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Caroline Arice said in March 27th, 2008 at 20:58

Nunca imaginei que pudesse existir alguém que gostasse de avição, cultura digital, gatos e jazz ao mesmo tempo.
Devidamente adicionada, professora.

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Ceila Santos said in March 28th, 2008 at 16:43

Aninha, você tocou num ponto que considero importante que são as marcas… elas estão cada vez mais fortes e podiam usar das iniciativas de blogueiros ou jornalistas para reforçarem ainda mais suas marcas já que mudar de tradição assim é complicado. Eu acho que reforçar a parceria com colaboradores/sites/blogs pode ser uma boa alternativa desde que haja ganha-ganha

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Ana Brambilla said in March 28th, 2008 at 17:29

Sim, Ceila, penso por aí também. Afinal, colaboração, que é minha bandeira, é soma, né? Soma do trabalho de leigos com o de profissionais. E blogueiros estão no meio desse caminho!

beijos

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D. Garcia said in March 29th, 2008 at 11:15

Acho que além de estimular a colaboração, é preciso identificar que tipo de colaboração é interessante para o site. E aí está um grande desafio, ter uma rede de informações que realmente colaborem, somem.

Acho que ainda é muito cedo para exigir que os portais utilizem-se com total empenho do jornalismo colaborativo. Não estão acostumados a intervenção alheia em seus trabalhos, ou a possíveis críticas. Mas e quem está? Mas uma boa forma de estimular colaboração seria conceder algum benefício ou privilégios. como por exemplo acesso a um conteúdo pago, ou coisa do tipo.

e-braços

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Fabio said in March 29th, 2008 at 18:42

Olá

Tem um site chamado Hiperlocal (www.hiperlocal.com.br) que se utiliza da questão hiperlocal primeiramente com eventos (show, festas, eventos, etc).Dessa forma,a questão da confiança da fonte fica mais fácil de averiguiação.

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Rogério Kreidlow said in March 29th, 2008 at 23:37

A tal intervenção do público pode virar vandalismo também, sei lá. Acaba precisando da mediação, do controle. Se não precisa, nem estariamos aqui discutindo nada, só tocando arpas e voando igual àqueles anjos bobalhões de historinhas.

Confiamos pouco, naturalmente, em quem não conhecemos. Há muita gente louca, aproveitadora e maldosa no mundo para que se submeta tudo a elas. Vira o caos. Imaginem se inventam “justiça cidadã”, “medicina cidadã”, “engenharia cidadã”. Não duvido que corramos o risco de voltar à lei do “Olho por Olho, Dente por Dente”, que a pessoa morra até se escolher a melhor forma (medicina tradicional, acupuntura, ioga, homeopatia, reza braba) de tratá-la, que uma eficação termine um monumento completamente brega e inseguro, com paredes tortas, etc.

Jornalismo não é só dar pitaco. É pesquisar, saber do que tá tratando, contextualizar, ir a fundo, e ouvir xingões, ameaças, discutir horas no telefone, essas coisas. Tarefa para poucos. Nenhum cidadão comum, do dia para a noite, mesmo ganhando bem, vai ter sutileza e estômago para isso. Tem que nascer pra coisa, de certa maneira. Bobagem imaginar também que qualquer um vá dar contribuição significativa a um assunto só porque tem uma caixa de comentário ou outra ferramentazinha à mão. Se tem idéias boas, já teria exposto-as de outra forma.

E “interação” para dar vazão a meros bla-bla-blas também?… Isso pode ficar só na conversa de bar mesmo, é menos comprometedor e ridículo. A pessoa não entende dos assuntos, mal sabe contextualizar o que dizer, quer só aparecer, dar uma de metido ou plemista, vá fazer piruetas na praça. Não tem por que ter espaço para opinar. Se tem idéias realmente boas, que vire líder comunitário, vá à Câmara de Vereadores, lute por uma causa e não perca tempo compartilhando opiniões em espaço onde mal será lido. É isso.

Abraços
Rogério K.

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Ana Brambilla said in March 31st, 2008 at 11:03

Não sei se acesso a conteúdo pago é o canal, sabe? Já houve essa tentativa e foi frustrada. Agora acho que não daria certo mesmo, já que se ouve falar cada vez mais em “economia do gratuito”.

Mas que o lance é oferecer algum benefício extra aos colaboradores, concordo plenamente.

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Ana Brambilla said in March 31st, 2008 at 11:17

Oi Rogério,
concordo contigo quanto à necessidade de uma organização. Colaboração não é caos. E nessa organização dos espaços editoriais é que vejo o papel fundamental do jornalista.

Mas quero te lembrar que nem toda colaboração é “achismo”, nem mesmo opinião. Tem muita gente entendida, especialista em algumas pautas que tem muito mais propriedade do que repórteres em abordá-las. O importante é identificar esses colaboradores potenciais (quem tem histórias boas para contar), dar espaço a eles e estimular que participem.

É a tal da questão do critério…

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