por temas-chave da internet.</p>
<p>Todos estão convidados para o lançamento <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>UPDATED: O livro já está online e free para <a href="http://www.next.icict.fiocruz.br/arquivos/Para+entender+a+Internet.pdf" target="blank">download</a>!! Tem também o <a href="http://paraentenderainternet.blogspot.com/" target="blank">site oficial</a> da publicação <img src='http://anabrambilla.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Enjoy!!</strong></p>
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