Da quadra de ensaio da Vai-Vai ao Auditório do Ibirapuera. Da vazia e aterrorizante avenida Pedro Álvares Cabral para a Casa das Rosas. E de lá, ao amanhecer. Com direito a pit stop prá uma dormidinha num dos quartos da casa e a café da manhã. 

O problema é que essa Virada Cultural me abriu a cabeça prá coisas que não queria ver, entender ou admitir que é verdade.

Abrir-se à vida é bom. Mas não tanto.