Olha só que curioso… Uma pesquisa da Attributor, empresa dedicada ao mapeamento de conteúdo digital diz que material jornalístico na rede tem 140% mais audiência FORA do site onde foi publicado originalmente.

A pesquisa diz ainda que essa replicabilidade faz com que os players de mídia deixem de abocanhar pelo menos US$ 100 mil ao ano. Isso porque os veículos ainda preferem o controle sobre os SEUS conteúdos do que um mergulho profundo na cultura digital de copyleft, creative commons, P2P, open source e inteligência coletiva.
É como negar o poder da mídia social em replicabilidade e viralização. Outras pessoas chamariam isso de “Pirataria!!”. Então pergunto: vão encarar?
Não façam isso. Um codigozito html no final dos conteúdos com link back para o site de origem e um convite “COPIE ESTE CONTEÚDO” faz todo mundo sair ganhando. A comunidade ganha o conteúdo + associação à marca e o veículo ganha audiência + projeção da marca nos seus nichos mais específicos.
O lance é tirar proveito da “pirataria” e não tentar evitá-la. Até mesmo porque essa última alternativa é impossível.

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Xeque mate!
Sensacional Ana. Isso dá mais munição para muitos argumentos a favor da distribuição livre nas discussões com os velhões da mídia… dos códigos embbed… de toda a cultura livre e colaborativa.
Os veículos ganham autoridade também e isso me parece o mais importante, para os meios, é claro.
Talvez quando “estar entre os mais citados” por blogueiros e mídias colaborativas tenha algum valor simbólico atentem.
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