August 2007
Monthly Archive
Fri 31 Aug 2007
Posted by Ana Brambilla under
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Deu na Associated Press, via blog do Dan Gillmor:
Chinese blog providers ‘encouraged’ to register users with their real names. Blog service providers in China are “encouraged” to register users with their real names and contact information, according to a new government document that tones down an earlier proposal banning anonymous online blogging. At least 10 major Chinese blog service providers have agreed to sign the “self-discipline pledge” issued by the Internet Society of China, the state-run Xinhua News Agency reported Tuesday.
Adorei as aspinhas nos “encouraged”. Seria irônico, se não fosse tão triste…
Fri 31 Aug 2007

Quem tentou acessar o OhmyNews hoje encontrou essa mensagem na home do OMN International.
Carlos Rix e eu comemoramos esse alerta, já que acompanhamos com certa ansiedade o movimento do OhmyNews nos últimos meses. O volume de atualizações diminuiu consideravelmente e o feedback das colaborações ficou muito espaçado quando não existiu.
Isso gerou um certo desagrado nos cidadãos repórteres que, com razão, ficavam sem saber o que foi feito com seus artigos. Alguns deles me procuraram - até de outros países - perguntando o que estava acontecendo com o OhmyNews.
Informada pelo Todd Thacker, editor do OMNI, justificava esse momento reticente como sendo véspera do lançamento do OhmyNews 2.0 (como se ele já não fosse super 2.0!!). E esse redesign profundo passa pela troca do sistema. Em função disso, também, é que a função Cybercash Request foi suspensa por algumas semanas.
Do lado de cá, dos cidadãos repórteres, a ansiedade aumenta e a expectativa por um OhmyNews ainda melhor se acentua.
It means: o que podia parecer uma crise é, em verdade, um momento de criação.
(curiosidade… curiosidade… curiosidade… curiosidade…)
Fri 31 Aug 2007
Posted by Ana Brambilla under
Tecnologices ,
Mídia1 Comment
No Dia do Blog, Henrique Matos mandou dizer que uma pesquisa com internautas norte-americanos apontou que 65% daqueles que lêem blogs procuram opinião. Na sequência, 39% afirmaram buscar notícias. Já entretenimento (vejam só!) é o foco da escolha de 38%.
A pesquisa também detectou que 80% dos entrevistados sabem o que é um blog e que apenas 8% dos americanos têm suas próprias páginas nessa tecnologia.
Esse dado se choca um pouco com outra pesquisa recente, que mostrou o megaenvolvimento dos brasileiros com a blogosfera.
Aqui eu não tenho a diferenciação desse público por gênero, mas lá em cima é a mulherada que abraçou a causa e 20% das americanas têm blogs.
Deu no Blue Bus.
***
Voltem nisso: 65% daqueles que lêem blogs procuram opinião.
Acho esse dado importante para a discussão que pipocou na mesa redonda do Estadão, dessa semana: relevância do conteúdo da blogosfera.
No jornalismo colaborativo, quando defendo a opinião como gênero textual muito adequado, é nítido como as pessoas se ouriçam. Jornalismo, para todos os efeitos, NÃO PODE trazer opinião. Se esquecem, porém, que opinião é um gênero jornalístico tão válido quanto o informativo. Eu diria, inclusive, que é uma ampliação do gênero informativo.
Mas o senso comum pergunta qual a relevância de tanta opinião?
E agora a gente vê que há interesse, sim, por opinião de blogueiros. Claro, nada de achismos. Opinião válida é opinião fundamentada. Isso vale para jornalismo e blogosfera. E não termina o debate sobre relevância no conteúdo dos blogs, longe disso.
Coincidência ou não, ontem à noite, numa entrevista ao Rodrigo Martins, do Estadão, comentei que relevância é algo muito subjetivo. Ela é possível, viável e factual quando um grupo de pessoas se reúne com interesses em comum num espaço que contém informações que lhe são úteis.
Agora… se opinião ou notícia são mais relevantes do que fotolog de adolescentes, não me arrisco a afirmar nada. Porque juntinho com a pergunta O QUE É RELEVANTE? vem outra questão: RELEVANTE PARA QUEM?
Thu 30 Aug 2007
Foi com esse tom de pieguismo que o jornalista Roberto Godoy, do Grupo Estado, abriu a mesa redonda “Responsabilidade e Conteúdo Digital”, que começava errando no título.
Sugeriria algo como “Responsabilidade e Publicidade”, já que a m. que provocou todo esse questionamento não foi a blogosfera em si, mas a campanha catastrófica da Talent, internacionalmente citada por comparar blogueiros - em geral! - a macacos.
Incrível como o foco mudou! O que devia ser dicutido naquela mesa não era a relevância do conteúdo produzido na blogosfera. Não era a blogosfera, mas a Talent! Fui para o debate com a expectativa de ter esclarecida a postura preconceituosa e arrogante que a campanha trouxe. Saí de lá frustrada, mas conformada.
Explico: ouvindo o diretor de criação da Talent, João Livi - que afirmou: “não leio muito blogs” -, entendi que não se pode esperar uma atitude humilde de reconhecimento de erro de uma criatura tão pedante.
“Um dos caras mais lidos no Brasil é um macaco… o Simão!” - foi com esse raciocínio refinado que Livi assumiu sua postura de não estar ali para reconhecer um erro. Afinal, esse erro não existe aos seus olhos. Qual o problema em compararmos o público a macacos se macacos podem ser estrelas no Brasil (aliás, um país de macacos)?
Algo, no mínimo, patético. E agressivo! Pois ao final do evento, Gustavo Jreige questionou-lhe se os babacas representados nas peças, que lêem conteúdo produzido por macacos na blogosfera são os mesmos que lêem o Estadão. E o sr. Livi, do alto da sua polidez, recusou-se a responder, xingando o colega blogueiro: “Você está afirmando isso! Não vou responder!” (o Gustavo gravou isso e logo, logo estará online no OutroOlhos.)
Outro que deu seu ar da graça na mesa redonda foi o Pedro Dória. Manso, dessa vez. Controlando sua ira contra o público e o inchaço provocado pela soberania da sua trajetória no jornalismo “de verdade” que ele pratica.
Discutiram relevância da informação, preparo da audiência, monetização da blogosfera, credibilidade, blogs internacionais e outros temas que renderiam 472 dias insuficientes de debate.
Mas por incrível que pareça (ou nem tanto assim), quem finalmente tocou no dodói que motivou o debate - e tocou com muita clareza - foi a Bruna Calheiros, do Sedentário e Hiperativo.
A vozinha rouca da Bruna retumbou nos ouvidos e consciências dos que tomavam aquela mesa, aquela sala do WTC ao dizer que o grande erro da campanha da Talent foi a generalização da blogosfera na abordagem das peças. E acrescento: a desqualificação.
Ora, sejamos humildes para reconhecer que houve um erro grave e primário para qualquer argumentação/retórica. Defender uma bandeira apontando equívocos em outra é uma estratégia que está caindo em desuso até em propaganda eleitoral! Fica feio! Pega mal! Ainda mais quando é feito sem conhecimento de causa!
Se João Viti não circula pela blogosfera, com que propriedade a julga? E quem aprovou essa campanha, no Estadão? Qual seu envolvimento com o ambiente digital de UGC? Aliás… por que essa pessoa não participou do debate? Quem é esse profissional?
Raivosamente ou não, a sensação que o episódio me deixou foi pena. Juro! Pena por profissionais tidos como referência na mídia nacional demostrarem tanto desconhecimento de uma cultura específica, tanto despreparo para abordar uma realidade já tão fortalecida, apesar de recente. E que poderia, grandemente, contribuir com a mídia que ainda pensa papel. Poderia.
Wed 29 Aug 2007
Estava preparando um mini-curso sobre mídia oriental para o Curso Abril de Editores e, relendo minha dissertação, encontrei essa citação de Denis Ruellán, de 2004:
“A paisagem profissional faz aparecer trabalhadores mais voláteis, mais funcionários do que missionários, mais frágeis e cada vez menos dispostos a defender um modelo de informação menos submetido ao mercado, mais favoráveis à cooperação entre comunicação e jornalismo”.
Tristemente, lembrei de uma entrevista que fiz com alguém que diz fazer conteúdo colaborativo (e de tão ruim a entrevista, resolvi não publicar).
Triste, porque ao perguntar a essa pessoa o que a motivava a dedicar parte de seu veículo ao jornalismo colaborativo, ela me respondeu:
“Bom, já que está todo mundo fazendo, a gente vai fazer também.”
E para estragar ainda mais, completou:
“Esse negócio de colaboração é utopia. Tem gente que acha que o fato do público poder se manifestar na web pode mudar o mundo. Eu faço o que tenho que fazer. Chego todo o dia aqui, cumpro meu dever com o veículo, vou prá casa e ganho o meu salário. A realidade é essa!”
(Imaginem se não saí desse papo querendo chorar no cantinho…)
Enfim, só para concatenar os fatos. E reconhecer, bastante chateada, que Denis Ruellán tinha razão.
Wed 29 Aug 2007
Una cosa que sabemos que no funciona bien es montar un sitio web y esperar que la gente lo use. Esto requiere mucho trabajo y comprensión de lo que conforma una comunidad.
Não é porque foi o Dan Gillmor que disse, mas essa observação sintetiza uma preocupação que vem tomando minhas últimas semanas.
Na ânsia de ser 2.0, muitos sites desejam criar suas próprias comunidades, na certeza cega de que o mundo irá aderir ao sistema e, mais ainda, participar dele produzindo conteúdo.
História prá boi dormir, isso. E parece ranço meu. Afinal, eu quero ou não que veículos de mídia sejam colaborativos? Claro! Mas não basta sair criando orkuts por aí na expectativa vazia de que:
1) os internautas deixem de acessar o Orkut (ou a rede que já adotaram como seu ambiente social na web) para frequentar a comunidade do site X;
2) os internautas tenham tempo e disposição para saltar de rede social para rede social, fazendo exatamente as mesmas coisas só que em URLs diferentes;
3) uma grande quantidade de pessoas adote a comunidade/rede social do site X como sua. Sim, porque não há sentido participar de uma comunidade onde meus amigos não estão.
A entrevista com o Dan Gillmor está no ElTiempo, de Bogotá. (Via GJol e eDentidad)
Tue 28 Aug 2007
Por isso gosto de estudantes.
Eles têm cabeça aberta, são curiosos e, por mais que alguns de seus profes sejam cabeça-de-papel, estão cercados pela cultura digital e, na maioria das vezes, acabam cedendo aos seus encantos.
A entrevista de hoje foi com a Amanda Dias e o Juliano (?), da Mackenzie, que preparam o TCC deles (lá chamam de TGI) sobre conteúdo colaborativo mobile. E como conversar ajuda a oxigenar as idéias, sinto que alguns traços característicos do jornalismo colaborativo estão se delineando de modo a causar (ainda mais) estranhamento em quem insiste em ver colaboração com olhos de jornalismo tradicional.
1. Opinião como gênero mais adequado
Como assim? Tu tá doida? E a imparcialidade sobre os fatos?
Mania essa de cobrar do cidadão repórter a mesma postura de um jornalista profissional… Um texto opinativo também traz informação, desde que bem argumentado. Além disso, uma opinião só tornará o ambiente “tendencioso” se o outro lado não quiser se manifestar. Porque direito à publicação, todos os lados têm. E isso faz do veículo colaborativo imparcial por gênese! Um espaço onde todas as versões de um fato podem ser contadas, onde todas as opiniões podem ganhar status editorial é MUITO mais imparcial do que um único jornal publicar uma única notícia escrita por um único repórter, que responde a uma única chefia… tentando dar os dois lados da moeda.
2. Relatos em primeira pessoa
Focas saem do adestramento equilibrando seis bolinhas: o quê? quem? onde? quando? como? por quê? O lead parece ser a única estrutura textual correta para um texto jornalístico. E talvez seja, ainda, para veículos tradicionais. “Eu” é alguém que inexiste nesse universo pretensamente objetivo. Daí é que vêm aqueles bordões arrogantes de que o jornalista constrói a realidade apenas reportando aquilo que vê por todas as faces sem jamais fazer juízo de valor.
Ignorâncias à parte (convenhamos, objetividade jornalística é uma falácia), julgo que os melhores conteúdos de noticiários colaborativos são aqueles escritos em primeiríssima pessoa. Aqueles… em que o cidadão repórter é autor e ator do episódio contado, testemunha, vítima, protagonista daquela história e, portanto, é a pessoa mais apropriada para contá-la.
Resultado: textos mais ricos em detalhes, cheios de informações de contexto (inclusive emocional) e próximo, muito próximo daquela realidade. Eu lambo os beiços ao ler textos assim. Sim, isso tem um quê de voyerismo, de mergulhar na vida do outro e trocar realidades.
3. Cidadão-jornalista não existe
Nessa eu bato pé! A expressão “cidadão-jornalista” para designar público leigo que atua em espaços colaborativos é absolutamente inapropriada. Assim como “jornalista amador” e similares. Jornalista, por si, identifica um profissional preparado por uma instituição de nível superior. Desse jeito, dizer “jornalista profissional” é uma redundância.
O público sem essa formação superior exerce a função de “cidadão repórter”, já que contar histórias é inerente à condição humana. Sem contar que reportagem é uma das tantas atividades desempenhadas por um jornalista. E talvez a única capaz de ser desenvolvida por pessoas sem formação específica no jornalismo.
Isso é do senso comum: assim como tem gente que chama “matéria”, “reportagem” e “coluna” de “artigo”, o nome genérico para jornalista é “repórter”, mesmo que o sujeito seja editor.
4. Jornalismo colaborativo é arrevistado. Não serve para breaking news
O processo editorial de um veículo colaborativo é, naturalmente, demorado. A checagem de identidade do colaborador, dos fatos contados, a edição do texto, quando não a conversa entre jornalistas e público para negociação do conteúdo toma tempo, dá trabalho. E espaços breaking news não comportam esse timing. O mico do UOL é prova disso. Assim, textos analíticos, reportagens calmamente checados e editados combinam muito mais com ambientes colaborativos.
5. Quem colabora com quem?
O público leigo em jornalismo - cidadãos repórteres - são comumente chamados de “colaboradores”. Começo a ver que essa não é a melhor opção. Quando jornalistas e cidadãos repórteres trabalham juntos em um mesmo conteúdo editorial, ambos os grupos são co-laboradores, ou seja, trabalham em conjunto. Portanto, “colaborador” não pode ser sinônimo de “cidadão repórter”, já que jornalista também é colaborador deste processo.
(Isso tem que continuar…)
Tue 28 Aug 2007
Posted by Ana Brambilla under
AnaPaulistanaNo Comments
O teco-teco da Ocean Air fez um serviço de primeira. Pousos e aterisagens perfeitos. Pessoal de solo muito atencioso. Guichês sem filas. Serviço de bordo impecável. E apesar das tarifas baratinhas, o lanche não era amendoim ou barrinhas de cereais, mas sanduíche, torta fria, salada de frutas, espetinhos de presunto, queijo e azeitona. Fazia até a gente esquecer que aquilo era um Fokker 50, de hélices, levando duas horas e meia de Ipatinga a São Paulo.
Mas nada disso fez da aterisagem na pista de Congonhas um momento tranquilo. Nem a mão firme do comandante evitou que passageiros fizessem o sinal da cruz ao primeiro trem de pouso tocar o solo. O medo era dali prá frente.
E logo mais à frente, luzinhas vermelhas indicavam onde o avião não podia avançar. E onde o Airbus da TAM, aquele, do vôo JJ 3054 avançou. E saiu da pista. E invadiu o prédio. E explodiu. E matou 199 pessoas.
Passado mais de um mês, o acidente ainda gera consternação de quem pousa em Congonhas. Para nossa sorte, a noite estava seca. Mas a memória ainda chorava, num desembarque historicamente coroado pela sensação: ESTOU VIVA.
Wed 22 Aug 2007
Posted by Ana Brambilla under
Colaboração[4] Comments

Essa semana entrou online o Banco de Redações, do UOL.
Como um produto novo, já mereceu a análise de Tereza Rangel e ela já apontou vários problemas com suas respectivas sugestões para solucioná-los. (Sim, ombudsman - ou ombudswoman, nesse caso - não serve só prá ver defeito em tudo!)
Para entender: o Banco de Redações é uma plataforma onde internautas mandam redações (por e-mail!!!!) para o UOL e, lá, eles selecionam 20 textos por mês para serem corrigidos e comentados publicamente.
Quem me falou da novidade foi o Rafa Sbrai. E apesar de não se tratar de jornalismo, é conteúdo colaborativo em ambiente midiático e isso abre algumas questões:
1. quem se interessa por ler essas redações?
2. quem são as pessoas (professores? quais?) que avaliam esses textos?
3. por que somente 20 por MÊS e - pior - somente uma atualização mensal?
4. por que os alunos que “tiram nota baixa” na avaliação do UOL não são identificados? É protecionismo à incompetência? (Verdade… é assim que o Brasil cresce…)
E como eu também não quero só enxergar defeito, aqui vão algumas dicas:
1. que tal abrirem a correção? Num ambiente colaborativo, nada melhor que a transparência do processo. Mais do que isso: deixe que outros internautas corrijam os textos, uns dos outros. Ou mesmo professores de todo o Brasil, cadastrados, façam isso espontaneamente. Assim, o número de redações corrigidas não precisaria ser de apenas 20 e TODOS os autores teriam a chance de ter seus textos corrigidos e comentados.
2. ofereçam uma plataforma para envio de redações, cadastro para alunos e que cada um possa, sob login, acompanhar o que aconteceu com o seu texto. Enviar por e-mail - AINDA MAIS COM “MAILTO” - é primário…
3. permitam que outros internautas comentem a redação E A AVALIAÇÃO publicadas no Banco. Isso diminui esse ar prepotente de que A voz da verdade, A palavra correta é, unicamente, desse ser não-identificado que analisa os textos em nome do UOL.
4. de resto, concordando com a Tereza Rangel: apontem certeiramente quais os erros e não viajem com comentários assim: “o texto apresenta alguns erros em relação ao emprego de conectivos inadequados”. E sobretudo, dêem DICAS para os internautas melhorarem seus textos. Se o objetivo é ser um ambiente de aprendizado, nada melhor do que apontar um caminho correto. Sempre deixando o espaço aberto para que outros internautas apontem outros caminhos, igualmente corretos.
Mas legal a iniciativa. Ainda mais, vinda do UOL. É isso aí, Márion! Um dia, tu chegas lá!
Tue 21 Aug 2007
Posted by Ana Brambilla under
Tecnologices ,
MídiaNo Comments

Os colegas e amigos Pollyana Ferrari e Paulo Henrique Ferreira, acompanhados por um timaço de pensadores de web, lançam hoje o livro “Hipertexto, Hipermídia: as novas ferramentas da comunicação digital”, na Livraria Cultura do Cjto. Nacional, a partir das 19h.
Tô apostando muito nessa obra: pelas autorias, pelos temas, pela atualidade e pela preocupação em preencher lacunas graves na bibliografia dessa área.
Todo mundo lá!!!
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