Sun 19 Aug 2007
“Há muito tempo que ando
nas ruas de um Porto não muito Alegre
E que no entanto me traz encantos
e o pôr-de-sol me traduz em versos
De seguir livre muitos caminhos
arando terras, provando vinhos
De ter idéias de liberdade
e ver amor em todas idades…”
Pão torrado, chimas, Ramilongas e uma cidade cinzenta ao redor me engolindo.
Nessas horas me pergunto: me eram as ruas do Porto, de fato, não muito Alegres?
***
Com o perdão do post personalíssimo.