Monthly Archives: September 2004

Desejo do real

F. Nietzsche: “Supondo que nada seja ‘dado’ como real a não ser o nosso mundo de desejos e paixões, que não possamos descer ou ascender a nenhuma ‘realidade’ que não seja a dos nossos instintos, então pensar é apenas uma … Continue reading

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Espaço-tempo: a forma se faz processo

Virilio: “O espaço construído não o é exclusivamente pelo efeito material e concreto das estruturas construídas, da permanência de elementos e marcas arquiteturais ou urbanísticas, mas igualmente pela súbita proliferação, a incessante profusão de efeitos especiais que afetam a consciência … Continue reading

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Realidade do virtua

F. Nietzsche: “… pode acontecer que esteja realmente em jogo essa vontade de verdade, qualquer intrepidez extravagante e aventureira, uma ambição metafísica de conservar um posto perdido que prefere um punhado de ‘certeza’ a toda uma carrada de belas possibilidades. … Continue reading

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O amor em Nietzsche

Nietzsche: “A mulher dá-se, o homem aumenta-se com ela; penso que nenhuns contratos sociais, mau grado a melhor vontade e a maior sede de justiça, poderão alguma coisa contra esta antítese natural, por mais desejável que possa ser não deixar … Continue reading

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Sobre mídia e arquitetura

Virilio: Confrontam-se aqui dois procedimentos: um deles bem material, constituído de elementos físicos, paredes, limiares e níveis, todos precisamente localizados; o outro, imaterial, do qual as representaçoes, imagens e mensagens não possuem qualquer localização ou estabilidade, já que são vetores … Continue reading

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26ª BSP: START!

O Presidente da Fundação Bienal de São Paulo, Manoel Francisco Pires da Costa, convida para a abertura da 26ª Bienal de São Paulo sábado, 25 de setembro de 2004, às 19h30 no Pavilhão da Bienal, Parque do Ibirapuera, Portão 3. … Continue reading

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Onírico

Ele se recuperava de uma cirurgia recente. Estava frágil. Ou era frágil. Ali, deitado sobre o leito do hospital, ainda sob os efeitos da anestesia, esforçava-se por me reconhecer. Balbuciou duas, três palavras. Virou-se de bruço e parou. Desespero. Ao … Continue reading

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Que queremos, nós, da ciência?

A ciência é o instrumento da exaustiva (e inútil) busca pela verdade. Onde tem vazão o desejo do saber, de não enganar nem deixar-se enganar. A ciência é moral e, moralista, trabalha unicamente com o parâmetro da verdade. Se a … Continue reading

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Menina dos Olhos

Me valeu a noite, o dia e, quem sabe, a Primavera. Ele não olha nos olhos e nem por isso deixa de fitar. Nem por isso falta quem olhe nos seus olhos e capture segredos, entrelinhas de silêncio em possível … Continue reading

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F. Nietzsche: “Há uma diferença enorme entre o pensador que compromete a personalidade no estudo dos seus problemas a ponto de fazer deles destino, esforço e a maior felicidade, e aquele que se mantém ‘impessoal’ aquele que só sabe apalpá-los, … Continue reading

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