Aquele queijo derretendo, orégano, tomate… Tá certo que no Sul, bauru mesmo vai carne de gado. Aqui prá SP bauru é só uma torrada. Anyway, quentinho igual…

Bauru quente também pode ser a diferença de três, quatro graus em que fica a temperatura da cidade, sempre acima da média na capital, São Paulo.

Outro jeito de Bauru ser quente é falar de jornalismo colaborativo para alunos e professores da UNESP. Aí a coisa esquenta! E eu fico falando por não menos que três horas para um auditório cheio de universitários. Sim, cheio! O povo não debandava, nem aos pouquinhos, como de costume em palestras de fim de noite.

Assim foi nessa terça, dia 23, quando o querido professor Mauro Ventura me recebeu para uma falar sobre o que mais gosto. Acho que o pessoal sentiu que eu gostava e resolveu aproveitar! Eu aproveitei junto e trocamos várias idéias interessantes sobre futuro da profissão, credibilidade, sindicato, diploma, processo editorial, anonimato…

Minutos depois, a discussão continuou com os profes, entre Nietzsche e uma nova teoria da notícia, para o jornalismo colaborativo. Entre uma sakerinha e um salmão com molho de alcaparra, as idéias fluem e quase que nasceu ali um projeto de doutorado. Quem sabe?

Obrigada pelo fôlego, queridos alunos! Vocês é que me dão disposição e me fazem, ainda, acreditar em jornalismo colaborativo. Além de me ajudarem a matar a saudade de dar aula…