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Raphael Perret said in January 30th, 2008 at 11:35

Oi, Ana. Ia só avisar que já respondi seu comentário (http://butuca.blogspot.com/2008/01/ciranda-de-textos-sobre-jornalismo.html), mas não posso deixar de falar sobre seu post. E concordo plenamente. Já havia lido esse texto. E, acredite, a praga é cada vez maior.

Alguns avisam que o post é patrocinado. Outros, nem isso. Eu não aceitaria fazê-lo. Nem julgo quem o faz. Mas me preocupa o descuido de jogar limpo com o leitor.

Como você mesma disse, nada contra a “monetização” (prefiro chamar de “profissionalismo”). Há quem corra atrás da grana publicitária só explorando a busca contextual dos AdSenses da vida, há quem corra até tentando sobreviver. Justíssimo. Mas qual o modelo ideal? A questão é nova e palpitante. Só sei qual *não* é a resposta: tentando enganar o leitor.

Abraço.

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cláudia said in January 30th, 2008 at 13:37

É o que faz o tal marketing de guerrilha. “Gera curiosidade”.bleh!

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marcus said in January 31st, 2008 at 12:42

Acho posts patrocinados super válidos, desde que identificados pelo autor, como dito na terceira observação que tu quotou acima.

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Thalles Waichert said in February 7th, 2008 at 09:30

Oi Ana,

pelo que eu tenho visto me parece que a aversão ao conteúdo publicitário na blogosfera ocorre quando está vinculado a mensagem principal, ou seja, basicamente na forma de post. Quando os anúncios são postos de forma periférica nunca incomodam, mas daí gera um outro problema. Quem clica nos anúncios? Hum… isso dá um post pro meu blog! Senão eu vou encher isso aqui de links e posso acabar sendo barrado pelo filtro de spam. rs

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