Roger Chartier:
“A hierarquia dos formatos existe desde os últimos séculos do manuscrito: o grande in-fólio que se põe sobre a mesa é o livro de estudo, da escolástica, do saber; os formatos médios são aqueles dos novos lançamentos, dos humanistas, dos clássicos antigos copiados durante a primeira vaga do humanismo, antes de Gutenberg; e o libellus, isto é, o livro que se pode levar no bolso, é o livro de preces e de devoção, e às vezes de diversão.”
(das páginas 8 e 9 de A aventura do livro: do leitor ao navegados. UNESP, 1998.
Libellus – está batizado meu futuro blog.