
Me valeu a noite, o dia e, quem sabe, a Primavera.
Ele não olha nos olhos e nem por isso deixa de fitar. Nem por isso falta quem olhe nos seus olhos e capture segredos, entrelinhas de silêncio em possível encantamento.
Enquanto, em março, eu me encantava com o posto sublime de mestre, mal entendia o que havia entre o quadro negro e eu.
(à Vanessa e ao Rogério, pela companhia salva-vidas e pela pupila que não tive…)
P.S.: não, o coração desenhado a giz no mural à esquerda NÃO fui eu quem desenhou