April 2007


Era só isso que eu queria de algumas pessoas…

Depois de ler o comentário do Blaz sobre a palestra Social = Me First, do Stowe Boyd, me deparo com o “GuerrillaPaper.Com”, uma ação de mkt da Motorolla.

E o que me chama a atenção é isso:

“You are unique. You personalized your breakfast this morning, and then you personalized the outfit you’re wearing. You personalized each step you took down the sidewalk, and you’ll personalize the conversation you have with your friends later today. Then before you go to bed you’ll use to toothbrush technique you yourself pesonalized from years of practice. Isn’t it time you personalized the world around you?”

Encantador!

Henrique Matos mandou dizer:

Duas pesquisadoras dedicadas a medir audiência na internet divulgaram esta semana relatorios em que questionam metricas que sao usadas atualmente para acompanhar o comportamento dos usuarios. Num dos estudos, a Nielsen NetRatings considera pouco relevante do uso de page views como medida para a audiência dos sites. Observa que novos recursos como conteudo em audio e video mudam o comportamento do usuario nos sites. Recomenda que a metrica mais precisa para medir os sites é o tempo de permanência do usuario.

Outra pesquisa, desta vez da comScore, diz que o uso de cookies para medir o numero de usuarios que visitam um site pode resultar em dados inflacionados. Segundo a pesquisadora, uma minoria de usuarios nos EUA está deletando os cookies com frequencia - o que significa que, embora minoria, esses usuarios sao contados mais de uma vez por mês. A comScore recorre a um painel de internautas, representativos do total, para recolher dados sobre o comportamento dos usuarios. (Do BlueBus)

Achei tri! E só contribui prá discussão desses dias.
Odeio quantificar qualidade. São naturezas distintas! Acho pequeno, para não dizer “burro”, medir a qualidade de um site por pageview.

Depois de começar o aníver dando uma aulinha na ECA/USP, falando da identidade profissional do jornalista quando “every citizen is a reporter”, chego na Abril e… olha o que eu encontro!

Um super café da manhã com direito a negrinho!!! E a balão azul em homenagem ao meu time que foi prás oitavas-de-final da Libertadores!!!

Super obrigada, de coração, Rita, Tábata, Fabi, Carol Forbes, Goretti, Kadu, Kaíke, Liliane, Carol Grando, Henrique, Ricardo, Almir, Larissa, Kaman, Ju, Lu, Daniel e gurias da Sou+Eu, que chegaram do lado de cá do 17º na maior cantoria “Hoje vai ter uma festa…”

Vocês são muito lindos! E salvam a lacuna afetiva da minha vida nessa cidade.

Beijos e muitos, muitos obrigadas!

Folha pergunta: “Você acha justificável pegar um documento sem que a fonte saiba?” 

(às 11h09)

Convenhamos: se essas 792 cabeças que responderam a essa enquete forem de jornalistas, temos duas alternativas:

( ) são coniventes com maracutaias
( ) estão mentindo

Nota de esclarecimento: escolhi a segunda opção. Como disse pro Yury Hermuche hoje cedo, a terceira via sempre é a melhor ;)

Nessa inglória missão internéticolaborativa, compartilho com Kadu Palhano uma maneira de pensar que surpreende pela dicotomia.

Trata-se de algo que, apesar de se intitular revolucionário, beira o banal. Vejam esse trechinho de um artigo do Digestivo Cultural, se referindo ao You Tube:

A idéia revolucionária foi projetada pelos funcionários do PayPal, Chad Hurley, Steve Chen, e Jawed Karim, e lançada no mês de fevereiro de 2005, baseada nas premissas básicas adotadas pelos sites de sucesso: simplicidade, velocidade e (a mais importante de todas), a gratuidade.”

É o caso de coisas TÃO SIMPLES, tão BÁSICAS agirem com tanta eficiência na rede.

Diante disso fica a pergunta: por que não adotá-las?

Marcelinho Dutra Figueiredo conta lá no Em Pauta:

“Uma pesquisa inglesa comissionada pela emissora Sky para marcar o lançamento da premiação “Sky Young Journalist Awards” confirmou o que já parecia inevitável: os diários virtuais, conhecidos como blogs, estão matando a antiga arte de manter um diário tradicional.”

Bah, bem por aí! Como eu não vejo blog como um diário e, sim, como uma ferramenta, sigo mantendo meu moleskine :)

É impressionante!

Ainda que o fim do pageview já tenha sido anunciado, há quem ainda privilegie reloads de página- mesmo que sem a menor razão - a uma navegação decente.

Por quê? Para gerar pageviews.

O alcance desse raciocínio é tão pequeno que não estima o abandono do internauta diante da demora para uma página carregar toda novamente.

Continuem expulsando o internauta fazendo reloads, pensadores-de-papel. E vamos ver qual a quantidade de pageviews que apresentarão no fim do mês.

***

O fim do pageview?
21.03.2007

Tecnologia e mercado podem mudar alguns critérios de avaliação de performance em breve

A disseminação do conhecimento sobre a utilidade das métricas numa estratégia digital é inquestionável, e parâmetros como taxas de conversão de cliques, pageviews e visitantes únicos, por exemplo, já são plenamente usados para a mensuração de performances de ações digitais.

No entanto, algo começa a mudar no horizonte. O desenvolvimento de novas tecnologias e a evolução natural do conhecimento do mercado estão dando origem a novos cenários de obtenção de métricas - que certamente irão, aos poucos, modificar as maneiras de avaliar a performance das ações digitais. E o velho conceito de pageview parece estar com os dias contados.

O efeito Ajax

Com o crescimento de aplicativos web construídos em Ajax, uma nova questão se impõe: já que estes aplicativos pouco têm a ver com o conceito “clássico” de aplicações em HTML, métricas tradicionais como pageviews podem perder a efetividade, já que a interação permitida pelas aplicações em Ajax “limita” a navegação a uma só página, para tornar estas aplicações mais atraentes para o usuário. Desta forma, o pageview não existe e não pode ser mensurado, embora exista a interação entre o site e o usuário

Esta questão, que já está sendo discutida por desenvolvedores de Ajax, ficará ainda mais relevante, e certamente levará a uma discussão sobre qual tipo de métrica poderia substituir o pageview para determinar taxas de popularidade. Por enquanto, especialistas como Steve Rubel, do blog MicroPersuasion, prevêem que uma solução para esta questão só virá em no mínimo três anos. Rubel arrisca um palpite: os widgets poderiam se transformar nos disseminadores de conteúdo por excelência, e as métricas seriam direcionadas para a avaliação dos desempenhos destes widgets - que poderiam se tornar a nova menina dos olhos para anunciantes.
“Visitas”
Outro assunto que vem ocupando espaço nas discussões sobre o futuro das métricas é um conceito novo, aplicado pela comScore, chamado simplesmente “visitas”. A empresa de métricas define o novo parâmetro como o número de vezes distintas que uma pessoa visita um site diariamente, com ao menos um intervalo de trinta minutos a cada visita. Segundo o ClickZ, este novo parâmetro poderia substituir o pageview, com vantagens, já que o novo termo pode mensurar, além do número de páginas visitadas durante o período, o engajamento do usuário com o site. Com isto, seria possível mensurar o nível de fidelidade que o site desperta em seus visitantes mais assíduos. (Do Comunique-se)

“Inovação é a nossa marca”.

Juro que não vou esquecer disso! ;)

UÊBA!!

Esse ano vou ganhar de aníver uma aula para dar na ECA/USP!!!

Vai ser tipo palestra, bate-papo, em parceria com o Hamílton Santos, diretor do Núcleo de Desenvolvimento de Pessoal aqui da Abril, em uma disciplina da Beth Saad.

Que feliiiiiiz! :)

Adivinha o tema…

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