Nessa última ida a Porto Alegre dei uma de turista ao contrário. Não fui “conhecer” os lugares mais marcantes da cidade. Mas REconhecer aqueles que mais me tocam, que fazem a Fogacinha cantar “Porto Alegre me dói”… e fazem doer mesmo!

Lugares que eu conheço ao avesso! Mas que nunca soube valorizar, tampouco explorar, conhecer melhor. Ainda que só por sê-los, já me tinham.

O propósito inicial era tirar fotos do carrinho viajante do Rogério Fratin Lindo (ou seria Lindo Fratin?). Mas não resisti a entrar numa das tantas bancas bem tradicionais do Mercado Público para comprar uma cuia, uma bomba e dois tipos de erva. Ainda que duvidasse da minha capacidade de preparar um chimas de verdade.

Mas não é que a Angela me ensinou? E não é que eu aprendi?!?!

Anyway… como é a vida! Em Porto Alegre eu usava a caneca paulistaníssima do VivaSP cheia de orgulho. Agora, vivendo na terra dela, é a cuia tão simples quanto significativa de “Lembrança de Porto Alegre - RS” do Mercado que rouba a cena.

Eis meu primeiro chimas… Mas ah, guria, seu! (Não, não me peçam para explicar essa expressão!)

Pena matear sozinha… (Pena nada! Troquei as ervas e pus mais pura-folha do que a suave. aaaargh! Isso tá amargo que só gauderiada aguenta!)

Valeu, Angela!!

UPDATED: já tô no quinto chimas e a bomba ainda não entupiu!!!!!!