Fri 9 Nov 2007

… que eu não invento coisas!!
Fri 9 Nov 2007

… que eu não invento coisas!!
Thu 18 Oct 2007

A noite foi ótima, claro! Discutir jornalismo colaborativo com pessoas tão bem preparadas e de boas idéias é sempre instigante e me faz lembrar das aulas do Juremir, quando deixava a Famecos com a cabeça fervilhando.
Ana Elisa Ribero, Jorge Rocha, Julio Daio Borges, Pedro Markun, Zé Marcelo Zacchi, Alexandre Matias e outras pessoas que iluminaram a noite, obrigada!

Mas o que roubou a minha atenção ao participar do Palavra na Tela, organizado pelo Digestivo Cultural, foi o lugar onde a discussão aconteceu.
Nada menos do que… a casa onde viveu Mario de Andrade.

No final do evento eu conversei com a Kalu, que trabalha lá e cuja mamys é pesquisadora da relação de Mario com o universo musical. Kalu pareceu uma pessoa muito gentil e conhecedora da vida de Mario. Contou até como ele morreu…
Foi naquela casa, enquanto descia essa escada, que sentiu uma fisgada no peito. Caiu na escada mesmo e dali foi levado ao quarto, no piso de cima, de onde não saiu com vida.
Preciso voltar lá. Preciso! Quero sentir mais o Mario por aqueles corredores, aquelas prateleiras, dizem que há um porão cheeeeio de livros dele… Quero chamar o Mario para um chá, como sempre acontece quando vou no Municipal
Tue 28 Aug 2007
O teco-teco da Ocean Air fez um serviço de primeira. Pousos e aterisagens perfeitos. Pessoal de solo muito atencioso. Guichês sem filas. Serviço de bordo impecável. E apesar das tarifas baratinhas, o lanche não era amendoim ou barrinhas de cereais, mas sanduíche, torta fria, salada de frutas, espetinhos de presunto, queijo e azeitona. Fazia até a gente esquecer que aquilo era um Fokker 50, de hélices, levando duas horas e meia de Ipatinga a São Paulo.
Mas nada disso fez da aterisagem na pista de Congonhas um momento tranquilo. Nem a mão firme do comandante evitou que passageiros fizessem o sinal da cruz ao primeiro trem de pouso tocar o solo. O medo era dali prá frente.
E logo mais à frente, luzinhas vermelhas indicavam onde o avião não podia avançar. E onde o Airbus da TAM, aquele, do vôo JJ 3054 avançou. E saiu da pista. E invadiu o prédio. E explodiu. E matou 199 pessoas.
Passado mais de um mês, o acidente ainda gera consternação de quem pousa em Congonhas. Para nossa sorte, a noite estava seca. Mas a memória ainda chorava, num desembarque historicamente coroado pela sensação: ESTOU VIVA.
Mon 20 Aug 2007
Eita povo feliz esse da Sou+Eu!! Contagiam qualquer um com tanta simpatia e disposição ^.^
Aqui na Abril eu não tenho nenhuma redação, não trabalho em nenhum título, especificamente. Mas que eles me acolheram já é fato. E um fato para ser guardado para sempre, com todo o carinho…
Seja muito feliz, Dani!!!
Wed 15 Aug 2007
Sim, ele é lindo! E carinhoso prá caramba!
Mas o dono dele vai se mudar e por razões incompreensíveis (ao menos para mim) quer se desfazer dele, como se bicho fosse um objeto que, quando não se quer mais, joga no lixo.
Minha colega-e-cachorreira Cris Carvalho é vizinha dele e está procurando quem o adote.
Quer ser mais feliz?
Fri 20 Jul 2007
A linha Pinheiros/Armênia 719P sobe a rua Teodoro Sampaio para pegar a Dr. Arnaldo. Ali pela altura do Clínicas, percebi que havia várias tendas montadas sobre o canteiro, perto da estação de metrô.
Por um segundo pensei: ué… decerto vai ter algum evento aí…
Mas esse segundo acabou e tomei pé da realidade.
Ali na frente fica o IML Central de São Paulo, para onde estão sendo levadas as “sacolas” que os bombeiros retiraram dos escombros da tragédia com o avião da TAM.
E as tendinhas eram para dar suporte à Polícia Militar, que fazia patrulhamento reforçado nas redondezas e à imprensa, com seus caminhões de transmissão ao vivo.
Nessa hora, doeu.
Sun 15 Jul 2007
Era apenas uma caminhada até o shopping Frei Caneca prá ver um filme deprê (sugestão minha, claro) com a querida Chris Delphino. Então apareceu uma igreja bonita no meio do caminho e, como ando precisando fazer três, seis, mil pedidos em igrejas que entro pela primeira vez, resolvi entrar.
Acontece que a porta que me aproximei era lateral, a igreja estava lotada e, antes de ter entrado, vááários olhos já apontavam em minha direção. Muitos homens de terno, preto, ai, meu Deus, aquilo era um velório! Estava a um passo da porta e já não dava prá voltar atrás. Entrei.
A menos de 10 metros, o altar cheio de luz, cinegrafistas e fotógrafos registravam o momento em que noivo e noiva trocavam as alianças. Sem saber onde me meter, tratei de fazer meus três pedidos rapidim, rapidim prá sair correndo dali sem marcar presença no DVD do casório!
Mais tarde, subindo a Augusta, um fungunço na calçada impedia a passagem e vi uma fotógrafa e um cinegrafista (outros, penso eu!), focando dentro de um carro recém-estacionado… uma noiva chegando em um restaurante.
Pouco acima, já na Paulista, duas pistas interditadas, um carro com pneu furado, uma moto estatelada no chão e duas pessoas no asfalto. Ao redor, vários curiosos como eu. Não resisti e comentei com a Chris:
“É nessa hora que entra o cidadão repórter! Maldita hora que esqueci minha câmera em casa!!!”
Alguns metros dali, na Paulista esquina Pamplona, o sinal ficou vermelho para os pedestres mas o trânsito parou para… uma noiva atravessar a avenida!
Um Black Dog depois, a Casa das Rosas já estava fechada e o jeito foi estender a noite quente na sorveteria Alaska, pedir um sorvete de miski e esbravejar por que raios, Mauricio, que tu tá morando tão longe!!
Em frente ao Sesc Paulista, uma exposição de bonecos de cimento em tamanho natural assim, na rua, furtava expressões estupefatas de quem passasse por ali.
De volta à Paulista, alguém no canteiro central se parece muito com o Fernando Trevisan. Até aí tudo bem. Anteontem ainda encontrei um cara muito parecido com ele. A diferença era que o cara de agora, do canteiro, olhava prá mim sorrindo.
Era meia-noite e um minuto. Mas na Paulista nunca fica escuro.
O sinal abriu prá mim e, bom, o “cara” era mesmo o Fernando Trevisan, indo para a Augusta com duas amigas beber chops.
Pena que já era esquina com a Joaquim Eugênio de Lima, me despedi da Chris, do Fernando e das amigas dele prá fazer rapel na ladeira que me traz aqui para casa.
***
Mas e aquelas noivas, hein?…
Fri 29 Jun 2007
- Bom dia, seu Sandro! Eu moro no prédio onde o senhor tá fazendo uma obra e preciso instalar uma cortina na minha casa, além de pendurar uns quadrinhos na parede. O senhor vai precisar fazer uns 10 furos no máximo. Quanto o senhor cobra?
- Ah, 50, 60 pila aí tá bom…
***
Então entrei no Mercado Livre e comprei uma furadeira.
Sat 23 Jun 2007
… prá comer crua?”
De uma conversa roubadamente ouvida nos corredores do Extra da Brigadeiro.
Tão bom saber que a gente não tá sozinha…
Sat 2 Jun 2007
Que pode acontecer quando um designer, uma jornalista e um quase-historiador, quase-comunicólogo digital e super cara de visão se juntam numa mesa prá comer um BlackDog perto da Paulista?
Web, tremei!!!
(ouça risadas divertido-ameaçadoras!!!!)
Obrigadas pela noite que se perpetuará nas infovias do ciberespaço, queridos Bruno Bortoletto e Pedro Markun.
(Sim, Duds… nós falamos de JC. E não, não era Jesus Cristo mas jornalismo colaborativo…)