Lembrei desse livro do Jean Baudrillard ao acessar as webcams da Procempa, que transmitem ao vivo a Feira do Livro de Porto Alegre. E senti uma mistura de “nadismo” com o amor de uma tiete, o provincianismo de uma gaúcha (que sou) e a vontade que o tele-transporte logo seja uma realidade.
A gente sente pela tela. Não há dúvida. E se transporta em desejo para qualquer lugar. Lembro que assistia também à câmera do Banco Real na Av. Paulista antes de morar aqui.
Só que às vezes a gente não consegue ver direito a tela, porque as lágrimas turvam um pouco a visão…
Nessas câmeras rapidinhas e bacaninhas da Procempa, falta só sentir o cheiro da tinta impressa, do café passado e do jacarandá florido
Feira do Livro, aí vou eu!!!!!!!!


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Nossa, Ana! Que emotivo isso: “Só que às vezes a gente não consegue ver direito a tela, porque as lágrimas turvam um pouco a visão…”
Gostei.
é a saudade, Thalles… é a saudade :´)
Oi Ana!
Você pode me ajudar!!!
Eu tô fazendo o meu tcc sobre jornalismo colaborativo e preciso de alguns dados que ñ encontrei na net,por isso estou recorrendo a vc que é envolvida como o OMNI.
Vc sabe quantos jornalistas estão trabalhando no OMNIatualmente? Como é estruturada a redação??
Se vc puder me responder, serei imensamente grata.
Bju
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