Aluízio comentou (hoje cedinho! que disposição!):

Off topic:
Ana: isto está na Ilustrada da Folha desta segunda-feira. Seguramente, lhe interessa. E me interessa saber a sua opinião. De cara, sou completamente contra as colocações desse gringo. Um pedacinho da introdução à entrevista dele:

“George Orwell não entendeu o futuro. Em seu clássico “1984″, o escritor temia pelo desaparecimento do direito à expressão individual, mas, no atual mundo da internet, o verdadeiro horror é justamente o oposto: a abundância de autores e de opiniões.
O raciocínio é do historiador britânico Andrew Keen, 46, ex-professor das universidades de Massachusetts e Berkeley (EUA) e um dos pioneiros do Vale do Silício, que na primeira onda da internet fundou o site de música Audiocafe.com.
Keen tornou-se um dos líderes da crítica à internet graças a seu livro “The Cult of the Amateur: How Today’s Internet Is Killing Our Culture” (o culto ao amador: como a internet de hoje está matando nossa cultura), recém-lançado no exterior e ainda sem edição no Brasil”.

P. S.: É aquilo que eu sempre afirmo: há pessoas que já nascem velhas.

Abs
Aluízio Amorim

Pasmem: estou louca para ler esse livro. E pasmem mais ainda: apesar do sub-título catastrófico, creio que a idéia central desse livro seja coerente com a minha visão de jornalismo colaborativo.

Imagino que Keen estenda a análise sobre a invasão dos “amadores” sobre n campos da rede, e não apenas ao jornalismo. Mas li dia desses no Webinsider um artigo do Bruno Rodrigues, que dizia que Keen defende a existência de mediadores, moderadores desse mar de opiniões que lava a web de participações relevantes e grotescas.

Anyway, Aluízio, muito obrigada pelo comentário tão pertinente. A gente precisa se aprofundar nessa discussão. E ler o livro!!

Quem já leu? Ou quem tem? (me empresta?)

UPDATED:
1. “A Escola de Frankfurt se mostrou correta.” O cara é frankfurtiano! Desconsiderei. Sem propriedade prá falar de web.

2. “Tenho blog para vender o livro e construir minha marca.” Então ele não é blogueiro, portanto, não pode falar de blogs. Ponto.

3. “Como as pessoas saberiam da crise aérea brasileira, por exemplo, sem jornalistas profissionais?” Hummm… quer que eu explique? Não, né? Você jamais iria entender mesmo!