Poisé… o cargo do cara é esse mesmo: futurologista do NYT.

Ele parece atender ao desafio apontando mobile devices , smartphone com projeção LCD de teclado e telão como o possível substituto do laptop!

Quanto ao aspecto 2.0 da rede, ele entende as audiências cada vez mais como comunidades superorganizadas em ambientes como MySpace, blogs e tals. Contou que 70% dos adolescentes norte-americanos estão presentes em algum desses espaços. E alerta: “It brings a new voice!”

Poisé… o cara vê a audiência como uma OPORTUNIDADE para os jornalistas melhorarem o seu nível de trabalho, numa constatação à lá Dan Gillmor.

Como aproveitar essa audiência disposta a interagir? Bom, ele não tem UMA resposta, mas crê que uma mediação editorial entre fontes - no estilo ZeroAssignment de crowdsourcing.

Mediação, bom… que começa em casa, quando os ambientes de trabalho das mais diferentes linguagens estão se integrando fisicamente, de acordo com uma tendência super factual que a Fabi Zanni registrou há pouco, quando esteve na Europa e viu newsrooms como The Guardian, 20 Minutos, BBC, Financial Times, Le Monde, El País and so on… que estão obrigando coleguinhas jurássicos e jornalistas de web darem as mãozinhas e trabalharem por um jornalismo total.