Bem que o JR imaginou que esse pudesse ser o título da minha palestra em BH, na Fumec, durante o II Seminário de Cibercultura e Convergência Digital. Depois voltamos atrás, pensamos que estava muito radical e resolvemos ficar no começo da conversa: o que é jornalismo colaborativo, alguns exemplos pelo mundo, qual o papel do jornalista nessa história, como buscar credibilidade nas notícias eticéteretal.

Eis que apareceu um sindicalista - sempre aparece uma Primícia - * e ficamos batendo uma bolinha paradoxalmente gostosa e irritante sobre o fim do jornalismo, a morte do jornalista, a falência dos modelos de negócio na comunicação e patati, patatá que ainda me admiro ouvir dos meus pares.

Sempre que acho que estou falando obviedades - e me sinto mal por isso -, me surpreendo ao ver que jornalismo colaborativo não é apenas obviedade como também não é algo fácil de ser compreendido!

Não sei o que é mais difícil pros jornalistas em geral: entender modelos colaborativos de conteúdo editorial ou fazer os outros entender…

Tenho meus fiéis companheiros nessa luta inglória, certo JR? certo Pedro Penido? certo Fernanda? certo Fani? certo Avorio? certo Fabi? certo Amanda Dias? certo Gabi Leitão? certo Gabi Jardim? certo Rafael Fabretti? certo barcampeiros e amantes do jornalismo colaborativo?

(Eu sei que o mês é de cantar “Porto Alegre é demais”, mas BH não deixa… e me faz cair apaixonada… BH É DEMAIS!!)

* Hoje é o dia! Parei de escrever aqui prá ir pro Parque dos Dinossauros

* Da esquerda à direita: Pedro Penido, Ana Brambilla, Jorge Rocha, Alexandre, Fernanda, guri legal e Ana Paula Condessa no Emporium, na Av. Afonso Pena.