O corpo some. O espaço some. O tempo some.
Some isso e prove o fel da intensidade efêmera da Pós-Modernidade.
A culpa não é do ciberespaço, tão-somente. Nem da aceleração. Tampouco da heterogeneidade. Nem de olhares múltiplos, momentos múltiplos, personalidades múltiplas. Nada é impulsivo por acaso.
É o reflexo primitivo do simulacro. De que o real inexiste no virtual. Oposição errônea e irresponsável.
Se a essência da técnica não é técnica, não custa lembrar que por trás de telas, há gente. E gente morre.