May 2008
Monthly Archive
Thu 29 May 2008
Posted by Ana Brambilla under
gauchices ,
jornalismo1 Comment

A Cyberfam completa 10 anos com uma programação 24 horas. Começou ontem, às 18h e encerra às seis da tarde de hoje.
Pouco depois da meia-noite, mandei meus dois centavos numa entrevista por telefone ao querido André Pase.
Muitas participações bacanas, como John Pavlick e Marina Wentzel, ex-colega e amiga que hoje tenho o maior orgulho ao ouvir, de manhã cedinho, no boletim da BBC à CBN: “De Hong Kong, Marina Wentzel”.
Mas o momento mais emocionante é o streaming de vídeo de uma aula de quase 50 minutos, com o Eduardo Pellanda (caro ex-orientador), numa sala de aula da Famecos. A gente sente todo o clima da turma, o discurso, a luz da manhã, o visu do prédio 8 e do jardim da Famecos que a gente vê pelos janelões que vão até o chão, as cortinas, a energia da gurizada, o entusiasmo de sempre no discurso do Pellanda ao falar das possibilidade do mobile no jornalismo.
Aí o coração acelera, a saudadevontade bate e a gente não se güenta!
Parabéns, Cyber! Tenho o maior orgulho de que esse foi meu primeiro trabalho
Wed 28 May 2008


Não pela novidade - que já não é -, mas pelo registro: Citizen News e Y! Repórter criam um modelo de aproveitamento de conteúdo colaborativo para fins jornalísticos.
Ora… se os vídeos e as fotos já estão no YouTube e no Flickr e se alguns têm valor editorial, então só falta uma marca sinônimo de chancela de que ali houve filtro jornalístico - ou edição.
Quanto a gente acha que já viu tudo nesse mundo colaborativo, sempre aparecem articulações novas.
Tue 27 May 2008
Posted by Ana Brambilla under
Tecnologices ,
Mídia1 Comment
Gaby Darbyshire, do Gizmodo, em entrevista ao M&M:
“Claro que um número alto de leitores é bom, mas o melhor é conseguir reunir um número alto dos melhores leitores.”
Era DISSO que eu falava quando urrava contra a monetização e a corrida desenfreada por pageviews em blogs!!!!!!
Os critérios para se medir a audiência na web são outros, muito mais qualitativos do que quanti. Entendo que as agências de publicidade ainda trabalhem com montantes numéricos. Mas a tendência aponta para outro caminho.
E digo mais: não é só para blog que esse critério vale.
***
Valeu pela dica, querida Fernanda Athayde.
Tue 13 May 2008
Posted by Ana Brambilla under
Tecnologices[5] Comments
Nessa noite que passou, o Google deu mais uma das suas tacadas de mestre: lançou o Google Friend Connect.
Trata-se de um snippet que qualquer pessoa poderá acrescentar no html de seu site, transformando-o, em linhas gerais, numa rede social. O mais curioso é que, para fazer parte da rede de um site, o internauta não precisa cadastrar-se especificamente nela. Basta estar conectado ao SERVIÇO do Google. Todos os sites que oferecem esse mesmo serviço estarão em comunicação e o usuário poderá transitar por eles com o mesmo login.
Como um programa piloto, o Google Friend Connect por enquanto só coleta sites candidatos a beta-testers. Serão selecionados cerca de 20 sites que testarão o sistema durante os próximos meses. As APIs oferecidas conversarão com aquelas que já existem em outros ambientes 2.0 da web como Facebook, GTalk, Orkut, Plaxo e outras plataformas.
Destaco um trecho interessante do release dos caras:
“Google Friend Connect has been developed to lower two barriers to the spread of social features across the web. First, many website owners want to add features that enable their visitors to do things with their friends, but the technology and resource hurdles have been too high. Second, people are tiring of needing to create new logins and profiles and recreate their friends lists wherever they go on the web. Google Friend Connect offers a solution to both these issues.”
IN-CRÍ-VEL a coincidência! Conversava isso com meus alunos da Cásper ainda HOJE DE MANHÃ, em aula! E depois, quando cheguei na Abril, soube dessa iniciativa.
A discussão era justamente se há espaço para tantas redes sociais que pipocam aqui e ali. Se o povo tem paciência e propósito para se cadastrar em várias redes ao mesmo tempo e - pior - se PARTICIPA de todas essas redes.
Acho que o Google Friend Connect só acentua essa discussão e pode nos trazer alguma resposta. Em breve.
Fri 9 May 2008
Posted by Ana Brambilla under
Mídia ,
ColaboraçãoNo Comments

Ontem o Alexandre Miraldo (esse meu colega que ainda vou ver tomando chimarrão) me encaminhou um artigo do BlueBus onde Luis Alberto Marinho denunciava uma possível falácia na campanha “www.voceescolhe.com.br“, que até já foi pauta deste Libellus.
O nome sugerido e eleito pelo público havia sido “Samba”. Mas a nova companhia de aviação foi batizada de “Azul”. Alguns domínios de web até já tinham sido registrados. Estranhamente, na lista dos domínios que o Rafael Spoladore, meu ex-colega de Fasul, informou também no BlueBus, não constava www.voesamba.com.br - as opções que ele trouxe, são:
flyazul.com.br
voeazul.com.br
voebrasileira.com.br
voebrisa.com.br
voejetbrasil.com.br
voenossa.com.br
voepatria.com.br
voevamos.com.br
voeviva.com.br
Buenas, isso acontece na mesma semana em que eu questionei meus alunos da Cásper se eles já tinham visto na TV algum comercial gravado pelo público, concretizando campanhas colaborativas que têm pipocado por aí. Algumas até registrei aqui no Libellus, como Casas Bahia e Mastercard.
Diante da resposta negativa dos meus alunos e de outras pessoas com quem andei conversando, o OhmyNews era o destino certo para essa reflexão.
Thu 8 May 2008
Bocadopovo é um site de jornalismo cidadão recém-lançado na Bahia. Mais um, talvez. Mas como a tônica é o hiperlocalismo, então tá valendo a iniciativa e espero dali as notícias das ruas, calçadas e casas baianas.
A pegada editorial parece bacana, a começar por uma manchete online agora: Alagamento em Salvador quase leva meu carro.
Só não é nada fantástico o tal do gerador de lead. Trata-se de um formulário onde o cidadão repórter é convidado a digitar em caixinhas as respostas às seguintes questões:
QUEM?
O QUÊ?
ONDE?
COMO?
QUANDO?
POR QUÊ?

Quando tu clica em AVANÇAR, eis que surge um… LEAD!
Pois é… Para que ficar assistindo àquelas aulinhas de técnica de redação jornalística, né? Pirâmide invertida, o que é relevante, verbos declaratórios, uso de artigos, adjetivos, sujeito e predicado que não deve ser separado por vírgula, uma ou duas idéias por frase… Quaaanta besteira!

Eu entendo que escrever um lead, tarefa óbvia para qualquer jornalista, não seja tão simples assim para todo mundo. Entendo também que o canal de submissão de conteúdo vai além e não limita o trabalho do cidadão repórter a essa afronta ao bom senso jornalístico.
Mas a dinâmica da ferramenta lembrou DEMAIS os escrotos Gerador de Lero-lero e Miguxeitor.
Fico pensando até que ponto soluções assim estimulam ou subestimam o intelecto humano…
Agrad’cida pela dica, Pedro Markun!
Mon 5 May 2008
Fazendo eco ao post do Eduardo Pellanda no Ubimidia… estou babando pelo Shozu!

Trata-se de uma plataforma integrada de conteúdo colaborativo, inclusive jornalismo.
Operada por celular, a estrutura permite que materiais produzidos em devices móveis sejam submetidos a sites de conteúdo genérico como Flickr, Blogger, Facebook e YouTube até páginas jornalísticas como CNN e BBC.
Duas coisas importantes aí:
1) colaboração móvel e instantânea
2) integração
A facilidade na navegação móvel ainda parece um desafio para muitos portais. Integrar várias saídas de UGC numa mesma ferramenta me pareceu tacada de mestre!
O Shozu em si não é novo enquanto software, mas desconhecia serviços “neutros” como canal de jornalismo colaborativo, ainda mais para “grandões” como CNN e BBC.
Mon 5 May 2008
Posted by Ana Brambilla under
Mídia ,
Colaboração[6] Comments
Esse é o nome da campanha colaborativa que a Mastercard acaba de lançar.
Feito o gancho com o bordão clássico da operadora - “Tal coisa não tem preço. Todas as outras você compra com Mastercard” -, a já megacriativa sequência de peças promete ser ainda mais enriquecida com histórias que venham do público.
Destaque para o formulário de envio de histórias, inteligentemente desenhado já no layout como o conteúdo é apresentado.
De resto, a dinâmica segue igual às outras campanhas 2.0 que têm pipocado por aí: envio de fotos e vídeos, votação online e melhores peças veiculadas como comercial.
***
Sabe o que me encasqueta? É que nunca vejo esses comerciais de origem “2.0″ serem veiculados na TV…
Ok, eu não sou A espectadora. Assisto tri pouco à TV. Mas que essas campanhas deixam o desfecho a desejar, ah, deixam.