(medo)
October 2007
Tue 30 Oct 2007
Thu 25 Oct 2007
“Mande sua notícia! Fique famoso! Vire repórter!”
Posted by Ana Brambilla under Jornalismo Colaborativo[2] Comments
Francisco Madureira, o Madu, comentou sobre o post do Sou Repórter:
“Interessante uma percepção que tive ao te ler: “MANDE SUA NOTÍCIA. FIQUE FAMOSO. VIRE REPÓRTER”. Penso às vezes que é essa coisa do “famoso” que ainda impede o jornalismo cidadão de pegar no Brasil com a intensidade que pega lá fora. Algo que possa realmente fazer sentido e agregar valor à comunidade em que o cara vive, à la projetos Media Lab, e não “ir pra capa do iG”… não acha?”
Humm… Boa proposição, Madu. (E a gente só diz isso quando não tem resposta, né? Pois não tenho mesmo.)
Num arriscado exercício de pensescreve, tendo a achar que não, não é essa lógica da fama que não faz o jornalismo colaborativo “pegar” no Brasil. Ao contrário.
Se existem, hoje, algumas tímidas e algo toscas iniciativas de jornalismo colaborativo em sites brasileiros, de grandes marcas da mídia brasileira é bem graças à essa necessidade de exposição.
A Sou+Eu foi lançada sob a premisa “apareço, logo, existo”. E deu certo! Ok, o foco da revista não é informativo, mas entretenimento, mais ou menos por onde se norteia o VCnoG1. A diferença é que o VCnoG1 vende-se como informação, como notícia. Basta ver que ele está dentro de um portal essencialmente noticioso como o G1.
Nenhum desses, nem outros, como Minha Notícia, VC Repórter ou Eu-Repórter pode ser comparado, qualitativamente, a projetos do MIT, nem mesmo com o OhmyNews.
Mas a lentidão do crescimento dos cases brasileiros se deve a outros fatores mais sérios que a lógica da fama. Discuti isso num artigo que publiquei no OhmyNews. Entre eles: baixa atualização, falta de feedback e relacionamento com o colaborador, infra ruim para envio de conteúdo, ausência de foco editorial…
Esses são problemas do lado de quem oferece o espaço. É claro que há problemas do lado dos colaboradores. O que leva alguém a produzir conteúdo para esses espaços? Talvez essa pergunta, respondida apenas em hipóteses, seja o maior problema do jornalismo colaborativo não ter “pegado” ainda na mente do brasileiro.
Não precisaríamos ver o mundo com olhos mais críticos?
Não deveríamos deixar de lado a vergonha do nosso semi-analfabetismo e nos lançar ao desafio da escrita?
Não poderíamos ser melhor servidos em acesso digital?
Não precisaríamos parar de ver figurões da mídia como os únicos detendores da verdade soberana e inquestionável?
Tudo isso pode conviver com a fama, sabe? Logo, “ficar famoso” sendo cidadão repórter não é um problema. Talvez o problema real seja SOMENTE ficar famoso. Daí não há o que se esperar de jornalístico aí. Acessa o site do Big Brother que talvez as inscrições ainda estejam abertas…
Isso me causa mais preocupação, Madu, porque mexe com a consciência da cultura brasileira. Noutras palavras, o buraco é um pouco mais embaixo.
Thu 25 Oct 2007
Aquele queijo derretendo, orégano, tomate… Tá certo que no Sul, bauru mesmo vai carne de gado. Aqui prá SP bauru é só uma torrada. Anyway, quentinho igual…
Bauru quente também pode ser a diferença de três, quatro graus em que fica a temperatura da cidade, sempre acima da média na capital, São Paulo.
Outro jeito de Bauru ser quente é falar de jornalismo colaborativo para alunos e professores da UNESP. Aí a coisa esquenta! E eu fico falando por não menos que três horas para um auditório cheio de universitários. Sim, cheio! O povo não debandava, nem aos pouquinhos, como de costume em palestras de fim de noite.
Assim foi nessa terça, dia 23, quando o querido professor Mauro Ventura me recebeu para uma falar sobre o que mais gosto. Acho que o pessoal sentiu que eu gostava e resolveu aproveitar! Eu aproveitei junto e trocamos várias idéias interessantes sobre futuro da profissão, credibilidade, sindicato, diploma, processo editorial, anonimato…
Minutos depois, a discussão continuou com os profes, entre Nietzsche e uma nova teoria da notícia, para o jornalismo colaborativo. Entre uma sakerinha e um salmão com molho de alcaparra, as idéias fluem e quase que nasceu ali um projeto de doutorado. Quem sabe?
Obrigada pelo fôlego, queridos alunos! Vocês é que me dão disposição e me fazem, ainda, acreditar em jornalismo colaborativo. Além de me ajudarem a matar a saudade de dar aula…
Thu 25 Oct 2007
Sou Repórter é um projeto aparentemente “mais um” nessa selva de noticiários colaborativos que pipocaram na web no último ano. Mas há um diferencial interessante nele e, aqui no Brasil, me parece, ainda inédito.
Mais do que oferecer espaço para os internautas produzirem e publicarem notícias, há uma seção chamada PAUTAS.
Em Pautas, o site promete ser um ponto de convergência de sugestão e produção cooperativa de matérias. Trata-se de uma lista de assuntos para quem quer colaborar com o site e não sabe por onde começar.
Do site:
“Algumas delas (as pautas), com o nome do repórter, já estão sendo produzidas. Quer ajudar? Conhece sobre o assunto ou pessoas que podem dar entrevista para a matéria? entre em contato com o repórter.
Se você se interessa por um assunto da lista e quer produzir a matéria, basta fazê-la e mandar para o site.
Se deseja sugerir outros assuntos, entre em contato.”
A idéia é FANTÁSTICA e tinha que ser adotada por veículos tradicionais de comunicação que ainda “temem” a invasão do colaborador como produtor de conteúdo. Essa central de pautas (ou mais do que isso) firma um nível intermediário de colaboração no jornalismo.
No Brasil, é novidade. Mas lá fora isso já é trabalhado em plataformas de crowdsourcing, em que lembro especialmente do projeto do italiano Stefano Valentino, o Global Reporter.

Antes disso, Dan Gillmor já proclamava seu blog como um espaço para produção colaborativa de reportagens para veículos tradicionais. Ele conta, no We, the media:
“(Meu blog) Deu origem a profundas conversas entre as minhas fontes e os meus leitores, que estão constantemente a falar-me de coisas que não sei. Isto é jornalismo interactivo.
(…)
Uma vez por outra, interrogo os leitores acerca de artigos que ainda não estão escritos: exponho o tema e digo o que penso que sei acerca da matéria. (…) Os meus leitores online, que incluem um número surpreendente de fontes tradicionais, nunca se coíbem de assinalar os ângulos que me podem ter escapado ou de me dizer que estou redondamente enganado. Todas essas observações são tidas em conta, pelo que o artigo resultante elhora graças ao processo.”
***
O Sou Repórter é um projeto de fim de curso da graduanda em jornalismo Mariana Dourado e seus colegas, de Cascavel, no oeste do Paraná.
***
Ponto curioso 1: tem um botão em flash à direita da página, dizendo: “MANDE SUA NOTÍCIA. FIQUE FAMOSO. VIRE REPÓRTER.” … Merci, monsieur Dèbord!
Ponto curioso 2: interessante ver alguém usar alguns pontos em que tanto martelei na minha dissertação:
… “Os responsáveis pelo site irão apenas organizar a informação, verificar a veracidade, corrigir erros que dificultem a compreensão da mensagem e disponibilizá-la no site.”
… “O autor da matéria será devidamente identificado com o nome completo, para dar credibilidade às informações.”
***
Vida longa ao Sou Repórter!
Thu 18 Oct 2007
A Palavra na Tela: da auto-publicação ao jornalismo colaborativo
Posted by Ana Brambilla under Tecnologices , Jornalismo Colaborativo , Colaboração1 Comment
O Julio Daio Borges fez um trabalho de primeiríssima linha ao editar o conteúdo de ontem à noite.
Parabéns, Julio!
Thu 18 Oct 2007
A casa do Mario
Posted by Ana Brambilla under AnaPaulistana , Jornalismo Colaborativo , Arte1 Comment

A noite foi ótima, claro! Discutir jornalismo colaborativo com pessoas tão bem preparadas e de boas idéias é sempre instigante e me faz lembrar das aulas do Juremir, quando deixava a Famecos com a cabeça fervilhando.
Ana Elisa Ribero, Jorge Rocha, Julio Daio Borges, Pedro Markun, Zé Marcelo Zacchi, Alexandre Matias e outras pessoas que iluminaram a noite, obrigada!

Mas o que roubou a minha atenção ao participar do Palavra na Tela, organizado pelo Digestivo Cultural, foi o lugar onde a discussão aconteceu.
Nada menos do que… a casa onde viveu Mario de Andrade.

No final do evento eu conversei com a Kalu, que trabalha lá e cuja mamys é pesquisadora da relação de Mario com o universo musical. Kalu pareceu uma pessoa muito gentil e conhecedora da vida de Mario. Contou até como ele morreu…
Foi naquela casa, enquanto descia essa escada, que sentiu uma fisgada no peito. Caiu na escada mesmo e dali foi levado ao quarto, no piso de cima, de onde não saiu com vida.
Preciso voltar lá. Preciso! Quero sentir mais o Mario por aqueles corredores, aquelas prateleiras, dizem que há um porão cheeeeio de livros dele… Quero chamar o Mario para um chá, como sempre acontece quando vou no Municipal
Wed 17 Oct 2007
Acabei de receber esse e-mail, da querida Jack Woitovitsch:
“Oi amiga, tudo bem? Chegou bem?
Seguinte: vai feder a coisa do MST. Eles estão em marcha para a Fazenda da (amiga nossa*)(Coqueiros do Sul), mesmo tendo liminar da justiça que proíbe que eles invadam a fazenda, o MST diz que não vai recuar..tem um monte de brigadiano guardando a Fazenda, isso vai dar confronto. Essa semana eles já invadiram a fazenda da Votorantim e outra grande fazenda, e todas com liminar da justiça. Hj a Zero Hora publicou extensa matéria na pág. 4 e 5 alertando para o que está acontecendo.”
E então? O exército não vai agir? Sim, porque já não adianta a brigada militar fazer guarda na fazenda. Esses trogloditas vão invadir mesmo. Que ainda esperam? Que pessoas morram? Que mais estragos aconteçam? Absurdo, viu?
* suprimi o nome da nossa amiga dona da fazenda a ser invadida por questão de sua segurança.
Tue 16 Oct 2007
* reproduzido do que publiquei na comunidade BRA Transportes Aéreos, no Orkut:
Já manifestei aqui e para amigos o carinho que tenho pela BRA, pelo tratamento que recebo dos funcionários, pelos preços oferecidos, pelo serviço prestado. Mas nesse último feriado, a BRA conseguiu a façanha de despertar minha fúria.
11/10
18h30: Um telefonema avisa que o vôo que pegaria de GRU a POA havia sido transferido das 20h40 para as 2h do dia seguinte.
22h30: Faço check-in em GRU e a BRA me oferece um lanche, pelo atraso do vôo.
12/10
1h30: O vôo 1000, até então marcado para as 2h, foi transferido para as 3h25
2h10: O horário muda outra vez, agora confirmado para as 3h55
2h30: Já na sala de embarque, passando muito frio, pergunto ao funcionário da BRA se podemos fazer outra refeição pela empresa (na verdade eu pedi um café). Ele me mandou no check-in. Fui ao check-in e, após afirmar que o horário do monitor estava ERRADO (portanto, o vôo não sairia às 3h55, o que me fez passar por mentirosa), a funcionária autorizou uma nova refeição.
2h35: Chego ao restaurante Terra Azul, no aeroporto, apresentou meu bilhete e a funcionária do restaurante me proíbe a entreda, alegando que a BRA NÃO HAVIA autorizado. (Imaginem a HUMILHAÇÃO que passei)
2h50: A funcionária do restaurante autoriza minha entrada, pego um café com leite e volto para a sala de embarque.
4h10: O vôo 1000 decola para Porto Alegre.
15/10
5h30: Ligo para a BRA do aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, para confirmar o horário do vôo 1001, marcado para as 7h. A funcionária me avisa que o vôo já havia saído, antecipadamente, às 5h10 do mesmo dia. Por que não me avisaram, como na vinda? Não, ela não sabia me dizer.
6h: Chego no aeroporto, onde encontro cerca de 40 passageiros na mesma situação que eu (o vôo foi adiantado e NINGUÉM nos avisou por qualquer meio).
6h30: Registramos uma ocorrência coletiva na ANAC contra a BRA e fornecemos nossos nomes ao supervisor da empresa naquele aeroporto.
7h: O supervisor, Alberto, oferece vales-café da manhã e pede para voltarmos às 10h. Ele diria onde nos realocaria.
10h: eu e outros seis passageiros voltamos ao check-in da BRA em busca da informação prometida para aquele horário. “Estamos tentando realocá-los em outro vôo” era tudo o que ouvíamos desde que chegamos naquele aeroporto.
10h30: a funcionária CAROLINE IRAPUAN CONSTANT se dirige a esse grupo de passageiros e diz: “Consegui seis lugares num vôo Varig para Congonhas”. Os bilhetes são assim distribuidos:
- 3 para uma família com criança
- 2 para um casal
Ao ver o último bilhete com dois passageiros (eu e um homem), a Sra. Caroline disse: “Vocês resolvam entre vocês quem vai nesse vôo!” Sendo a responsabilidade da BRA, é ela quem deve mediar essas negociações e não dizer aos passageiros: VIREM-SE!
Diante do impasse, o funcionário ANTÔNIO CARNELOSO arrancou o bilhete das mãos da Sra. Caroline e entregou ao homem, deixando que eu fosse a ÚNICA PASSAGEIRA NÃO ALOCADA EM NENHUM VÔO.
Ao me deparar com essa cena, patética, grosseira e completamente arbitrária, perguntei: “Qual o critério da escolha? Por que esse homem tem prioridade diante de mim?” Vale dizer que esse homem, na faixa dos 35 anos, não aparentava nenhum sinal de deficiência ou problemas de locomoção. De fato, não havia motivo para priorizá-lo. O que fez o Sr. Antônio me tratar com ironia: “A sra. é muito humana, dona Ana, e vai entender.”
Entender o quê? Que fui tratada como uma otária? Que fui PRETERIDA pela BRA? Qual a razão? Pago menos pela passagem do que aquele homem? Sou um ser humano pior que aquele homem? Sim, essa foi a única sensação provocada pela atitude abusiva do Sr. Antônio Carneloso. Foi MUITA humilhação. Jamais fui tratada com tamanho DESPREZO por qualquer outra pessoa ou instituição. Fiquei com NOJO, de verdade, ânsia de vômito.
11h30: a BRA me oferece almoço (mal conseguia engolir água) e pede que eu volte às 12h45 para ter uma posição sobre realocação em outro vôo.
12h45: retorno ao check-in da BRA e o encontro… VAZIO! O vôo provável estava marcado para as 13h.
13h: a Sra. Caroline aparece no meio do saguão do aeroporto e me entrega um bilhete para embarcar num vôo da Varig
14h30: o vôo finalmente decola para CGH (eu havia comprado GRU e NÃO QUERIA viajar para CGH por questão de segurança).
17h: a bagagem é liberada na esteira e tomo o caminho do Juizado Especial.
Saldo:
* um dia perdido no trabalho
* uma noite perdida com minha família
* fome, frio, sono
Se isso não for HUMILHAÇÃO, amigo, não sei o que será.
Talvez o que mais doa seja a DECEPÇÃO com uma empresa que eu considerava tanto.
Agradeço ao funcionário Alexandre, de CGH, que tão bem me atendeu no Juizado Especial. Fechei acordo de mil reais em passagens aéreas porque a BRA é a única empresa que não faz acordo em espécie, nem mesmo por danos morais e prejuízos profissionais.
Ficou claro que, assim como a grande riqueza da BRA esteja no seu patrimônio humano, nos funcionários, esse senhor, ANTÔNIO CARNELOSO, é indigno do emprego que tem e da empresa em que trabalha.
Fica o alerta para a BRA: que um único funcionário não manche a imagem da empresa ao agir de modo tão abominável.
E fica, claro, a recomendação de que episódios como atrasos, falta de asistência (ah, sim, esqueci de contar que alguns passageiros foram levados para hotéis e eu não. Por quê???) não acabem com a empresa.
Tue 16 Oct 2007
Por que não confiar em fontes oficiais
Posted by Ana Brambilla under Tecnologices , Jornalismo Colaborativo , MídiaNo Comments
Juan Saavedra mandou dizer, através da Jornalistas da Web, que o site da CBF pagou o maior micão durante o último jogo da Seleção, contra a Colômbia, pelas eliminatórias.
Eles somente noticiaram a vitória brasileira por 2 a 1, com gols do Kaká e Ronaldo. Ocorre que o Brasil empatou num medíocre 0 a 0 com a Colômbia…

O site do Globo Esporte registrou a gafe. E a Cris Dissat avisou sobre o mea culpa da CBF:
“O site CBF NEWS pede desculpas aos profissionais de imprensa e internautas pelos transtornos causados devido ao erro grosseiro cometido na matéria sobre o jogo Brasil x Colômbia.
O equívoco, em que o título informava a vitória do Brasil por 2 a 1, de ordem operacional, ficou no ar durante cinco minutos e foi em seguida corrigido. O erro aconteceu no título e subtítulo. No texto, a matéria estava correta, com a publicação do empate em 0 a 0 entre Brasil e Colômbia.”
OPA! Pára tudo! Cuméquié? Ordem OPERACIONAL? Operação de seres humanos, né? Pelamordedeus… Mania de não admitir que pessoas erram! (Ou, nesse caso, mais do que errar, elas agiram de má fé.)
O jornalismo colaborativo agradece exemplos assim.
Thu 11 Oct 2007
Mais um colega assassinado nos arredores da Abril
Posted by Ana Brambilla under AnaAbriliana1 Comment
Hoje pela manhã, um colega que trabalhava na cooperativa de transporte aqui da Abril foi morto após um assalto.
Até agora não sei se ele reagiu ou não. A informação que circula aqui é que ele saiu correndo da portaria onde estava, em direção ao interior do terreno onde fica o prédio da Abril, na Marginal Pinheiros. Na fuga, foi baleado nas costas, atendido pelos seguranças da empresa mas morreu no hospital.
O nome dele era Weder Donizeti dos Santos Silva e tinha 35 anos.
UPDATED: Acabei de receber uma correspondência interna avisando que a própria Abril vai reforçar a segurança nos arredores da nossa sede de Pinheiros. Vai contratar seguranças particulares, instalar câmeras e holofotes para aumentar a iluminação das ruas que cercam o NEA (Novo Edifícil Abril).
Detalhe bem lembrado na correspondência: ações assim, que busquem garantir a segurança de trabalhadores que precisam transitar pelo local à noite, é de inteiríssima responsabilidade do poder público. Mas…

UPDATED 2: a Abril cedeu as imagens das câmeras internas à Record.



