A noite foi ótima, claro! Discutir jornalismo colaborativo com pessoas tão bem preparadas e de boas idéias é sempre instigante e me faz lembrar das aulas do Juremir, quando deixava a Famecos com a cabeça fervilhando.

Ana Elisa Ribero, Jorge Rocha, Julio Daio Borges, Pedro Markun, Zé Marcelo Zacchi, Alexandre Matias e outras pessoas que iluminaram a noite, obrigada!

Mas o que roubou a minha atenção ao participar do Palavra na Tela, organizado pelo Digestivo Cultural, foi o lugar onde a discussão aconteceu.

Nada menos do que… a casa onde viveu Mario de Andrade.

No final do evento eu conversei com a Kalu, que trabalha lá e cuja mamys é pesquisadora da relação de Mario com o universo musical. Kalu pareceu uma pessoa muito gentil e conhecedora da vida de Mario. Contou até como ele morreu…

Foi naquela casa, enquanto descia essa escada, que sentiu uma fisgada no peito. Caiu na escada mesmo e dali foi levado ao quarto, no piso de cima, de onde não saiu com vida.

Preciso voltar lá. Preciso! Quero sentir mais o Mario por aqueles corredores, aquelas prateleiras, dizem que há um porão cheeeeio de livros dele… Quero chamar o Mario para um chá, como sempre acontece quando vou no Municipal :)