Ufa! Não via a hora de contar o que passei no Itaú Cultural desde ontem à noite! Vam’bora!

Ontem à noite, na sessão de abertura do Media On, estiveram presentes Michael Rogers, futurista do NYT, Américo Martins, Diretor Executivo para as Américas e Europa do serviço mundial da BBC e o Paulo Henrique Amorim, na pretensa condição de mediador. Sim, porque ele só soube mediar as perguntas dele com… as perguntas dele!

Mas além de monopolizar a discussão, Paulo Henrique conseguiu executar essa tarefa dando um atestado de preconceito e falta de conhecimento sobre cultura digital, mais especificamente, sobre colaboração e web 2.0.

Lá pelas tantas, Paulo Henrique pergunta para Rogers mais ou menos assim: “Com essa história de UGC - User Genereted Content -, como um jornal faz para ainda garantir sua qualidade?”

Por supuesto, para nosso coleguinha jurássico supracitado, conteúdo produzido pelo internauta - que não é jornalista profissional - é sinônimo de falta de qualidade, de credibilidade.

Sorte a tradução simultânea ser tão ruim a ponto de Rogers não ter entendido a pergunta e ter dado como resposta uma reflexão nada a ver… Salvou o Paulo Henrique de vexame ainda maior… e em escala internacional.

Que feio…