- Porto Alegre não tem a beleza de um Rio de Janeiro!
- Nem tem a pujança de uma São Paulo…
- Porto Alegre é pobre, é pequena.
- Mas tem muita alma…
- Ah, alma não enche barriga!
- Mas dá prá gente voar livre, à vontade
- Porto Alegre está longe de tudo.
- Ah, que cheiro de campo, de invernada, de mate amargo!
- Não, Porto Alegre ainda não cresceu o suficiente.
- Por isso nela ainda se pode passear sem pensar em nada.
- Ainda não é bem civilizada.
- Por isso dá gosto sair pelas ruas falando sozinho, sem medo de ser notado!”

(Isaac Starosta, em Amor ao Porto, de uma carta da minha irmã.)

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Ou como diria Pedro Markun: a coisa tá feia!