“Há muito tempo que ando
nas ruas de um Porto não muito Alegre
E que no entanto me traz encantos
e o pôr-de-sol me traduz em versos

De seguir livre muitos caminhos
arando terras, provando vinhos
De ter idéias de liberdade
e ver amor em todas idades…”

Pão torrado, chimas, Ramilongas e uma cidade cinzenta ao redor me engolindo.

Nessas horas me pergunto: me eram as ruas do Porto, de fato, não muito Alegres?

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Com o perdão do post personalíssimo.